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	<title>Sindilojas Fortaleza</title>
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	<description>Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza - O Sindilojas oferece a seus associados serviços como: Assessoria Jurídica - Boletim Empresarial - Convênios, como também informações sobre leis, decretos, feriados.</description>
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		<title>Termina hoje prazo para pagar Dívidas Trabalhistas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:32:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas e pessoas físicas que têm dívidas trabalhistas ou previdenciárias decorrentes de ação judicial têm até hoje para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas e pessoas físicas que têm dívidas trabalhistas ou previdenciárias decorrentes de ação judicial têm até hoje para regularizar a situação e, assim, evitar serem incluídas no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas (BNDT).</p>
<p>Se perder o prazo, o devedor que estiver incluído no cadastro não poderá emitir Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT) e, com isso, ficará impedido de participar de licitações públicas.</p>
<p>O BNDT, criado pela Lei 12.440/2011, entrou em vigor no dia 4 de janeiro deste ano, mas o Tribunal Superior do Trabalho (TST), gestor do banco, estendeu o início de sua vigência em 30 dias, para que os devedores pudessem quitar suas dívidas.</p>
<p>O cadastro possui mais de 960 mil devedores, condenados em 1,6 milhão de processos. Dados do TST apontam que, até agora, cerca de 630 mil empresas quitaram seus débitos e tiraram a CNDT. Com o número do CNPJ ou CPF, qualquer cidadão pode checar se o empregador é devedor em causas trabalhistas. O acesso ao BNDT é feito pelo site <a href="http://www.tst.jus.br/">www.tst.jus.br</a>.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/02/03/noticiasjornaleconomia,2777966/termina-hoje-prazo-para-pagar-dividas-trabalhistas.shtml">http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/02/03/noticiasjornaleconomia,2777966/termina-hoje-prazo-para-pagar-dividas-trabalhistas.shtml</a></p>
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		<title>Lojas de shoppings oferecem descontos de até 70%</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O início do ano é uma ótima oportunidade para quem deseja comprar itens como roupas, calçados e eletrônicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O início do ano é uma ótima oportunidade para quem deseja comprar itens como roupas, calçados e eletrônicos por preços bem mais acessíveis. Neste final de semana, os consumidores de Fortaleza terão mais uma chance de aproveitar as ofertas, que começaram a ser realizadas logo após o Natal. No Shopping Iguatemi, a campanha “Liquidação etiqueta amarela”, que teve início ontem (2) e prossegue até o próximo domingo (5), oferece descontos de até 70%.</p>
<p>O objetivo do Shopping é aquecer as vendas após a alta estação e antes do Carnaval. De acordo com a gerente de marketing do Iguatemi, Ana Raquel Mendonça, a expectativa é de gerar incremento de 15% nas vendas durante o período da Liquidação, em comparação com os outros dias do mês. “As lojas participantes vão estar sinalizadas com adesivagem especial de etiqueta amarela. Esperamos que a ação movimente bastante as lojas e seja um sucesso”, diz.<br />
No Shopping Benfica, a campanha “Liquidifica” conta com a participação de lojas de diversos segmentos, que oferecem descontos de até 70%. As ofertas da campanha também tiveram início ontem e seguem até o próximo domingo (5).</p>
<p><strong>MAIS PROMOÇÃO</strong><br />
Ao longo do mês de fevereiro, outras campanhas promocionais irão aquecer o comércio de Fortaleza. Durante os dias 10, 11, 12 e 13 de fevereiro, no Shopping Aldeota realizará o primeiro “Aldeota OFF”, que abrangerá grande parte das marcas de renome presentes no shopping. Esta deverá ser a maior queima de estoque já realizada simultaneamente no empreendimento: serão mais de 100 lojas com descontos de até 70%.<br />
Entre as marcas que já confirmaram a participação no “Aldeota OFF”, estão: Dona Florinda, Forum, Equus, Lacoste, Levis e Cavalera, que oferecerão descontos de até 70%. Já algumas das lojas especializadas em calçados, como a Sergio’s Calçados, Via Uno e a Sapathu’s, colocarão suas peças pela metade do preço.</p>
<p>Âncoras, livrarias e lojas da praça de alimentação não ficarão de fora. A “Centauro”, referência no ramo esportivo, e a Livraria Nobel, farão descontos de até 40%. Ofertas exclusivas para as lojas do Shopping Aldeota, apenas no período do “Aldeota OFF”. Os restaurantes Kin Sei e Q-Picanha, especialistas em culinária chinesa e em grelhados, respectivamente, também participarão da campanha: na compra dos pratos individuais, os clientes terão benefícios como refrigerante grátis ou com desconto.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62586">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62586</a></p>
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		<title>Economia deve crescer mais em 2012, projeta BC</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Presidente do Banco Central disse que maior crescimento será ajudado por mais reduções na Selic Brasília A economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Presidente do Banco Central disse que maior crescimento será ajudado por mais reduções na Selic<br />
</em><br />
<strong>Brasília</strong> A economia brasileira deve crescer mais em 2012 ante o ano passado, ajudada por mais reduções na taxa básica de juros, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, ontem. Falando a jornalistas nos bastidores de uma conferência bancária em Mumbai, na Índia, Tombini disse que o crescimento econômico ficou perto de 3% em 2011. &#8220;A economia está recuperando velocidade agora e o Brasil deve crescer mais em 2012 que em 2011, e crescer mais no segundo semestre do ano do que no primeiro por causa de atrasos na política monetária&#8221;, disse.</p>
<p>Ele afirmou que há espaço para mais afrouxamento monetário sem colocar em risco a meta de inflação, que é de cerca de 4,5%, em 2012. Tombini disse que a valorização do real, que tem sido intensa em 2012, acontece em linha com a de outras moedas. &#8220;O ano de 2012 começou em um tom otimista em relação aos mercados. Portanto, isso se reflete nas moedas do mundo todo, inclusive no real&#8221;.</p>
<p>Alexandre Tombini disse ainda que as reservas internacionais do Brasil são modestas se comparadas ao tamanho da economia e a outros países.</p>
<p><strong>Disciplina e ousadia<br />
</strong><br />
Na reabertura dos trabalhos do Congresso, a presidente Dilma Rousseff enviou mensagem em que disse que será preciso em 2012 &#8220;disciplina e ousadia&#8221; para a condução da política econômica. Dilma apostou na solidez da economia do País diante da crise financeira internacional para mostrar avanços em seu primeiro ano de gestão. Para a presidente, mesmo com incertezas no cenário internacional, o País tem condições para continuar crescendo. &#8220;Assegurar rigidez de fundamentos macroeconômicos passa por superávit, continuidade da redução da dívida pública em relação ao PIB&#8221;, disse.</p>
<p>Ela completou dizendo que a ousadia é &#8220;para continuar investindo nas ações e adotar todas medidas necessárias à produção&#8221;. Dilma sustenta que não faltarão recursos para projetos sociais e obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Ao longo da leitura do texto que durou 40 minutos, o único projeto cobrado pela presidente foi a aprovação da Lei Geral da Copa. Ela disse ainda que em relação às obras dos estádios estão em estágio normal e a rede hoteleira não traz preocupação. &#8220;Assim que o Congresso concluir a análise da Lei Geral da Copa teremos finalizado os ajustes necessários para cumprimento dos acordos fechados com a Fifa&#8221;, disse. Para Dilma, o principal desafio será realizar a conferência do desenvolvimento sustentável, a Rio+ 20.</p>
<p><strong>Defesa comercial<br />
</strong><br />
O tom protecionista que marcou o primeiro ano do governo também estará presente em 2012. &#8220;Avançaremos ainda mais no aprimoramento de nossas políticas de defesa comercial, para garantir que nossa indústria não seja submetida a práticas concorrências desleais, que podem colocar em risco o emprego e o crescimento brasileiros&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para a presidente, a &#8220;estratégia&#8221; para 2012 será continuar fomentando um &#8220;crescimento vigoroso&#8221; da economia, lastreado em cinco pilares: estabilidade macroeconômica, redução das desigualdades, qualificação da força de trabalho, estímulos à inovação tecnológica e investimentos em infraestrutura.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1101282">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1101282</a></p>
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		<title>Compra coletiva: queixas disparam</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O barato que pode sair caro: alguns sites, principalmente os menores, não entregam o serviço que prometem &#8220;Limpeza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O barato que pode sair caro: alguns sites, principalmente os menores, não entregam o serviço que prometem</p>
<p></em>&#8220;Limpeza de pele com desconto de 70%&#8221;, &#8220;Viagem para Acapulco com 60% off&#8221;, &#8220;Rodízio de carnes pela metade do preço&#8221;. Essas ofertas que parecem tentadoras são de sites de compra coletiva, que apareceram há cerca de dois anos no País e rapidamente se espalharam, ocupando espaço significativo nos banners de publicidade online. Nascidos, inicialmente, para beneficiar os consumidores, disponibilizando produtos e serviços a preços abaixo dos cobrados no mercado, algumas dessas lojas virtuais têm causado cada vez mais problemas para quem adere a esse moderno tipo de comércio.</p>
<p>No ano passado, mais de 45 mil queixas foram registradas no site Reclame Aqui (<a href="http://www.reclameaqui.com.br/">http://www.reclameaqui.com.br</a>), que compila queixas de internautas. O número é seis vezes maior do que o verificado em 2010, em que cerca de 7.500 problemas foram contabilizados. A quantidade de reclamações aumentou com a exponencial proliferação desse tipo de página na internet. Em novembro de 2010, havia 111 e, em junho do ano passado, 1.890 sites (1.600% a mais), de acordo com do Bolsa de Ofertas, página especializada no assunto. O segmento movimentou R$ 1 bilhão no ano passado.</p>
<p><strong>Qualidade cai</p>
<p></strong>Crescem as opção de sites, sobe a quantidade de ofertas disponíveis e cai a qualidade dos serviços prestados. Para o presidente da Comissão Nacional de Defesa do Consumidor da OAB, Hércules do Amaral, a tendência é de que as reclamações só aumentem. Ele explica que, &#8220;para começar, existe uma crise de identidade&#8221;. Esses sites, segundo comenta, se veem como um jornal ou revista, funcionando como espaço para anúncios. Considerando-se assim, portanto, eles não teriam nenhuma responsabilidade pela entrega dos serviços e produtos lá veiculados.</p>
<p><strong>Legislação já regula<br />
</strong><br />
Mas, segundo Hércules, não é bem assim. &#8220;A lei entende um site de compra coletiva como um fornecedor. Eles são parceiros daqueles que fazem os anúncios. Eles retém comissões sobre as vendas que são feitas por meio do site. Logo, se enquadram no Código de Defesa do Consumidor. Já existe legislação para eles. Não é nada de novo. O que precisa é de vontade política, um interesse maior em se aproximar dessa realidade&#8221;, comenta.</p>
<p><strong>Estrutura deficiente<br />
</strong><br />
A modalidade consiste em vendas em larga escala, o que resulta em lucros maiores. No entanto, defende o advogado, a partir do momento em que são comercializados produtos e serviços em quantidade maior do que o normal, surgem problemas de estrutura. &#8220;As empresas, muitas vezes, não estão preparadas para isso&#8221;, diz.</p>
<p>No Reclame Aqui, as queixas são variadas: consumidores que compraram refeições e, ao chegar ao restaurante, não havia assentos disponíveis; mulheres que reclamam da baixa qualidade dos serviços estéticos, como escovas inteligentes, limpezas de pele; produtos que não foram entregues; e até viagens frustradas para o Caribe.</p>
<p>No intuito de fugir dessas ciladas, o representante da OAB atenta para cuidados a serem tomados antes de adquirir ofertas.</p>
<p><strong>Orientação<br />
</strong><br />
Muitos dos pequenos sites não possuem sequer sede física. Ele orienta que seja verificado um endereço e também o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) da página, a fim de medir a credibilidade dos vendedores.</p>
<p>Além disso, é fundamental uma pesquisa on-line em redes sociais e sites de busca para ver o que os internautas já falaram acerca do site ou sobre uma determinada compra. Se houver muitos comentários negativos, o negócio se torna mais arriscado.</p>
<p>Ao arrematar uma oferta, é aconselhável notar os detalhes da venda. &#8220;As informações precisam estar claras e precisas&#8221;, comenta. Estima-se que cerca de 25% das compras feitas acabam sequer sendo aproveitadas. O principal problema é que o consumidor não atenta para as datas nas quais é possível usar a compra. Os dias e horários podem ser restritivos, impedindo que o internauta adeqúe ao programa. Os sites prometem devolução do dinheiro se os compradores não ficarem satisfeitos. Em casos de problemas, o prejudicado deve buscar o Procon e, posteriormente, a Justiça.</p>
<p><em>PROTAGONISTA<br />
</em><br />
<strong>Excesso de gente e muita confusão no Réveillon<br />
</strong><br />
Querendo aproveitar este último Réveillon em grande estilo, o estudante Lucas Albuquerque adquiriu ingressos para um buffet completo em uma pousada localizada na Praia de Iparana, através de um site de compra coletiva. &#8220;Pagamos R$ 200,00 por uma mesa para quatro pessoas, que segundo o anúncio, daria direito a comida e bebida não alcoólica à vontade&#8221;, explica.</p>
<p>Ao chegar ao local, porém, o estudante já notou algo estranho. &#8220;Eram apenas três garçons para atender cerca de 500 pessoas. Não tinha como aquilo dar certo&#8221;, afirma.</p>
