Construção civil aquece mercado e deixa comércio de Fortaleza com falta de mão de obra

O presidente do Sindilojas, Cid Alves, aponta dificuldade para contratar trabalhadores no varejo e relaciona ao ritmo de obras na Capital

“A construção civil está em alta e o que está faltando para nós lojistas, para nós comerciantes, é mão de obra”. Essa afirmação é do presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), Cid Alves. Em entrevista exclusiva ao jornal O Estado, o dirigente destacou o momento vivido pelo setor de Comércio da cidade.

Para Cid Alves, a confiança do fortalezense em relação ao emprego passa pela empregabilidade e segurança provocadas pontualmente pelo setor da construção civil em Fortaleza. “Então, não sei se a nossa Fecomércio analisou, passou por esse setor, mas tem uma abrangência enorme da construção civil, os empregos da construção civil, porque eles empregam, tanto os engenheiros de altíssima qualificação e como trabalhadores com mão de obra menos qualificada, e empregam em grande quantidade”, afirmou.

Para ele, o mercado imobiliário vive um “boom de obras” e isso gera uma falta de mão de obra nas lojas, uma vez que, aquele pessoal que trabalha como empacotador, como carregador de caminhão está na construção civil. “A construção civil tem um pico e é esse que nós estamos e emprega muitos e de um mesmo bairro, diferente da gente que está no Centro e tem que empregar alguém da Barra do Ceará, por exemplo. Então, a construção civil tem uma facilidade enorme de juntar trabalhadores amigos que são da mesma região, entendeu?”, observou o dirigente.

Cid Alves disse ainda que o foco nessa temática é importante, porque mostra a necessidade pela qual passa o setor de varejo. “Então, era importante que eu dissesse isso, porque agora a gente está com uma dificuldade muito grande de encontrar nesse período de final de ano, bem na era do Natal, mão de obra para os nossos estabelecimentos comerciais”, alertou.

O presidente concluiu destacando que, na sua visão, os programas sociais também contribuem para essa falta de profissionais no setor. “Tem também o fator Bolsa Família, mas a gente tem conseguido conviver há alguns anos, porém quando a construção civil emprega mais, a gente não tem trabalhador para os nossos estabelecimentos comerciais”.

Fonte: “A construção civil está em alta e o que está faltando para nós lojistas, para nós comerciantes, é mão de obra”. Essa afirmação é do presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), Cid Alves. Em entrevista exclusiva ao jornal O Estado, o dirigente destacou o momento vivido pelo setor de Comércio da cidade.

Para Cid Alves, a confiança do fortalezense em relação ao emprego passa pela empregabilidade e segurança provocadas pontualmente pelo setor da construção civil em Fortaleza. “Então, não sei se a nossa Fecomércio analisou, passou por esse setor, mas tem uma abrangência enorme da construção civil, os empregos da construção civil, porque eles empregam, tanto os engenheiros de altíssima qualificação e como trabalhadores com mão de obra menos qualificada, e empregam em grande quantidade”, afirmou.

Para ele, o mercado imobiliário vive um “boom de obras” e isso gera uma falta de mão de obra nas lojas, uma vez que, aquele pessoal que trabalha como empacotador, como carregador de caminhão está na construção civil. “A construção civil tem um pico e é esse que nós estamos e emprega muitos e de um mesmo bairro, diferente da gente que está no Centro e tem que empregar alguém da Barra do Ceará, por exemplo. Então, a construção civil tem uma facilidade enorme de juntar trabalhadores amigos que são da mesma região, entendeu?”, observou o dirigente.

Cid Alves disse ainda que o foco nessa temática é importante, porque mostra a necessidade pela qual passa o setor de varejo. “Então, era importante que eu dissesse isso, porque agora a gente está com uma dificuldade muito grande de encontrar nesse período de final de ano, bem na era do Natal, mão de obra para os nossos estabelecimentos comerciais”, alertou.

O presidente concluiu destacando que, na sua visão, os programas sociais também contribuem para essa falta de profissionais no setor. “Tem também o fator Bolsa Família, mas a gente tem conseguido conviver há alguns anos, porém quando a construção civil emprega mais, a gente não tem trabalhador para os nossos estabelecimentos comerciais”.

Fonte: https://oestadoce.com.br/economia/construcao-civil-aquece-mercado-e-deixa-comercio-de-fortaleza-com-falta-de-mao-de-obra/