<p>E não deu. As bebidas mal circulavam e os salgadinhos ficaram só na imaginação. Na hora do jantar, a comida só foi suficiente para 20% dos presentes, que indignados, deram início a uma grande confusão. &#8220;As pessoas pediram o dinheiro de volta e não foram atendidas, por isso passaram a pegar o que viam pela frente, como garrafas de uísque e até picolé&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Lucas Albuquerque<br />
</strong>Estudante</p>
<p><strong>Lei especifica normas para evitar problemas<br />
</strong><br />
Para dar fim à dor de cabeça em consumidores que adquirem produtos em pequenos sites de compra coletiva e, depois de um eventual problema, não conseguem sequer entrar em contato com a empresa, o estado do Rio de Janeiro criou uma lei pioneira no País. A Lei 6161 de 9 de janeiro de 2012 entrou em vigor no último dia 10 de janeiro e estabelece, dentre outras regras, que as empresas que exploram este serviço mantenham atendimento telefônico gratuito e informem, em sua página na Internet, a localização de sua sede.</p>
<p>No Ceará, ainda não há lei específica direcionada para o segmento, mas o Código de Defesa do Consumidor já regula os casos relacionados a esse tipo de compra, de acordo com Hércules do Amaral.</p>
<p>A lei carioca determina um conjunto de normas que os sites deverão obedecer, como a quantidade mínima de compradores para validar a oferta; o prazo de utilização da compra por parte do consumidor, que deverá ser, no mínimo, de três meses; endereço e telefone da empresa responsável pela oferta; informações sobre o risco de alergias, em caso de venda de alimentos; indicações de utilização, em caso de tratamentos estéticos; número de clientes atendidos por dia; dentre outras.</p>
<p><strong>VICTOR XIMENES<br />
</strong>REPÓRTER</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1101259">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1101259</a></p>
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		<title>Fevereiro é mês de feira nos shoppings</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O mês de fevereiro traz uma boa novidade além do carnaval. Shopping centers de Fortaleza estão realizando, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de fevereiro traz uma boa novidade além do carnaval. Shopping centers de Fortaleza estão realizando, pela segundo ano seguido, uma mega-liquidação. Os primeiros a adotar descontos entre 20% e 70% são o Iguatemi e o Shopping Benfica. Na próxima semana será a vez do North Shopping.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A queima de estoque para a chegada de novas coleções e produtos deverá se prolongar até início de março, quando tem início o Fortaleza Liquida, outro período de grandes liquidações promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL) e que “é muito mais abrangente, até funerárias participam”, afirma Freitas Cordeiro, presidente da Câmara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cordeiro garante que esse tipo de iniciativa não atrapalhará o Fortaleza Liquida e que apoia, pois elas ocorrem de acordo com a necessidade desse segmento (os shoppings), pois janeiro e fevereiro são, historicamente, muito fracos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abílio do Carmo, presidente da Associação dos Lojistas de Shopping Centers do Ceará (Aloshop), diz que uma pesquisa feita pelas associações de cada shopping com os locatários definiu fevereiro como o mês mais propício. “Mas cada shopping definiu os dias de liquidação a partir do que recomendou seus departamentos de marketing”. A iniciativa visa envolver principalmente os pequenos lojistas, já que as grandes redes têm, segundo Abílio, programação própria para liquidações.</p>
<p>http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/02/03/noticiasjornaleconomia,2777940/fevereiro-e-mes-de-feira-nos-shoppings.shtml</p>
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		<title>Setor financeiro está mais otimista</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo Economistas de instituições bancárias estão mais otimistas neste início de ano em relação ao desfecho da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo</strong> Economistas de instituições bancárias estão mais otimistas neste início de ano em relação ao desfecho da crise europeia. Cerca de 60% acreditam que a situação melhorou, o que deve levar o Brasil a ter um desempenho mais positivo neste ano. A estimativa da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) é que a economia brasileira crescerá 3,4% neste ano.</p>
<p>&#8220;Se não houver piora no cenário externo, o crescimento pode ser maior do que isso&#8221;, disse o economista-chefe da entidade, Rubens Sardenberg. &#8220;Este número está mais para piso do que para teto&#8221;, completa.</p>
<p>Além de um cenário externo menos pessimista, o economista diz acreditar que o Brasil crescerá devido aos estímulos anunciados pelo governo e que farão efeito neste ano. O Banco Central já informou que a taxa básica de juros deve chegar à casa dos 9% e uma série de entraves ao crédito foi retirada.</p>
<p><strong>Crédito<br />
</strong><br />
A Febraban espera que o crédito cresça 16,5% neste ano, mas pode chegar a 20% caso as projeções de retomada da economia brasileira se confirmem. &#8220;A variável-chave é o cenário externo&#8221;, disse Sardenberg.</p>
<p>Um desdobramento mais favorável lá fora ajuda a impulsionar o crescimento brasileiro mas, alerta Sardenberg, pode fazer ressurgir a preocupação com a inflação. O cenário básico da Febraban é de uma inflação de 5,3% neste ano, contra os 6,5% do ano passado.</p>
<p>Mas, na medida em que a economia se recupera com mais intensidade, a expectativa é de que os preços voltem a subir com mais força, o que, diz Sardenberg, pode levar o BC a voltar a subir os juros em 2013.</p>
<p>&#8220;Se a economia crescer mais, o risco de termos juros um pouco mais elevados é razoável&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo economistas ouvidos pela Febraban, o esforço fiscal do governo deve ficar abaixo da meta este ano e fechar em torno de 2,8%. Mas, na opinião do economista, o governo dá sinais de que está comprometido em alcançar o objetivo e pode até sacrificar investimentos para chegar à meta.</p>
<p>Sobre o crédito, a opinião da Febraban é que os bancos privados voltarão a emprestar com mais intensidade neste ano, diminuindo a vantagem do crédito direcionado sobre os empréstimos com recursos livres.</p>
<p>&#8220;Com a progressiva melhora do cenário externo, os bancos deverão ser mais agressivos, reduzindo juros e melhorando a oferta de crédito&#8221;, afirmou. A Febraban ouviu 30 analistas entre os dias 26 e 31 de janeiro.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100796">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100796</a></p>
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		<item>
		<title>US$ 100 mil para 40 empresas do CE</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/us-100-mil-para-40-empresas-do-ce/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa Financiamento Inovador de Empresas de Pequeno e Médio Porte (Finpyme), apresentado ontem na Casa da Indústria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O programa Financiamento Inovador de Empresas de Pequeno e Médio Porte (Finpyme), apresentado ontem na Casa da Indústria, beneficiará 40 empresas do Ceará até o fim de 2013.</p>
<p>Fruto de uma parceria entre a Corporação Interamericana de Investimentos (CII) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a iniciativa destinará US$ 100 mil ao Estado com o intuito de ajudar as empresas a identificar problemas para acesso ao crédito.</p>
<p>No total, o Finpyme, que será executado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), terá recursos de US$ 300 mil, oriundos da Coreia do Sul, via BID, e beneficiará inicialmente 120 empresas de pequeno e médio porte nos estados do Ceará, Paraíba e Pernambuco. O programa implementa uma metodologia de identificação e diagnóstico de empresas para melhorar a posição competitiva, bem como o acesso a fontes de financiamento a seus projetos de expansão.</p>
<p>&#8220;Nossa ideia é preparar e capacitar as empresas para que elas possam captar financiamento. Hoje em dia é necessário que as preocupações estejam muito além de aspectos meramente financeiros, devendo englobar questões de sustentabilidade, segurança do trabalho e gestão empresarial&#8221;, comenta o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.</p>
<p>Segundo ele, ainda em junho ou julho deste ano, o Finpyme deve ser lançado oficialmente. &#8220;O projeto-piloto será nestes três estados do Nordeste e esperamos conseguir bons resultados e, consequentemente, mais parceiros para podermos expandir o programa para todo o Brasil, priorizando as regiões Norte e Nordeste&#8221;, explica.</p>
<p><strong>Escolha das empresas</p>
<p></strong>No Ceará, o Finpyme será aplicado nos sindicatos patronais ligados à Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), que irá decidir quais empresas estarão entre as quarenta beneficiadas pela iniciativa. De acordo com Renato da Fonseca, os idealizadores do programa ainda estão decidindo qual será o principal critério para a seleção. &#8220;Veremos se é mais eficiente focarmos em um determinado segmento ou apostarmos em uma região específica&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Sem reembolso<br />
</strong><br />
O Finpyme vai financiar, sem reembolso, os diagnósticos sobre as gestões das empresas. Na contrapartida, cabe às empresas aceitarem as sugestões e aplicá-las devidamente no cotidiano. Todo o processo terá a duração entre oito e nove meses.</p>
<p>&#8220;O objetivo é que os empresários despertem o interesse para a melhoria da gestão empresarial no sentido mais amplo. As empresas devem buscar uma gestão de layouts, produtos e inovações, além da gestão financeira. Para isso, o diagnóstico servirá para norteá-los rumo a melhor rentabilidade, competitividade e acesso ao crédito&#8221;, opina o diretor geral do Instituto do Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi), Carlos Matos. Quem também mostrou otimismo com o Fimpyme foi o presidente da Fiec, Roberto Macêdo. &#8220;Vejo como uma grande ajuda à economia do Estado, pois envolve as médias empresas, que andam meio esquecidas. Espero que a cada ano mais empresas possam participar&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Requisitos<br />
</strong><br />
As companhias a serem selecionadas deverão estar em pleno funcionamento no Ceará com três anos de operação, e, de preferência, com balanços financeiros auditados por consultorias independentes. O faturamento anual deve ser, no mínimo, de R$ 1 milhão.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100811">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100811</a></p>
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		<item>
		<title>Trabalhadores formais crescem 5,8%, mas remuneração cai</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/trabalhadores-formais-crescem-58-mas-remuneracao-cai/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma notícia que à primeira vista pode ser considerada positiva foi divulgada ontem em estudo realizado pela Pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma notícia que à primeira vista pode ser considerada positiva foi divulgada ontem em estudo realizado pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED): em 2011, a formalização do mercado de trabalho na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) cresceu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano passado, enquanto o número de assalariados com carteira assinada no setor privado cresceu 5,8%, a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada caiu 4,7%. O número de autônomos também teve queda: 1%. O aumento da formalização do mercado de trabalho, porém, não é acompanhado pela redução proporcional da informalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nesse crescimento da força de trabalho, uma parte vai para a formalidade, outra parte vai para a informalidade e uma outra para desemprego. O número dos que entram para a formalidade é maior do que quem vai para a informalidade. Isso ainda não foi suficiente para que a informalidade decresça no mesmo volume que a formalidade cresceu. Mas são dados positivos que refletem a redução na precarização e oferece um controle maior do mercado de trabalho”, explica Ediran Teixeira, coordenador da PED no Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O crescimento na formalização foi o que determinou a dinâmica de ocupação na RMF. O resultado é fantástico”, disse Mardônio Costa, analista de mercado de trabalho do SINE/IDT. Apesar do resultado, revelou-se uma contradição: o rendimento médio real desses trabalhadores assalariados, cuja quantidade subiu em 2011, caiu de R$ 1.012 para R$ 989 entre 2010 e o ano passado. Paralelamente, a remuneração média dos trabalhadores autônomos saiu de R$ 617 para R$ 662. Ainda assim, a discrepância é grande. De acordo com Ediran, a cada R$ 100 de remuneração recebida pelo trabalhador com carteira assinada, informais recebem R$ 67.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Explicação</p>
<p>Reginaldo de Aguiar, supervisor do escritório regional do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), recorda que esse comportamento é antigo. Em 2010, no Ceará, a remuneração média dos trabalhadores formais (trabalhadores com carteira assinada no setor público e privado) era a mais baixa de todo o Brasil: R$ 1.228.94. A média de remuneração do Nordeste naquele ano foi de R$ 1.361,17. As informações são da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>
<p>“Uma das explicações é a questão da informalidade e do que os empregadores pagam por fora. Se eu tenho um salário de R$ 1.000, meus encargos trabalhistas chagam a 25%, ou R$ 270. Se o meu empregador incidir em cima de R$ 500 porque é o valor que ele registrou na minha carteira, os encargos trabalhistas caem para a metade. O empregador economiza a diferença em impostos”, explica Reginaldo.</p>
<p>Por quê</p>
<p>ENTENDA A NOTÍCIA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto o número de assalariados com carteira assinada no setor privado cresceu 5,8%, a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada caiu 4,7%. Apesar do resultado, o rendimento médio real desses trabalhadores caiu.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Para conhecer todos os números e o balanço anual de 2011, acesse.</p>
<p>Site: <a href="http://www.sineidt.org.br/Institucional/EstudosPesquisas">http://www.sineidt.org.br/Institucional/EstudosPesquisas</a></p>
<p><strong>Saiba mais </strong></p>
<p>Em 2011, o ritmo do desemprego ficou menos intenso do que em 2010. Em dezembro de 2010, o ano fechou com taxa de desemprego em 8,3%. Em dezembro de 2011, esse número caiu para 7,7%.</p>
<p>Entre 2010 e 2011, o nível de ocupação cresceu 2,4% na RMF. Em comparação com outras regiões metropolitanas do Nordeste também incluídas no estudo, a de Recife teve aumento de 6%, enquanto que em Salvador a taxa cresceu 0,9%.O rendimento médio real dos ocupados aumentou 2%, passando a valer R$ 923. Em Recife, esse aumento foi de 6,7%, passando a valer R$ 1.009.A variação da ocupação em 2011 no setor de construção civil foi a mais alta de todos os setores estudados. O crescimento foi de 15,8% em relação a 2010.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/02/01/noticiasjornaleconomia,2776421/trabalhadores-formais-crescem-5-8-mas-remuneracao-cai.shtml">http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/02/01/noticiasjornaleconomia,2776421/trabalhadores-formais-crescem-5-8-mas-remuneracao-cai.shtml</a></p>
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		<item>
		<title>Desemprego na RMF é o menor desde 2009</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/desemprego-na-rmf-e-o-menor-desde-2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011 foram geradas 38 mil vagas na Região Metropolitana. Seis mil saíram da condição de desempregado A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em 2011 foram geradas 38 mil vagas na Região Metropolitana. Seis mil saíram da condição de desempregado<br />
</em><br />
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) encerrou o ano de 2011 em 8,9%, sendo a menor desde 2009, de acordo com dados divulgados ontem na Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED). A variação acompanhou um movimento de queda do indicador, constatada nos dois anos anteriores: 2009<br />
(11,4%) e 2010 (9,4%). No ano passado, foram geradas 38 mil vagas na Região Metropolitana. Seis mil trabalhadores saíram da condição de desemprego. Ao todo, a população em idade ativa na RMF foi medida em cerca de três milhões em 2011 &#8211; 2% maior que no ano anterior. Os dados são apurados mensalmente pelo Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) e o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos no Ceará (Dieese-CE).</p>
<p>O ano encerrou com 159 mil na fila do desemprego. Estes, somados aos cerca de 1,6 milhão de ocupados, totalizam cerca de 1,7 milhão na População Economicamente Ativa (PEA).</p>
<p><strong>Dezembro de 2011<br />
</strong><br />
Também divulgada ontem, a taxa de desemprego para o mês de dezembro representou a menor variação da série histórica, com 7,7%. O indicador formou-se a partir do comportamento do mercado de trabalho, o qual, segundo a PED, teve 10 mil desempregados a menos no último mês do ano quando comparado a novembro. Isto deve-se à saída de 13 mil pessoas do mercado de trabalho, uma vez que o número de postos permaneceu relativamente estável (-3 mil). No entanto, comparando o balanço anual com o mensal, enquanto o nível de ocupação do ano de 2011 teve um leve aumento de 0,3%, o mesmo indicador para dezembro último ficou em -0,2%.</p>
<p><strong>Mais formais<br />
</strong><br />
&#8220;Associado a um crescente nível de ocupação, o principal destaque é o avanço da população com carteira assinada&#8221;, ressaltou um dos responsáveis pelo estudo, o analista do IDT Mardônio Costa.</p>
<p>De acordo com as informações repassadas pela PED, o setor privado foi responsável pelas maiores absorções entre 2010 e 2011. Ao todo, foram 862 mil contratações, das quais 660 mil foram formais &#8211; 9,8% de crescimento ante o ano anterior.</p>
<p>Já o número de assalariados como um todo &#8211; contabilizando formais e informais &#8211; chegou a 999 mil entre os dois últimos anos, com crescimento de 6,2%.</p>
<p>Apesar de reforçar o cenário fazendo um movimento contrário, o número de trabalhadores sem carteira assinada caiu apenas dois postos.</p>
<p><strong>Autônomos<br />
</strong><br />
Maior número da pesquisa depois dos formalizados do setor privado, os 425 mil autônomos em atividade perderam apenas quatro mil vagas entre o ano passado e o anterior.</p>
<p>Os outros atores do mercado de trabalho da região metropolitana de Fortaleza, exceto pelo setor público (crescimento de mil vagas), também amargaram baixas no período investigado: empregadores (-2 mil vagas), empregados domésticos (-8 mil vagas) e &#8220;demais posições&#8221; (-6 mil vagas).</p>
<p><strong>´Mercado perverso´<br />
</strong><br />
&#8220;Podemos ver que o emprego com carteira assinada foi praticamente o único que cresceu no ano. Porém, o mercado de trabalho ainda é muito perverso na região metropolitana, pois o crescimento de um (emprego formal) não garante a redução do outro (emprego informal) em graus equivalentes&#8221;, analisou o coordenador da investigação no Dieese, Ediran Teixeira.</p>
<p>Ainda conforme a pesquisa, o tempo médio de procura por trabalho declinou de 38 semanas, em dezembro de 2010, para 33 semanas, em igual mês do ano passado.</p>
<p><strong>Rendimento piora; é o menor entre sete regiões<br />
</strong><br />
Mesmo com o conjunto dos indicadores da Pesquisa do Emprego e Desemprego (PED) apontar para um cenário positivo em 2011, o baixo rendimento médio dos assalariados da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) e as demissões do setor do comércio, que foram analisados detalhadamente pelos especialistas do IDT e do Dieese, apresentaram números negativos para o mercado de trabalho.</p>
<p>&#8220;Na visão geral, 2011 foi melhor que 2010. Mas quando olhamos os dados sobre a renda minimamente, natural seria que as pessoas tivessem um ganho maior para si, e isso não se revela&#8221;, analisou o coordenador do PED do Dieese, Ediran Teixeira.</p>
<p><strong>Menor entre as Capitais</p>
<p></strong>Entre as sete capitais e suas respectivas regiões metropolitanas, a que apontou o menor rendimento médio real foi Fortaleza. Apesar do crescimento de 2%, o ganho do trabalhador ficou em R$ 923 no período, enquanto Brasília, com -0,3%, manteve-se superior ao registrar R$ 2.093.</p>
<p>Também fizeram parte da PED para as regiões Belo Horizonte (R$ 1.415), Recife (R$ 1.009), Porto Alegre (R$ 1.453), São Paulo (R$ 1.527) e Salvador (R$ 1.047).</p>
<p><strong>Informais elevam ganho<br />
</strong><br />
Considerando o rendimento médio medido pela PED para o ano passado, o empregado com carteira assinada da RMF encerrou o ano com R$ 891, o que significou uma redução de -1,3%.</p>
<p>Já os trabalhadores sem carteira assinada, apesar de fecharem 2011 com R$ 598, tiveram um crescimento de 1,7% ante o ano anterior.</p>
<p>Os autônomos foram os que obtiveram maior rendimento médio no comparativo, atingindo crescimento de 7,3%, passando de R$ 617 para R$ 662.</p>
<p><strong>Mão de obra<br />
</strong><br />
Diante do estudado na investigação, segundo o responsável pela PED no Dieese, o argumento dos empregadores de que os trabalhadores da RMF não ganham mais porque não tem qualificação suficiente, &#8220;cai por terra&#8221;.</p>
<p>&#8220;Para as funções que o mercado está exigindo atualmente eu garanto que há (pessoal capacitado). Se não, estaria sobrando muito emprego e isso não está acontecendo&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Comércio traz retração<br />
</strong><br />
Com crescimento reconhecido e significativo para a economia nacional, o setor do comércio foi responsável pela única retração entre os principais empregadores da PED. Ao todo, foram menos quatro mil postos.</p>
<p>&#8220;Sem motivo explícito, pois foi um setor que aumentou o faturamento, mas está aí para mostrar que ele contribuiu negativamente para a geração das vagas em dezembro&#8221;, analisou Ediran. Segundo ele, o dinheiro gasto com pessoal é apenas 5% do faturamento do setor.</p>
<p><strong>Tendência<br />
</strong><br />
O já mencionado nível de ocupação de dezembro (-0,2%) também chegou a preocupar o especialista: &#8220;um olhar bem crítico, faz a gente pensar que esta sazonalidade &#8211; encontrada comumente em janeiro e que foi antecipada para dezembro &#8211; pode fazer do primeiro mês deste ano pior em relação a 2011&#8243;.</p>
<p>Para Ediran, o primeiro semestre de 2012 será desacelerado com o mercado de trabalho impactado a partir do aumento da taxa de desemprego e a redução das ocupações. &#8220;Tenho expectativas negativas para este primeiro semestre, a não ser pela construção civil. Mas ela tem uma taxa de crescimento pequena e assim não dá para salvar o mundo&#8221;, argumentou.</p>
<p><strong>ARMANDO DE OLIVEIRA LIMA<br />
</strong>REPÓRTER</p>
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		<item>
		<title>236 shoppings preveem ampliações em dois anos</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/236-shoppings-preveem-ampliacoes-em-dois-anos/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo O mercado de shopping centers passa por um período de crescimento. Segundo informou ontem a Associação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="texto"><strong>São Paulo</strong> O mercado de shopping centers passa por um período de crescimento. Segundo informou ontem a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), do total de 430 empreendimentos no País, 55% preveem ampliações nos próximos dois anos, sendo que 25% do total já iniciaram as suas obras de expansão. A entidade também informou que estão previstas 43 inaugurações de shopping centers neste ano e outras 31 em 2013.</p>
<p>Com isso, o País deve chegar a 504 empreendimentos até o fim do ano que vem. &#8220;Houve um certo represamento dos investimentos em 2009, ano de crise internacional, com o adiamento de expansões e inaugurações&#8221;, explicou Luiz Fernando Viega, presidente da Abrasce. Das 43 inaugurações previstas para 2012, 29 ocorrerão fora das capitais. Atualmente, as cidades com população entre 100 mil e 500 mil habitantes já respondem por quase metade do total de novos empreendimentos. Viega lembrou que o investimento estrangeiro, junto com os processos de abertura de capital (IPOs, na sigla em inglês), foi o grande responsável pelo crescimento da indústria de shoppings. &#8220;As empresas conseguiram se capitalizar numa época em que era difícil conseguir financiamento&#8221;.</p>
<p><strong>Em ascensão<br />
</strong><br />
Segundo a Abrasce, os shopping brasileiros encerraram 2011 com alta de 18,6% nas vendas, que somaram R$ 108 bilhões.</p>
<p>O resultado ficou acima da estimativa da entidade, que era de aumento de 12% no faturamento do setor em relação a 2010, quando as vendas foram de 87 bilhões de reais.</p>
<p>Para 2012, a previsão é de alta de 12% nas vendas do setor e inauguração de 43 empreendimentos, dos quais 29 em cidades fora de capitais. A entidade informou que no fim de 2011 o mercado de shopping tinha 430 empreendimentos em operação no Brasil, a maior parte deles construídos em cidades com até 500 mil habitantes.</p></div>
</div>
<div></div>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100509">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100509</a></p>
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		<item>
		<title>Empresas do CE, PE e PB terão US$ 300 mil</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Corporação Interamericana de Investimentos (CII), braço do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="texto_noticia">
<p>Uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Corporação Interamericana de Investimentos (CII), braço do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), irá contribuir para que as empresas do Ceará, Pernambuco e Paraíba identifiquem os problemas que dificultam o acesso ao crédito e melhorem, de um modo geral, a gestão empresarial.</p>
<p>A parceria entre as instituições resultou no Programa Financiamento Inovador de Empresas de Pequeno e Médio Porte (Finpyme), que será lançado hoje (1º), pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), por meio do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (INDI). O lançamento ocorrerá às 13 horas, na Casa da Indústria, e contará com a presença de representantes do BNDES, do BNB e da CNI. O encontro busca a interação dos convidados com a equipe da CII, que estará na capital cearense para apresentar o Programa.</p>
<p>O Finpyme, que será executado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), terá  recursos de US$ 300 mil e beneficiará inicialmente 120 empresas nos estados do Ceará, Paraíba e Pernambuco até o fim de 2013. O Programa implementa uma metodologia de identificação e diagnóstico de empresas para melhorar a posição competitiva, bem como o acesso a fontes de financiamento a seus projetos de expansão. Ceará, Paraíba e Pernambuco fazem parte dos estados-pilotos da iniciativa e servirão de exemplo para outras unidades federativas do país.</p>
<p>“O objetivo é que os empresários despertem o interesse para a melhoria da gestão empresarial no sentido mais amplo. As empresas devem buscar uma gestão de layouts, produtos e inovação, além da gestão financeira. Para isso, o diagnóstico servirá para norteá-las rumo a melhor rentabilidade, competitividade e acesso ao crédito”, diz o diretor geral do INDI, Carlos Matos.</p>
<p><strong>40 EMPRESAS NO CEARÁ</strong><br />
No Ceará, o Programa será aplicado nos sindicatos patronais ligados à Fiec, quando serão identificadas as 40 pequenas e médias empresas que serão beneficiadas com a iniciativa. A parceria vai financiar, sem reembolso, os diagnósticos sobre as gestões das empresas. Na contrapartida, cabe às empresas aceitarem as sugestões e aplicá-las devidamente no cotidiano. Todo o processo terá a duração entre oito e nove meses.<br />
“Entendemos que o Programa é uma iniciativa integral de serviços de alto valor agregado que garantirá o crescimento das pequenas e médias empresas de forma sustentável, abrindo portas ao conhecimento, à tecnologia, aos mercados e ao financiamento”, afirma Carlos Matos.</p>
<p><strong>DIFICULDADES</strong><br />
De acordo com o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, dentre os principais problemas para as empresas obterem empréstimos para capital de giro ou investimento está a falta de organização, sobretudo, na contabilidade e nas finanças. “Essa organização é necessária para dar mais segurança ao agente financeiro, o que facilita o empréstimo”, explica Fonseca.</p>
<p>Segundo ele, além de verificar se estão bem estruturadas para pedir financiamentos, as empresas identificarão os tipos de créditos mais adequados às suas necessidades. Fonseca destaca que é comum, por exemplo, empresas obterem recursos para capital de giro quando há crédito mais barato voltado para investimento. “O intuito é entender o problema das empresas e auxiliá-las em mudanças de políticas e procedimentos que facilitarão a obtenção de recursos”, diz.</p>
<p><strong>REQUISITOS</strong><br />
As companhias a serem selecionadas deverão cumprir os requisitos de estarem em pleno funcionamento no Ceará com três anos de operação, e, de preferência, com balanços financeiros auditados por consultorias independentes. Devem possuir ainda um faturamento anual de no mínimo US$ 500 mil. Estão excluídas aquelas que atuam nos ramos bélicos, tabaco, materiais radioativos, fibras de amianto não aglutinadas e com produtos sujeitos à retirada escalonada. Além disso, devem funcionar em conformidade com as leis locais referentes aos padrões ambientais e de segurança do trabalho.  Após a identificação, as empresas vão assinar um termo de adesão ao Finpyme.</p>
<p>O objetivo da CNI é estender o projeto para os demais estados e o Distrito Federal, a partir de parcerias com outras instituições financeiras, como o BNDES, que já mostraram interesse na iniciativa. No futuro, a CNI também ajudará empresas a resolverem os problemas apontados nos diagnósticos e desenvolver projetos para obtenção de recursos com agentes financeiros. Além disso, o Programa deverá ser incluído nos serviços de consultoria prestados pelos núcleos de acesso ao crédito que serão instalados em federações de indústrias a partir deste ano.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62445">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62445</a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Pagamento da parcela do Simples Nacional de janeiro é prorrogado para março</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/pagamento-da-parcela-do-simples-nacional-de-janeiro-e-prorrogado-para-marco/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os micro e pequenos empresários e os empreendedores individuais que fazem o recolhimento simplificado de tributos ganharam mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os micro e pequenos empresários e os empreendedores individuais que fazem o recolhimento simplificado de tributos ganharam mais tempo para pagar a parcela de janeiro. A Receita Federal prorrogou para 12 de março o vencimento do Simples Nacional referente ao mês passado. Originalmente, o pagamento teria de ser recolhido até 22 de fevereiro.</p>
<p>De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), coordenado pela Receita e responsável pelo regime especial, a adaptação do programa de computador que calcula o valor da parcela em relação aos novos limites de enquadramento provocou a mudança de data. O aplicativo, que ficaria pronto no início de fevereiro só estará disponível em 5 de março.</p>
<p>O Fisco esclareceu que tanto os contribuintes já inscritos no Simples Nacional como os que pediram a adesão em janeiro não terão nenhum prejuízo em relação às opções e ao pagamento dos tributos. Isso porque o novo aplicativo de cálculo estará ajustado com os novos benefícios e limites que entraram em vigor neste ano.</p>
<p>O limite máximo de faturamento anual passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil para microempresas e de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas. Para os empreendedores individuais, profissionais autônomos formalizados, o teto subiu de R$ 36 mil para R$ 60 mil.</p>
<p>O Comitê Gestor do Simples Nacional também estabeleceu o prazo de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN). O documento poderá ser enviado até 16 de abril, e o aplicativo para o preenchimento dos dados estará disponível a partir 1º de março. As empresas com sede em municípios que tiverem decretado calamidade pública até 16 de abril poderão entregar o documento em 30 de junho. Este é o último ano em que os contribuintes terão de enviar a DASN.</p>
<p>Nesta terça-feira, 31, acabou o prazo para pedir novas adesões ao Simples Nacional. De acordo com o comitê gestor do programa, 244.501 contribuintes pediram a inclusão no programa dentro do prazo. A Receita Federal processará as requisições e divulgará o resultado final até 15 de fevereiro.</p>
<p>Criado em 2007, o Simples Nacional reúne, em um pagamento único, seis tributos federais: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e contribuição patronal para o INSS.</p>
<p>O recolhimento simplificado também abrange o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados e o Distrito Federal, e o Imposto Sobre Serviços (ISS), de responsabilidade dos municípios. No Simei, os empreendedores individuais pagam 5% sobre o salário mínimo (R$ 31,10 por mês) à Previdência Social, além de R$ 1 de ICMS ou R$ 5 de ISS, dependendo do ramo de atividade. Atualmente, 5,7 milhões de empresas e 1,8 milhão de empreendedores individuais fazem o recolhimento simplificado de tributos.</p>
<div><em><span style="color: #999999;">Agência Brasil</span></em></div>
<div></div>
<div><em><span style="color: #999999;"><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/02/01/noticiaseconomia,2776829/pagamento-da-parcela-do-simples-nacional-de-janeiro-e-prorrogado-para-marco.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/02/01/noticiaseconomia,2776829/pagamento-da-parcela-do-simples-nacional-de-janeiro-e-prorrogado-para-marco.shtml<br />
</a></span></em></div>
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		<title>Maior preocupação do brasileiro é a inflação</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/maior-preocupacao-do-brasileiro-e-a-inflacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[54% acreditam que a inflação aumentará nos próximos seis meses. O indicador está 4,3% pior, ante dezembro Brasília/Fortaleza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>54% acreditam que a inflação aumentará nos próximos seis meses. O indicador está 4,3% pior, ante dezembro</p>
<p></em><strong>Brasília/Fortaleza</strong> A inflação se mantém como a principal preocupação do consumidor brasileiro, mostra pesquisa divulgada ontem pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).</p>
<p>O levantamento, que mede a expectativa dos brasileiros em relação à economia, aponta que 54% dos entrevistados responderam que acreditam que a inflação vai aumentar nos próximos seis meses, enquanto que outros 15% afirmam que os preços vão crescer muito.</p>
<p>O indicador está 4,3% pior na comparação com o mês passado e 7,4% inferior ao registrado em janeiro de 2011, o que sinaliza aumento do pessimismo com a evolução dos preços.</p>
<p>Entre os preocupados com a inflação, está o empresário Angelo Gabriele. &#8220;Minha preocupação é porque não consigo entender os índices divulgados para a inflação&#8221;, explica. &#8220;Não acredito que estes sejam os índices reais. Todos os preços sobem acima da inflação. Cesta básica, aluguel, gasolina, mensalidade do colégio, tudo não fica por menos de 10% mais caro. Quando anunciam uma inflação de 6%, é confuso entender&#8221;.</p>
<p>Para driblar os reajustes elevados, Angelo Gabriele diz que a educação financeira é o melhor caminho. &#8220;Não compro nada antes de pesquisa os preços&#8221;, ensina o empresário. &#8220;E só compro se não for comprometer o orçamento no fim do mês&#8221;. A lição foi aprendida com o pai. &#8220;Toda a minha família tem esse cuidado&#8221;, diz. &#8220;São tantas ofertas, que precisamos ter cuidado&#8221;. A sugestão de Angelo é pesquisar além das lojas físicas. &#8220;Há sites e aplicativos que compraram preços de um mês produtos&#8221;, afirma. &#8220;A inadimplência decorre também de não saber gastar o dinheiro que ganha. Se não é essencial, porque comprar logo? Tem que esperar, analisar melhor e comprar quando puder pagar sem se endividar além da capacidade financeira&#8221;.</p>
<p><strong>Desemprego<br />
</strong><br />
Já a preocupação com o desemprego se reduziu em relação a dezembro, já que o índice foi 5,1% maior (quanto maior o índice, menor o medo de ficar desempregado). A expectativa em relação à renda pessoal permaneceu estável na comparação com dezembro, e a avaliação sobre a atual situação financeira e endividamento melhorou, tanto em relação a dezembro quanto na comparação com o mesmo mês de 2011.</p>
<p><strong>Consumo<br />
</strong><br />
Os brasileiros também começaram 2012 menos propensos a consumir do que estavam no começo de 2011. O Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) registrou 113,6 pontos neste mês, alta de 0,2 ponto percentual em relação a dezembro, ou seja, quase estável. É o maior patamar desde março do ano passado. A pesquisa da entidade foi realizada entre 12 e 16 de janeiro, com 2.002 pessoas.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100008">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100008</a></p>
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		<title>92% planejam dar aumento</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/92-planejam-dar-aumento/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo. O International Business Report (IBR) 2012 da Grant Thornton apontou que 92% dos empresários brasileiros pretendem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo.</strong> O International Business Report (IBR) 2012 da Grant Thornton apontou que 92% dos empresários brasileiros pretendem aumentar o salário dos seus colaboradores nos próximos 12 meses, um aumento de 18 pontos porcentuais na comparação com o terceiro trimestre.</p>
<p>O percentual ficou bem acima da média global, que foi de 66%. A pesquisa engloba mais de 11.500 mil empresas privadas em 40 países. Foram entrevistados CEOs, diretores, presidentes e outros executivos seniores, levando em conta os cargos mais relevantes para cada país.</p>
<p><strong>Argentina lidera</strong></p>
<p>Entre os países que mais pretendem elevar a remuneração de seus funcionários estão Argentina (100%), México (98%), Suécia (95%), Brasil (92%), Bélgica (90%), Canadá (88%), Índia (87%) e Austrália (85%).</p>
<p>Entre os mais pessimistas com relação à remuneração estão Grécia (4%) e Japão (24%), ambos apresentando queda de 16 p.p e 9 p.p em relação ao último trimestre. Dos donos e diretores entrevistados no Brasil que pretendem elevar os salários, 40% disseram que o aumento deve ser acima da inflação, 10 pontos a mais do que no último trimestre. Os empresariados da Tailândia (78%) e do Peru (52%) são os que mais esperam aumentar os salários acima da taxa de inflação.</p>
<p><strong>América Latina</strong></p>
<p>Regionalmente, a América Latina e os países nórdicos (93% e 86%, respectivamente) apresentam o maior percentual de empresários que devem elevar os salários nos próximos 12 meses. Em seguida aparecem a América do Norte (77%) e países do G7 (Alemanha, França, Itália, Reino Unido, EUA, Canadá e Japão), com 61%.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100034">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100034</a></p>
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		<title>Focus: Selic para fim de 2012 segue em 9,50%</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília O mercado financeiro manteve a previsão de que o juro básico da economia brasileira deve terminar 2012 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasília</strong> O mercado financeiro manteve a previsão de que o juro básico da economia brasileira deve terminar 2012 em 9,50% ao ano. O ritmo dos cortes, porém, voltou a mudar na primeira pesquisa Focus divulgada após a ata da reunião de janeiro do Comitê de Política Monetária (Copom), quando diretores do Banco Central admitiram que a taxa Selic caminha para patamares de um dígito. Agora, o mercado prevê que o ciclo de cortes terminará em maio.</p>
<p>Pesquisa semanal realizada junto aos analistas do mercado e divulgada pelo BC revela que analistas mantêm a aposta de que a Selic deve ser cortada em 0,50 ponto porcentual na reunião marcada para março, quando o juro deve cair para 10% ao ano. Para a reunião de abril, a expectativa de corte foi aumentada, já que a previsão para o juro caiu de 9,75% para 9,63%. A mediana das estimativas &#8220;quebrada&#8221; indica divisão dos entrevistados quanto à possibilidade de uma redução de 0,25 ponto ou de 0,50 pp.</p>
<p>O mercado já dá como certo o fim do ciclo de cortes do juro em maio, quando aconteceria o último corte, já que a estimativa para a taxa Selic nesse mês caiu de 9,75% para 9,50%. Assim, a taxa cairia dos 9,63% previstos para abril para 9,50% A partir daí, o juro segue nesse patamar até o fim do ano e voltaria a subir apenas em 2013, prevê o mercado. Pelas contas do mercado, o juro deve terminar 2013 em 10,38%.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100011">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100011</a></p>
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		<title>Pagamento do novo Mínimo anima varejo</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/pagamento-do-novo-minimo-anima-varejo/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Salário reajustado começa a ser pago amanhã e deve aquecer as vendas em um mês considerado &#8220;fraco&#8221; Período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Salário reajustado começa a ser pago amanhã e deve aquecer as vendas em um mês considerado &#8220;fraco&#8221;</em></p>
<p>Período tradicionalmente ruim para o comércio, o mês de fevereiro deverá ter um reforço especial para incrementar as vendas em 2012: o novo salário mínimo, de R$ 622, que começará a ser pago amanhã.</p>
<p>&#8220;A expectativa é muito boa. Esse novo salário vai recompor o poder de compra da população. No ano passado, houve muita inflação, mas, com esse aumento, não tenho dúvida de que as vendas vão melhorar, já a partir de fevereiro&#8221;, projeta o presidente do Sindilojas, Cid Alves.</p>
<p>Segundo ele, o período do Carnaval, que nesse ano cai no segundo mês do ano, já deverá ter uma sensível melhora em relação ao do ano passado: &#8220;As pessoas vão gastar mais, vão brincar mais&#8221;, acrescenta.</p>
<p><strong>Impacto</strong></p>
<p>Segundo cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), no Ceará, a nova remuneração básica deverá injetar cerca de R$ 50 milhões mensalmente e um montante de R$ 47 bilhões no País em 2012.</p>
<p>Mais de 47 milhões de trabalhadores brasileiros têm seus rendimentos referenciados no salário mínimo, conforme o Dieese.</p>
<p>O reajuste superior a 14% foi o maior desde 2006, quando o Mínimo teve um incremento de cerca de 16%. De 2005, ano em que valia R$ 300, para cá, esse salário mais que dobrou.</p>
<p>Para Cid Alves, o impacto no Estado e em vizinhos do Nordeste é propenso a ser ainda mais elevado. &#8220;Aqui, temos um número de trabalhadores muito maior ganhando uma faixa salarial baixa&#8221;, frisa.</p>
<p><strong>Setores</strong></p>
<p>O presidente do Sindilojas avalia que, de modo geral, a economia cearense se beneficia, mas alguns setores em especial tendem a ganhar de modo mais intenso, como o de alimentos e o de material de construção.</p>
<p>&#8220;Quando o consumidor ganha um pouco a mais, ele pode colocar uma comida de melhor qualidade na sua mesa, pode pensar em uma reforma para melhorar sua casa e todo o comércio acaba sendo influenciado positivamente com isso&#8221;, diz Alves, citando também os segmentos de confecção e calçados como um dos que mais devem tirar proveito dos novos ganhos.</p>
<p><strong>Expectativa</p>
<p></strong>&#8220;A expectativa é muito boa. Esse novo salário vai recompor o poder de compra da população e aumentar as vendas&#8221;<br />
Cid Alves<br />
Presidente do Sindilojas</p>
<p><em><strong>VICTOR XIMENES<br />
</strong>REPÓRTER</em></p>
<p><em><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100054">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100054</a><br />
</em></p>
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		<title>Serasa: atrasos nas empresas subiram 19%</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/serasa-atrasos-nas-empresas-subiram-19/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo A inadimplência das empresas cresceu 19% em 2011 na comparação com 2010, a maior elevação desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo</strong> A inadimplência das empresas cresceu 19% em 2011 na comparação com 2010, a maior elevação desde 2009, ano do agravamento da crise econômica internacional &#8211; quando havia subido 25,1% ante 2008.</p>
<p>Em dezembro, a alta ficou em exatos 23,7% ante o mesmo mês do ano anterior. Já na relação com novembro, foi verificada queda de 4,1%, segundo indicador divulgado ontem pela Serasa Experian.</p>
<p>Entre os motivos para o cenário, os economistas da Serasa apontam &#8220;o aumento da inflação, que pressionou os custos dos negócios, os juros elevados, que tornaram o capital de giro mais caro e a queda da atividade econômica no segundo semestre, dificultando as vendas e ampliando os estoques.&#8221; De acordo com alguns especialistas, o aumento da inadimplência do consumidor, que elevou o risco de crédito e definiu perdas financeiras, também influenciou.</p>
<p>A Serasa aponta, no entanto, que a queda na comparação de 4,1% no último mês de 2011 frente a novembro &#8220;pode ser um sinal de que a inadimplência das empresas está perdendo um pouco o fôlego&#8221;.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100018">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100018</a></p>
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		<title>Vendas fracionadas: afixação de preços poderá ser obrigatória</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/vendas-fracionadas-afixacao-de-precos-podera-ser-obrigatoria-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A afixação de preços em todo produto vendido em frações poderá se tornar obrigatória. A proposta, em análise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A afixação de preços em todo produto vendido em frações poderá se tornar obrigatória. A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, será incluída na Lei 10.962/04, que regulamenta a oferta e a afixação de preços de produtos e serviços para o consumidor.</p>
<p>De acordo com o autor do Projeto de Lei 2622/11, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), a medida prevê que, na venda de produtos fracionados em pequenas quantidades no varejo, o comerciante deverá informar, além do preço do produto à vista, o preço correspondente a uma das seguintes unidades fundamentais de medida: capacidade, massa, volume, comprimento ou área, de acordo com a forma habitual de comercialização de cada tipo de produto.</p>
<p><strong>PREÇOS OCULTADOS</strong><br />
Segundo Crivella, no mercado consumidor brasileiro, muitos produtos são oferecidos em quantidades pequenas, de forma que o aparente baixo valor, nas prateleiras, oculta a prática de preços elevados, se considerados por medida, ou seja, por unidade, quilo, litro ou metro.</p>
<p>O autor cita como exemplo o caso do orégano, cujo pacote de três gramas, vendido a R$ 2, custa na verdade R$ 666 o quilo. No caso da pimenta branca, o produto pode chegar a custar R$ 750 o litro, ou ainda o gergelim, que chega a ser vendido por mais de R$ 300 o quilo. “O exemplo mais gritante é o de tinta para impressora. Vendido em pequenas embalagens, de três a dez mililitros, o litro pode passar dos R$ 15 mil. Tal prática, que consideramos abusiva, é facilitada pelo fato de não estar disponível ao consumidor, de forma fácil e direta, o preço praticado por unidade de medida”, afirma Crivella.</p>
<p>Segundo a Agência Câmara, a proposta segue em regime de prioridade e será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso a proposta seja transformada em lei, a regra não valerá para a venda de medicamentos.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62396">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62396</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vendas fracionadas: afixação de preços poderá ser obrigatória</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A afixação de preços em todo produto vendido em frações poderá se tornar obrigatória. A proposta, em análise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A afixação de preços em todo produto vendido em frações poderá se tornar obrigatória. A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, será incluída na Lei 10.962/04, que regulamenta a oferta e a afixação de preços de produtos e serviços para o consumidor.</p>
<p>De acordo com o autor do Projeto de Lei 2622/11, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), a medida prevê que, na venda de produtos fracionados em pequenas quantidades no varejo, o comerciante deverá informar, além do preço do produto à vista, o preço correspondente a uma das seguintes unidades fundamentais de medida: capacidade, massa, volume, comprimento ou área, de acordo com a forma habitual de comercialização de cada tipo de produto.</p>
<p><strong>PREÇOS OCULTADOS</strong><br />
Segundo Crivella, no mercado consumidor brasileiro, muitos produtos são oferecidos em quantidades pequenas, de forma que o aparente baixo valor, nas prateleiras, oculta a prática de preços elevados, se considerados por medida, ou seja, por unidade, quilo, litro ou metro.</p>
<p>O autor cita como exemplo o caso do orégano, cujo pacote de três gramas, vendido a R$ 2, custa na verdade R$ 666 o quilo. No caso da pimenta branca, o produto pode chegar a custar R$ 750 o litro, ou ainda o gergelim, que chega a ser vendido por mais de R$ 300 o quilo. “O exemplo mais gritante é o de tinta para impressora. Vendido em pequenas embalagens, de três a dez mililitros, o litro pode passar dos R$ 15 mil. Tal prática, que consideramos abusiva, é facilitada pelo fato de não estar disponível ao consumidor, de forma fácil e direta, o preço praticado por unidade de medida”, afirma Crivella.</p>
<p>Segundo a Agência Câmara, a proposta segue em regime de prioridade e será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso a proposta seja transformada em lei, a regra não valerá para a venda de medicamentos.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62396">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62396</a></p>
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		<title>Receita pode prorrogar vencimento da parcela de janeiro</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/receita-pode-prorrogar-vencimento-da-parcela-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:19:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Receita Federal pode prorrogar o prazo de recolhimento da parcela de janeiro do Simples Nacional, regime simplificado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal pode prorrogar o prazo de recolhimento da parcela de janeiro do Simples Nacional, regime simplificado de tributação para micro e pequenas empresas. A adaptação do programa de computador que calcula o valor do pagamento em relação aos novos limites de enquadramento pode fazer o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) alterar a data de vencimento.</p>
<p>Em princípio, o recolhimento dos tributos de janeiro está previsto para vencer no dia 22. No entanto, a data pode ser revista caso o programa de computador não fique pronto nos próximos dias. “Na hipótese de o aplicativo (programa) não ser disponibilizado no início de fevereiro, o Comitê Gestor do Simples Nacional decidirá sobre uma possível prorrogação do vencimento da competência de janeiro de 2012”, informou, em comunicado, a Receita Federal, que coordena o CGSN.</p>
<p>O Fisco esclareceu que tanto os contribuintes já inscritos no Simples Nacional como os que pediram a adesão em janeiro não terão nenhum prejuízo em relação às opções e ao pagamento dos tributos. Isso porque o novo aplicativo de cálculo estará ajustado com os novos benefícios e limites que entraram em vigor neste ano.</p>
<p>O limite máximo de faturamento anual passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil para microempresas e de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas. Para os empreendedores individuais, profissionais autônomos formalizados, o teto subiu de R$ 36 mil para R$ 60 mil.</p>
<p>Criado em 2007, o Simples Nacional reúne, em um pagamento único, seis tributos federais: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e contribuição patronal para o INSS.</p>
<p>O recolhimento simplificado também abrange o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados e o Distrito Federal, e o Imposto Sobre Serviços (ISS), de responsabilidade dos municípios. No Simei, os empreendedores individuais pagam 5% sobre o salário mínimo (R$ 31,10 por mês) à Previdência Social, além de R$ 1 de ICMS ou R$ 5 de ISS, dependendo do ramo de atividade.</p>
<p>Atualmente, 5,7 milhões de empresas e 1,8 milhão de empreendedores individuais fazem o recolhimento simplificado de tributos. O prazo para novas adesões ao sistema acaba nesta terça-feira, 31, às 23h59m59s. Até as 6h, 217 mil novos contribuintes haviam pedido a inclusão no programa.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/31/noticiaseconomia,2776302/receita-pode-prorrogar-vencimento-da-parcela-de-janeiro.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/31/noticiaseconomia,2776302/receita-pode-prorrogar-vencimento-da-parcela-de-janeiro.shtml</a></p>
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		<title>Fevereiro</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 13:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Síntese]]></category>

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		<description><![CDATA[Calendário de obrigações de Fevereiro de 2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Calendário de obrigações de Fevereiro de 2012]]></content:encoded>
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		<title>Operadoras de cartões devem mais</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a Secretaria de Finanças do Município de Fortaleza, débito ultrapassa a marca de R$ 640 milhões Rigorosas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo a Secretaria de Finanças do Município de Fortaleza, débito ultrapassa a marca de R$ 640 milhões</em></p>
<p>Rigorosas nas cobranças de dívidas, na aplicação de multas por atraso nos pagamentos dos clientes e praticantes das maiores taxas de juros do mercado nacional, em torno de 10% ao mês, as administradoras de cartão de crédito não reservam o mesmo zelo quando o assunto é pagar as obrigações tributárias. Em Fortaleza, esse segmento lidera a inadimplência do Imposto sobre Serviços (ISS), com dívidas junto à prefeitura municipal de R$ 640,82 milhões.</p>
<p>Esse valor representa 54,9%, do R$ 1,16 bilhão em dívidas que a Cidade tem a receber só de ISS. Os demais 45% estão divididos em outros 10 grupos de segmentos prestadores de serviços, que trazem à frente os planos de saúde, cuja inadimplência registrada pela Secretaria de Finanças do Município (Sefin) soma quase R$ 100 milhões, ou mais precisamente, R$ 98,27 milhões, o correspondente a 8,42% do &#8220;bolo&#8221; da dívida do tributo.</p>
<p>Em terceiro lugar na lista dos devedores de ISS estão os prestadores de serviços de conserto, manutenção e conservação de veículos, motores, elevadores etc, com inadimplência de R$ 31,6 milhões. No fim da relação, com débitos inscritos de R$ 12 milhões, aparecem as representações de qualquer natureza, inclusive comerciais.</p>
<p><strong>Apuração</p>
<p></strong>Apurado desde 2006, o saldo da dívida do ISS vem sendo ampliado ano a ano. O exercício de 2011 foi, no entanto, o que registrou a maior inadimplência com o imposto, somando R$ 377,36 milhões, o equivalente a quase um terço, ou 32,3% do total da dívida levantada pela Sefin, nos últimos seis anos. Esse valor é semelhante aos R$ 333,76 milhões anotados em 2006, mas o triplo dos R$ 120,82 milhões registrados em 2010.</p>
<p>Conforme dados da Sefin, do total da dívida do ISS, apenas R$ 97,68 milhões, o correspondente a 8,37% foram &#8220;negociados&#8221;, ou seja, foram parcelados, executados ou acordados com os devedores. O R$ 1,07 bilhão restante constam apenas no ativo do município, como contas a receber.</p>
<p>Maior fonte de receita própria da Prefeitura de Fortaleza, o ISS deve render aos cofres do município este ano, R$ 475 milhões. Esse montante representa 9,5% dos R$ 5 bilhões em receitas previstas no orçamento de 2012, mas 40% do que tem a receber dos inadimplentes do tributo contabilizados a partir de 2006.</p>
<p><strong>CARLOS EUGÊNIO<br />
</strong>REPÓRTER</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1099621">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1099621</a></p>
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		<title>Prazo de recolhimento termina amanhã</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/prazo-de-recolhimento-termina-amanha/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Termina amanhã (31) o prazo para realizar o pagamento da contribuição sindical patronal aos seus respectivos sindicatos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Termina amanhã (31) o prazo para realizar o pagamento da contribuição sindical patronal aos seus respectivos sindicatos de classe, que vale tanto para empresas industriais quanto ao comércio de bens, serviços e turismo. A contribuição, recolhida anualmente, é obrigatória e está prevista no artigo 8º da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).</p>
<p>No comércio, em caso de inexistência de sindicato da categoria, a Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE) deve ser procurada para a contribuição, que deve ser feita pelas empresas não optantes do Sistema Simples. O prazo para trabalhadores autônomos vai até 29 de fevereiro.</p>
<p><strong>A CONTRIBUIÇÃO</strong><br />
De natureza tributária, a contribuição é recolhida compulsoriamente pelos empregadores, em janeiro de cada ano, e pelos trabalhadores, em abril de cada ano. A contribuição que incide sobre o capital social da empresa está dividida em faixas, conforme valores definidos em tabela. Está prevista nos artigos 578 a 591 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).</p>
<p>Do montante arrecadado com a contribuição sindical, 60% ficam com o sindicato que representa a categoria – mesmo se a empresa não for sindicalizada –, enquanto o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) recebe 20% e as federações das indústrias, 15%. À Confederação Nacional da Indústria (CNI) cabem 5% do total. Na ausência do sindicato, porém, a Federação fica com 60%, o MTE com 20% &#8211; que irá para a Conta Especial Emprego e Salário, vinculada do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) &#8211; e a CNI com 20%.</p>
<p><strong>EMPRESAS INDUSTRIAIS</strong><br />
Para o recolhimento da contribuição sindical de 2012 das empresas industriais, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) está disponibilizando as guias com código de barras pelo site http://sindical.sistemaindustria.org.br. As empresas ou entidades cujo capital social seja igual ou inferior a R$ 10.746,89 são obrigadas ao recolhimento da contribuição sindical mínima de R$ 85,98, de acordo com o disposto no § 3º art. 580 da CLT.<br />
Para as empresas ou entidades com capital social superior a R$ 114.633.544,81 recolherão a contribuição máxima de R$ 40.465,64, de acordo com o disposto no § 3º do art. 580 da CLT.</p>
<p><strong>PAGAMENTO FORA<br />
DO PRAZO</strong><br />
O pagamento fora do prazo, previsto em lei, de acordo com o artigo 600 da CLT, acarretará no acréscimo de multa de 10% nos 30 primeiros dias, adicional de 2% por mês subsequente de atraso, juros de mora de 1% ao mês e correção monetária, ficando o infrator, nesse caso, isento de outra penalidade. O montante das cominações reverterá em favor do Sindicato. Empresas estabelecidas após o dia 31 de janeiro deverão recolher a contribuição quando fizerem o requerimento de registro ou licença para o exercício da respectiva atividade.<br />
Quem não fizer o pagamento estará sujeito ao artigo 114, inciso III da Constituição Federal, cuja nova redação, dada pela Emenda Constitucional 45/2004, o qual estabelece que compete à Justiça do Trabalho os conflitos que envolvam a cobrança de contribuições devidas às entidades sindicais, como a contribuição confederativa, a sindical ou a associativa. Ou seja, em caso de não pagamento, cabe às entidades promover a cobrança judicial perante a Justiça do Trabalho.</p>
<p>O recolhimento da contribuição sindical poderá ser efetuado nos canais da Caixa Econômica Federal, tais como agências, unidades lotéricas, correspondentes bancários e postos de autoatendimento. A referida contribuição também pode ser paga no Banco do Brasil ou em quaisquer estabelecimentos bancários nacionais integrantes do Sistema de Arrecadação de Tributos Federais.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62302">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62302</a></p>
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		<title>AJE empossa nova Coordenação Geral</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova Coordenação Geral da Associação de Jovens Empresários de Fortaleza (AJE), eleita no último mês de dezembro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Coordenação Geral da Associação de Jovens Empresários de Fortaleza (AJE), eleita no último mês de dezembro, será empossada no dia 1º de fevereiro, durante solenidade realizada na sede da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), às 19h30. Na ocasião, também serão homenageadas personalidades que contribuem para a evolução do setor empresarial e para o desenvolvimento sócio-econômico do Estado.<br />
O jovem empresário Tiago Diógenes de Carvalho será empossado como coordenador geral da AJE Fortaleza para a nova gestão, que terá duração de um ano. A nova coordenação também inclui os seguintes associados: Marcus Vinícius Caldas Saraiva (coordenador administrativo financeiro); Daniel Furlani de Sá Cavalcante (coordenador de estudos e pesquisas); Diego Carneiro Cabral Ferreira (coordenador de integração); Kássio César Oliveira e Silva (coordenador de eventos); Alexandrino Malveira Diógenes (coordenador de desenvolvimento sustentável); Marcelo Sampaio de Couto Melo (coordenador de comunicação); Ricardo Dreher de Palhano (coordenador de intercâmbio); e Raimundo Correia Ferreira Neto (representante da AJE junto à FAJECE).<br />
De acordo com Tiago Diógenes de Carvalho, a nova coordenação da AJE Fortaleza pretende dar continuidade à formação de novos líderes no meio empresarial por meio de palestras, congressos, visitas técnicas e grupos de estudo. A nova coordenação também irá apoiar e incentivar iniciativas que busquem, de forma sustentável, fomentar o crescimento do Estado, além de realizar campanhas de combate ao uso de drogas.<br />
“Queremos buscar entender o desenvolvimento de países que passaram de uma economia falida para de alto crescimento e desenvolvimento e, através desse intercâmbio, absorver modelos de sucesso”, conta, sobre os planos para uma nova missão empresarial internacional.</p>
<p>RECONHECIMENTO<br />
Durante a solenidade de posse da nova coordenação geral da AJE, será realizada a entrega das comendas Jovem Mentalidade Empreendedora e Jovem Mentalidade Empreendedora Social. Criadas em 1992, as comendas têm o objetivo de reconhecer as personalidades que deram uma contribuição significativa para a evolução do Estado na área empresarial e na área social, respectivamente.<br />
Em sua 21ª edição, a entrega das comendas homenageará o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Roberto Macêdo, que receberá a comenda Jovem Mentalidade Empreendedora; o cantor e compositor Raimundo Fagner, que será homenageado com a comenda Jovem Mentalidade Empreendedora Social; além disso, a presidenta do jornal O Estado, Wanda Palhano, será a primeira pessoa a ser agraciada com o título de Associado Benemérito da entidade, em reconhecimento à sua contribuição ao progresso do movimento jovem empresário.<br />
PERFIL &#8211; Tiago Diógenes de Carvalho, coordenador geral Nascido em Fortaleza, tem 32 anos, é administrador formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e pós-graduando em Marketing. Reconhecido pelo seu engajamento no movimento do empreendedorismo jovem cearense e, consequentemente, brasileiro, foi eleito pelos associados à AJE Fortaleza como coordenador geral para a Gestão 2012. É empresário do ramo de pesquisas, onde já coordenou atividades nos âmbitos sociais, eleitorais e mercadológicos, como o Mapeamento Cultural de Fortaleza, Sete Sentimentos Capitais &#8211; a exploração sexual de crianças e adolescentes em Fortaleza, Perfil socioeconômico dos catadores de materiais recicláveis em Fortaleza, Revalidação dos dados do cadastramento único para programas sociais do Governo Federal, Pesquisa quantitativa e qualitativa com ex-clientes do programa Crediamigo-BNB e Mapa da discriminação étnico-racial em Fortaleza. Iniciou atividade no setor de pesquisas na campanha eleitoral de 1996, foi diretor de pesquisas do Instituto Municipal de Pesquisas, Administração e Recursos Humanos &#8211; IMPARH entre os anos de 2005 e 2008 e hoje é diretor-proprietário da empresa Vestigius Pesquisas (www.vestigiuspesquisas.com.br).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Posse da Coordenação Geral da AJE Fortaleza<br />
Data: 1º de fevereiro de 2012<br />
Local: Federação das Indústrias do Ceará (Fiec)<br />
Horário: 19h30</em></p>
<p><em><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62330">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=62330</a><br />
</em></p>
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		<item>
		<title>Adesões ao Simples Nacional e ao Simei ultrapassam expectativa da Receita Federal</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[As adesões aos regimes especiais de tributação para micro e pequenas empresas e profissionais autônomos estão prestes a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As adesões aos regimes especiais de tributação para micro e pequenas empresas e profissionais autônomos estão prestes a ultrapassar as expectativas do Fisco. De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional, coordenado pela Receita Federal, 214.067 empresas e profissionais autônomos haviam pedido o enquadramento no Simples Nacional e no regime para os empreendedores individuais até às 18h deste domingo, 29, de um total de 215 mil contribuintes esperados para este ano.</p>
<p>Segundo a Receita, a marca será superada nesta terça-feira, 31, último dia de pedidos de inclusão de micro e pequenas empresas no Simples Nacional e de trabalhadores autônomos no sistema especial dos empreendedores individuais, chamado de Simei. Quem perder a data só poderá ingressar nos regimes especiais de tributação em 2013.</p>
<p>A adesão pode ser feita somente no <a href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/modulos/inicio/index.htm">Portal do Simples Nacional</a>. Quem agendou o pedido em novembro ou dezembro e não tiver pendências com o Fisco será incluído automaticamente no programa. Apenas as empresas em início de atividade conseguirão se registrar depois de janeiro, mas elas têm até 30 dias após a obtenção do registro para fazer o pedido.</p>
<p>Os empreendedores individuais terão de cumprir duas etapas. Primeiramente, eles precisam aderir ao Simples Nacional. Em seguida, será necessário entrar no Portal do Empreendedor para pedir o enquadramento no Simei. Atualmente, 5,7 milhões de empresas e 1,8 milhão de empreendedores individuais fazem o recolhimento simplificado.</p>
<p>Neste ano, os valores das faixas de enquadramento foram ampliados. O limite máximo de faturamento anual passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil para microempresas e de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas. Para os empreendedores individuais, o teto subiu de R$ 36 mil para R$ 60 mil.</p>
<p>Criado em 2007, o Simples Nacional reúne, em um pagamento único, seis tributos federais: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e contribuição patronal para o INSS.</p>
<p>O recolhimento simplificado também abrange o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados e o Distrito Federal, e o Imposto Sobre Serviços (ISS), de responsabilidade dos municípios. No Simei, os empreendedores individuais pagam 5% sobre o salário mínimo (R$ 31,10 por mês) à Previdência Social, além de R$ 1 de ICMS ou R$ 5 de ISS, dependendo do ramo de atividade.</p>
<p>Este será o último ano em que os empreendedores individuais e os micro e pequenos empresários precisam entregar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN). O prazo para o envio dos dados referentes a 2011 acabará em 31 de março. Para as informações de 2012 em diante, a DASN será abolida.</p>
<p>As informações socioeconômicas passarão a ser entregues anualmente por meio da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis). Os tributos do Simples Nacional passam a ser declarados automaticamente todo mês, no programa gerador do documento de pagamento dos impostos.</p>
<div><em><span style="color: #999999;">Agência Brasil</span></em></div>
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		<title>Mudança em trading beneficia pequena e media empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A mudança das regras para a atuação de trading companies no País deverá resultar no aumento das exportações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mudança das regras para a atuação de trading companies no País deverá resultar no aumento das exportações de pequenas e médias empresas. Esta é a avaliação do presidente da Associação Brasileira das Empresas de Comércio Exterior (Abece) e ex-secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, que participará de uma discussão inicial na sexta-feira, 3, com a Secretária de Comércio Exterior (Secex), do MDIC, Tatiana Prazeres, sobre a modernização do regime das companhias.</p>
<p>A ideia é &#8220;que possa haver uma facilitação maior das operações e também uma aproximação maior das tradings com as pequenas e médias empresas que são fabricantes de manufaturados&#8221;, segundo ele. &#8220;Se houver simplificação, inclusive dos processos de registro de novas tradings e operações, tenho a expectativa de ter um número maior de tradings e atendimento a pequenas e médias empresas que não têm estrutura para exportar&#8221;, afirmou Ramalho.</p>
<p>De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 30, pela Secex, as exportações brasileiras, através de trading companies, somaram US$ 29,6 bilhões em 2011, enquanto as importações foram de US$ 6 bilhões, com superávit comercial de US$ 23,6 bilhões. Os produtos básicos responderam por 87,1% do valor exportado no ano passado, enquanto os bens manufaturados representaram 8,4% da pauta e os semimanufaturados, 4,5%.</p>
<p>Entre os produtos básicos exportados, estão minério de ferro, soja em grão, carne de frango, farelo de soja, milho em grão, carne bovina, carne suína, café em grão e carne salgada. Os industrializados vendidos externamente foram açúcar em bruto, suco de laranja, preparações e conservas de carne de peru, café solúvel, tubos de ferro/aço fundido, açúcar refinado, etanol, compostos orgânicos/inorgânicos de metais preciosos, preparações e conservas de carne de frango, calçados e partes e óleo de soja. A China foi o principal destino das exportações através de trading companies em 2011 (35,9% do total exportado).</p>
<p>Na avaliação de Ramalho, o momento é oportuno para a revisão da legislação que regulamenta a atuação das tradings (decreto-lei nº 1.248, de 1972). &#8220;De modo geral, a legislação do comércio exterior brasileiro precisa ser aprimorada porque hoje nós estamos nos aproximando de uma corrente de comércio &#8211; de exportações mais importações &#8211; próxima de meio trilhão de dólares&#8221;, ressaltou. Somente a corrente de comércio das trading companies aumentou de US$ 11,5 bilhões em 2005 para US$ 35,6 bilhões em 2011, uma expansão de 210,6% no período, segundo a Secex.</p>
<p>A principal preocupação da Abece, segundo Ramalho, é a simplificação das operações. &#8220;Eu acho que quanto mais simples, mais desburocratizada for, tanto a operação de exportação como a operação de importação, isso constituí um estímulo muito grande para as empresas fazerem um número maior de operações.&#8221; Além disso, disse ele, &#8220;eu estou entre os que acreditam que o manufaturado brasileiro pode ter uma presença maior em várias regiões do mundo, inclusive na Ásia mesmo, que hoje é grande importadora de manufaturas de outras regiões e não do Brasil. Então, acho que esse é um trabalho que pode e deve ser feito e as tradings podem dar uma contribuição muito grande&#8221;, completou.</p>
<p>Nesta sexta-feira, representantes de associações de exportadores deverão receber informações detalhadas sobre as propostas do governo, para depois levá-las aos associados e, então, oferecer suas contribuições. Segundo o MDIC, participarão da reunião representantes da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Receita Federal, Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx), além da Secex e Abece.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/30/noticiaseconomia,2775754/mudanca-em-trading-beneficia-pequena-e-media-empresa.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/30/noticiaseconomia,2775754/mudanca-em-trading-beneficia-pequena-e-media-empresa.shtml</a></p>
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		<title>Sefaz estima sonegação de R$ 546 milhões</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 17:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O montante de imposto não recolhido chega a ser superior ao valor médio mensal arrecadado em 2011 O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O montante de imposto não recolhido chega a ser superior ao valor médio mensal arrecadado em 2011<br />
</em><br />
O  Governo do Estado identificou, no ano passado, sonegações fiscais que  chegaram ao montante de R$ 546 milhões, autuando as diversas empresas  apontadas como possíveis sonegadoras, que agora terão que se defender  perante o Fisco. A informação foi divulgada pelo secretário estadual da  Fazenda, que reforça a importância dos empresários que buscam contribuir  corretamente com o erário público.</p>
<p><strong>Defesa<br />
</strong><br />
&#8220;Obviamente  que as empresas apontadas como possíveis sonegadoras ainda vão se  defender no contencioso administrativo, e isso poderá permanecer ou ser  interpretado como inadequado pelo Conselho de Contribuintes, mas é um  volume muito elevado para um único ano, em relação ao total arrecadado  com o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), que,  em 2011, foi de R$ 6,8 bilhões&#8221;, analisa o secretário.</p>
<p><strong>Acima da média do ICMS<br />
</strong><br />
O  valor apontado pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) como sonegado é  superior, por exemplo, ao valor médio mensal arrecadado pelo Estado com  ICMS no ano passado, que foi de R$ 542 milhões, segundo dados do órgão.</p>
<p>De acordo com Mauro Filho, o governo conseguiu chegar a estes números por meio do aprimoramento dos controles arrecadatórios.</p>
<p><strong>Identificação<br />
</strong><br />
O  cruzamento dos dados das administradoras de cartão de crédito com os  valores declarados pelos contribuintes tem sido uma ferramenta bastante  eficaz, aponta o secretário da Fazenda, para a identificação de  sonegação. O novo sistema de informação do Estado, que permite o  cruzamento de várias bases de dados, também foi outro fator que  influenciou na percepção destes valores.</p>
<p><strong>Scanners<br />
</strong><br />
E,  a partir de agora, a operação dos scanners instalados nos postos  fiscais de fronteira é mais um instrumento, acredita Mauro Filho, que  permitirá o combate ao mau recolhimento do imposto no Ceará.</p>
<p><strong>Mais empresas</p>
<p></strong>&#8220;O  número de empresas novas tem crescido muito no Estado, e isso faz com  que essas autuações acabem se expandindo ao longo do processo. Mas a  gente quer mesmo é que funcione muito mais o monitoramento &#8211; ou seja, a  gente identifica qualquer erro anteriormente -, do que propriamente a  necessidade de o auditor estar dentro da empresa fazendo qualquer  procedimento de fiscalização&#8221;, avalia.</p>
<p><strong>Arrecadação<br />
</strong><br />
Segundo  a Sefaz, a arrecadação do ICMS, em 2011, foi de cerca de R$ 6,8  bilhões, o que representa crescimento de 12,4% ante o ano anterior. Em  março deste ano, o Estado deve continuar sua política de desoneração.</p>
<p><em><strong>SÉRGIO DE SOUSA<br />
</strong>REPÓRTER</em></p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1098017">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1098017</a></p>
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		<title>ICMS em compra online é questionado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 17:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera inconstitucional o protocolo ICMS 21, que trata de compras a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasília.</strong> A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera inconstitucional o  protocolo ICMS 21, que trata de compras a distância feitas por meio da  internet, telemarketing ou telefone. Essa regra vale desde o ano  passado.</p>
<p>Por não concordar com essa forma de tributação, a  confederação ingressou ontem com uma Ação Direta de  Inconstitucionalidade (Adin) contra o protocolo. A CNI pede, ainda,  concessão de medida liminar que suspenda a vigência dessa norma. &#8220;O  protocolo é inconstitucional, aumenta a carga tributária para o  consumidor e prejudica as empresas, pois inibe a circulação de  mercadorias no País&#8221;, diz o gerente-executivo da unidade jurídica da  CNI, Cássio Borges.</p>
<p><strong>Origem e destino<br />
</strong><br />
O  protocolo ICMS 21 foi firmado em 1º de abril de 2011, no Conselho  Nacional de Política Fazendária (Confaz), com adesão do Acre, Alagoas,  Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará,  Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia,  Sergipe, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. O acordo estabeleceu  cobrança de uma nova parcela do ICMS a ser pago ao Estado de destino da  mercadoria, o que na prática elevou preços para o consumidor final.  Antes havia cobrança somente na origem, sem repasse ao destino, nas  operações direcionadas ao consumidor final.</p>
<p>Para a CNI, há &#8220;superposição indevida&#8221; da cobrança do ICMS na origem com a nova incidência também no destino.</p>
<p>A  confederação alega que isso está em desrespeito a dispositivos  constitucionais. &#8220;A Constituição estabelece que, quando o comprador é o  consumidor final do produto, o ICMS só deve ser cobrado com a alíquota e  no Estado de origem da mercadoria&#8221;, afirma Cássio Borges. Além disso, a  CNI avalia que a medida acabou se transformando em uma barreira à  circulação de mercadorias e à livre concorrência no País, mais uma vez  desrespeitando a Constituição. &#8220;O Brasil é um mercado único e o  protocolo prejudica as vendas das empresas para todo o país&#8221;, argumenta  Cassio Borges.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1098023">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1098023</a></p>
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		<title>Regiões interioranas ampliam o recolhimento de ICMS</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O Prêmio Contribuintes reflete o compromisso de responsabilidade fiscal homenageando empresas cidadãs A contribuição do Interior do Estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Prêmio Contribuintes reflete o compromisso de responsabilidade fiscal homenageando empresas cidadãs<br />
</em><br />
A  contribuição do Interior do Estado para a arrecadação total de impostos  do Estado, em especial do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias  e Serviços) cresceu significativamente no ano passado, garante o  secretário da Fazenda, Mauro Filho, superando a expansão da Região  Metropolitana de Fortaleza (RMF). A região Sul/Cariri, por exemplo,  elevou em mais de R$ 20 milhões o recolhimento do imposto, chegando a  alcançar R$ 184 milhões. A informação foi destacada ontem em Barbalha,  onde ocorreu a última cerimônia de premiação da 5ª edição do Prêmio  Contribuintes, agraciando as empresas que mais impactaram o recolhimento  de ICMS e as entidades que mais arrecadaram notas para o programa Sua  Nota Vale Dinheiro da região Sul/Cariri.<br />
<strong><br />
Palestra sobre conjuntura</strong></p>
<p>O  evento se iniciou com palestra do ex-ministro da Fazenda, Ciro Gomes,  que discutiu sobre a conjuntura político-econômica brasileira. De acordo  com Mauro Filho, a cifra de R$ 184 milhões, entretanto, não inclui os  valores do ICMS de energia elétrica e de telefonia, que são computados  somente na RMF.<br />
Segundo o secretário, em 2012, a contribuição de  cada região nestes setores será desmembrada, e se terá uma noção mais  precisa da participação do Interior na arrecadação do Estado.</p>
<p><strong>Incentivos</strong></p>
<p>O  secretário da Fazenda do Estado também destacou que a política de  incentivos fiscais do Estado, através do Fundo de Desenvolvimento  Industrial (FDI), tem privilegiado a instalação de indústrias em  localidades mais distantes da RMF, o que deverá fortalecer, cada vez  mais, a arrecadação do Interior.</p>
<p>O Prêmio Contribuintes levou em  consideração o recolhimento do ICMS entre os meses de novembro de 2010 e  outubro do ano passado, período em que foram recolhidos R$ 184,25  milhões na região Sul, correspondendo a quase 3% do total do ICMS  recolhido no Ceará.</p>
<p><strong>Colhendo frutos</strong></p>
<p>De  acordo com o diretor de programação do Sistema Verdes Mares, Edilmar  Norões, o Prêmio Contribuintes, em seus cinco anos de existência , “vem  produzindo mais frutos do que se pensava alcançar”. “Não podemos deixar  de reconhecer o quanto a homenagem está diretamente levando de apoio  substancial a entidades assistenciais, que nós sabemos que, com o que  têm recebido, têm conseguido melhorar o atendimento a seus públicos:  crianças, idosos, atuando nas áreas mais diversas”, reforça. O Prêmio  Contribuintes é uma parceria do Sistema Verdes Mares com o Governo do  Estado do Ceará, através da Secretaria da Fazenda. A iniciativa tem como  patrocinadores Banco do Nordeste, Bradesco, Grupo M. Dias Branco, Helga  Cosméticos e OI.</p>
<p><strong>O QUE ELES PENSAM<br />
Reconhecimento reforça imagem das empresas</strong></p>
<p>A  nossa empresa está inscrita no regime do Simples Nacional e, pela  primeira vez, estamos sendo agraciados com o Prêmio Contribuintes, essa  que é uma iniciativa vitoriosa da Secretaria da Fazenda e do Sistema  Verdes Mares. Para nós, isso é muito gratificante, sabermos que fomos  escolhidos entre as cinco, diante de tantas empresas do triângulo Crato,  Juazeiro e Barbalha (Crajubar). Isso vai ser importante, porque a  imagem da nossa empresa será ainda mais divulgada, e o consumidor estará  ciente do nosso compromisso.<br />
<em>Valmir Cavalcante<br />
Diretor presidente da Dantas Sorvete<br />
</em><br />
Estamos  recebendo a honraria pela segunda vez. A gente acredita que alcançamos  isso por focarmos, como diferencial, na atenção ao nosso cliente. E acho  ainda que nós tivemos uma repercussão muito positiva após a  congratulação recebida do ano passado, porque passamos a ganhar mais  importância por parte dos dirigentes lojistas, além de termos nos  tornado um incentivo a outras empresas que buscam também ser  reconhecidas. Sem falar que todos passaram a nos ver como uma empresa,  de fato, cidadã.<br />
<em>Cecília Alencar<br />
Diretora comercial da Osterne e Parente</em></p>
<p>É  com grande alegria e satisfação que recebemos o prêmio, já pela quarta  vez. O mais importante disso tudo é que estamos vendo que nossa  contribuição ao Fisco, principalmente aqui na região, vem sendo  revertida, de fato, em políticas públicas e projetos sociais. Isso nos  mostra que estamos no caminho certo e nos incentiva a continuar 100% na  legalidade, posto que no fim das contas, todo esse imposto recolhido é  empregado em melhorias para a vida da população, favorecendo o  crescimento do Estado.<br />
<em>Johnson Mota<br />
Proprietário da Jodiesel Caminhões</em></p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1097627">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1097627</a></p>
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		<title>Crise impede avanço maior, e CE gera 56 mil vagas em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez, o destaque ficou com Serviços e o setor de comércio. Indústria amargou fortes perdas Impedida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais uma vez, o destaque ficou com Serviços e o setor de comércio. Indústria amargou fortes perdas<br />
</em><br />
Impedida  pelo crescimento menor da economia nacional e pelos efeitos da crise  internacional, a criação de empregos no Ceará no ano passado não  conseguiu superar o expressivo resultado obtido em 2010. Mas, mesmo em  um cenário menos favorável, o Estado, municiado pelos bons desempenhos  de comércio e serviços, gerou 56.413 novos postos de trabalho com  carteira assinada. Esse resultado ficou, inclusive, acima de projeções  como a do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que estimava  45 mil. No total, 517.229 pessoas foram admitidas, enquanto 460.816 se  desligaram. As informações pertencem ao Cadastro Geral de Empregados e  Desempregados (Caged) de 2011 e foram divulgadas ontem pelo Ministério  do Trabalho e Emprego (MTE).</p>
<p>&#8220;Todos os indicadores industriais já  vinham mostrando um arrefecimento, e a economia como um todo vem  crescendo menos. Isso acabou impactando o mercado de trabalho&#8221;, avalia o  coordenador de estudos e análise de mercado do IDT (Instituto de  Desenvolvimento do Trabalho), Erle Mesquita.</p>
<p><strong>Queda de 33%<br />
</strong><br />
Os  números de 2011 caíram quase 33% ante o ano imediatamente anterior e,  conforme ressalta Erle, são um pouco melhores do que os apresentados em  2008 (41 mil novos empregos), período prejudicado pela crise financeira  internacional. A partir de 2009 (64 mil), lembra, houve uma  significativa melhora, culminando com a marca máxima de 2010 (84 mil).</p>
<p>Em  dezembro, mês em que, historicamente, há mais demissões do que  admissões, o Estado perdeu um contingente de mais de 6.500 empregos.</p>
<p>O  Ceará continua sendo o terceiro estado da região Nordeste que mais  proporcionou oportunidades, abaixo da Bahia, com 76 mil, e do líder  Pernambuco, com mais de 89 mil. Em âmbito nacional, o mercado de  trabalho cearense perdeu uma colocação para Goiás, caindo para o décimo  lugar no ranking.</p>
<p>Dos setores que mais pesam no resultado cearense, nenhum conseguiu gerar mais postos formais em relação a 2010.</p>
<p><strong>Setores<br />
</strong><br />
Mesquita  destaca, contudo, serviços (com 27.683 trabalhadores a mais) e comércio  (17.813) por terem obtido resultados semelhantes aos do ano recorde (33  mil e 20 mil, respectivamente). A construção civil, por exemplo, teve  queda de 58,34% em novas vagas, saindo de 16,1 mil para 6,7 mil.</p>
<p>No  entanto, a indústria de transformação amargou o pior desempenho, com  retração de 88% ante 2010. Foram apenas 1.700 postos no ano passado  contra mais de 14 mil gerados em 2010. Os principais responsáveis foram a  indústria de calçados &#8211; que teve saldo negativo de 2.098 pessoas no  Estado &#8211; e têxtil, cujos desligamentos superaram as contratações em 964  vagas. &#8220;Temos uma concentração muito grande nesses dois setores que são  muito fortes aqui no Ceará. Inclusive, essas fábricas são muito  interiorizadas, o que acabou influenciando negativamente o emprego no  Interior&#8221;, avalia Mesquita.</p>
<p>Já os empregos na agropecuária  evoluíram no Estado, apesar de não terem muita expressão no mercado de  trabalho estadual. 1.472 pessoas entraram para o trabalho formal nesse  ramo, enquanto em 2010, foram perdidos 1.178 postos.</p>
<p><strong>Capital concentra<br />
</strong><br />
Dos  56 mil novos empregos formais no Estado, 42 mil foram gerados na Região  Metropolitana de Fortaleza (RMF), o que equivale a 75% das  oportunidades criadas. Assim como no dado cearense, serviços (22,7 mil) e  comércio (11,8 mil) também se sobressaíram.</p>
<p><strong>Indústria em baixa<br />
</strong><br />
<em>&#8220;Os indicadores industriais vinham mostrando queda e a economia crescendo menos. Isso impactou&#8221;.<br />
</em><br />
<strong>Erle Mesquita<br />
</strong>Coord. de estudos e análise de mercado &#8211; IDT</p>
<p><strong>Cenário de 2012 é favorável ao crescimento<br />
</strong><br />
Para  este ano, o mercado consumidor brasileiro deve garantir um cenário  favorável à economia, fazendo com que cresçam as oportunidades de  trabalho. A avaliação é de Erle Mesquita, coordenador de estudos e  análise de mercado do IDT.</p>
<p>&#8220;A perspectiva para 2012 é de  crescimento, dado o mercado interno que continua aquecido&#8221;, projeta, sem  projetar um resultado para o fim do ano. Para ele, até 2014 pelo menos,  os números devem ser positivos para o mercado cearense. &#8220;A Copa do  Mundo vai movimentar uma série de setores. Muitas vagas serão criadas&#8221;,  diz.</p>
<p>Como desafio para este ano, ele cita a diminuição da  rotatividade dos profissionais. De acordo com ele, 55% das pessoas que  são demitidas têm, no máximo, um ano de emprego.</p>
<p><strong>No País<br />
</strong><br />
Ao  anunciar os resultados nacionais da geração de empregos globalizada em  2011, que foram inferiores em relação aos de 2010, o Ministério do  Trabalho e Emprego informou que as perspectivas para 2012 também são  favoráveis, assim como no Ceará. A pasta manteve a estimativa de criação  de 2 milhões de postos de trabalho neste ano, distante ainda do  resultado recorde de 2010, quando foram abertas 2,5 milhões de vagas.</p>
<p>A  expectativa do economista Fábio Romão, da LCA Consultoria, é de que a  retomada do crescimento econômico e a queda dos juros ajudem na  recuperação do mercado de trabalho, principalmente na indústria. &#8220;A  minha projeção é de um ano melhor a partir do segundo trimestre&#8221;,  destacou.</p>
<p>O economista da CM Capital Markets Mauricio Nakahodo  também aposta na recuperação gradual do mercado nos próximos meses e  citou como variáveis de propulsão o afrouxamento dos juros e medidas de  estímulo ao crédito e ao consumo. Para a equipe do BNP Paribas, o  mercado de trabalho continuará robusto e poderá até pressionar os  salários e a inflação de serviços.</p>
<p><strong>Turbulência deixa 27 mi de desempregados desde 2007<br />
</strong><br />
<em>São Paulo</em> O mundo tem hoje 27 milhões de trabalhadores desempregados a mais do  que em 2007, quando começou a crise econômica global, segundo dados  divulgados nesta terça-feira pela Organização Internacional do Trabalho  (OIT).</p>
<p>Um relatório da entidade afirma que o mundo enfrenta um  &#8220;desafio urgente&#8221; de criação de empregos. A OIT estima que será  necessário gerar 600 milhões empregos ao longo da próxima década, para  manter níveis de crescimento sustentável e coesão social. &#8220;Depois de  três anos de crise contínua em mercados mundiais de trabalho e diante  das perspectivas de deterioração da atividade econômica, há um estoque  de desemprego mundial de 200 milhões&#8221;, afirma o documento Tendência  Globais de Emprego 2012.</p>
<p>Entre 2007 e 2010, a proporção de  pessoas empregadas no mundo, em comparação com a população total, teve a  maior queda registrada nas estatísticas: de 61,2% para 60,2%.</p>
<p>A  entidade estima que, ao longo da próxima década, 40 milhões de pessoas  entrarão no mercado de trabalho a cada ano. Seria, portanto, necessário  gerar 400 milhões de empregos novos para absorver essa massa de  trabalhadores, e mais 200 milhões para lidar com o atual estoque de  desempregados.</p>
<p><strong>Condições dignas<br />
</strong><br />
A OIT  afirma que não basta apenas gerar vagas para os desempregados. É preciso  também criar vagas mais dignas para pessoas que já são consideradas  hoje empregadas. O relatório indica que 900 milhões de pessoas vivem  abaixo da linha da pobreza, com renda familiar até US$ 2 por dia, a  maioria delas nos países em desenvolvimento.</p>
<p><strong>Pobreza<br />
</strong><br />
&#8220;Apesar  de grandes esforços dos governos, a crise de empregos continua  inalterada, com um em cada três trabalhadores no mundo &#8211; ou cerca de 1,1  bilhão de pessoas &#8211; ou desempregada ou vivendo na pobreza&#8221;, diz o  diretor-geral da OIT, o chileno Juan Somavia. &#8220;O que se precisa fazer é  transformar a geração de empregos na economia real na nossa prioridade  número um&#8221;.</p>
<p>A entidade afirma que a recuperação do mercado de  trabalho mundial, esboçada em 2009, foi curta, e o mundo já voltou a um  cenário negativo. Os mais afetados são os jovens, de acordo com o  relatório da OIT.</p>
<p><strong>1,9 mi de novos empregos no País<br />
</strong><br />
<em>Brasília</em> O aumento dos juros e a adoção de medidas para travar o crédito,  adotadas no início de 2011, tiveram um efeito retardado sobre o mercado  de trabalho formal, fazendo com que o setor perdesse o ritmo de  crescimento ao final do primeiro ano do governo Dilma Rousseff.</p>
<p>Além  disso, a piora da crise mundial contribuiu para que o País não chegasse  nem a 2 milhões de novas vagas e atingiu em cheio setores vulneráveis  ao comércio externo, como calçados e têxteis.</p>
<p><strong>Redução de 23%</p>
<p></strong>No  ano passado, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e  Desempregados (Caged) divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho,  foram criados 1,944 milhão de empregos, o que representa uma redução de  23,5% em relação à criação recorde de vagas vista em 2010, um total de  2,543 milhões de postos com carteira assinada. Mesmo assim, 2011 é o  segundo melhor resultado da história. A desaceleração da abertura de  postos foi generalizada em todas as regiões brasileiras, assim como em  todos os setores de atividade na comparação com 2010.</p>
<p>O baque  mesmo foi sentido no setor de confecções, que, ao longo do ano, mais  demitiu do que contratou funcionários. O governo já se deu conta do  problema e prometeu lançar medidas que incentivem especificamente o  setor.</p>
<p><strong>Dezembro negativo<br />
</strong><br />
A piora do  desempenho do emprego foi acentuada no mês passado, quando o saldo ficou  negativo em 408 mil postos. O dado não é uma surpresa, porque nos meses  de dezembro sempre há mais desligamentos do que contratações. Para o  Ministério do Trabalho, o resultado negativo no último mês do ano é uma  soma de vários fatores, como entressafra agrícola, término do ciclo  escolar e até esgotamento da &#8220;bolha de consumo&#8221;.<br />
<strong><br />
VICTOR XIMENES<br />
</strong>REPÓRTER</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1097607">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1097607</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Criação de emprego retrai 33% no Ceará</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/criacao-de-emprego-retrai-33-no-ceara/</link>
		<comments>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/criacao-de-emprego-retrai-33-no-ceara/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O incremento na geração de novos postos de trabalho no Ceará não foi tão eficiente em 2011 quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O incremento na geração de novos postos de trabalho no Ceará não foi  tão eficiente em 2011 quanto nos dois anos anteriores. Se em 2010, o  Estado atingiu 84.550 novos empregos, no ano passado fechou em apenas  56.413, uma retração de 33%. Os dados foram divulgados ontem pelo  Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).</p>
<p>Na  comparação com 2009, o resultado é mais animador. Naquele ano, o saldo  de vagas (admissões menos desligamentos) foi de 64.436. A redução foi de  12,45%. O resultado do ano passado só foi superior ao acumulado de 2008  (elevação de36,1%), quando foram geradas 41.441.</p>
<p>O  desempenho de 2011 em relação aos anos anteriores já era esperado pelos  analistas. As reduções mostram que a geração de novos postos de trabalho  desacelerou impulsionada principalmente pela crise mundial que afetou a  indústria e pelas medidas de contenção do crédito aplicadas pelo  Governo nos primeiros meses de 2011.</p>
<p>“O crescimento mais  baixo da produção industrial comparado com 2010 acaba repercutindo no  mercado de trabalho”, analisa o coordenador de estudos e análises de  mercado do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Erle  Mesquita.</p>
<p>Outro fator que impulsiona a comparação é que 2010  foi um ano atípico em que a atividade econômica superou a expectativa,  segundo o coordenador da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do  Dieese, Ediran Teixeira.</p>
<p>Ano de crise</p>
<p>O  comportamento de 2011 foi semelhante ao observado em 2008, ano de  crise. A indústria foi o setor mais afetado no Ceará com saldo de apenas  1.707 empregos em 2011. Em 2010, foram 14.161 novos postos, enquanto em  2008, foram 6.716.</p>
<p>Outros setores cearenses ficaram  melhor colocados e registraram elevados números de novas vagas. Serviços  incrementou 27.683 postos, enquanto comércio registrou 17.813 novos  empregos.</p>
<p>Para este ano, segundo Mesquita, o cenário ainda é  de incertezas, mas a expectativa é de que a geração de vagas se  intensifique até 2014, ano da Copa do Mundo. “O cenário mais real é de  otimismo e retomada de crescimento”, completou.</p>
<p>No Brasil, o  comportamento foi parecido. O aumento dos juros e a adoção de medidas  para travar o crédito, adotadas no início de 2011, tiveram um efeito  retardado sobre o mercado de trabalho formal, fazendo com que o setor  perdesse o ritmo de crescimento ao final do primeiro ano do governo  Dilma Rousseff.</p>
<p>Outro fator que contribui para o resultado  nacional foi a piora da crise mundial, que fez com que o País não  chegasse nem a 2 milhões de novas vagas e atingiu principalmente setores  vulneráveis ao comércio externo, como calçados e têxteis.</p>
<p>No  ano passado, foram criados 1,944 milhão de empregos, uma redução de  23,5% na comparação com a criação recorde de vagas de 2010, 2,543  milhões de postos com carteira assinada. Ainda assim, 2011 é o segundo  melhor resultado da história. No ano, todas as regiões tiveram retração.</p>
<p>E agora</p>
<p>ENTENDA A NOTÍCIA</p>
<p>Para  este  ano, a expectativa é de que novos postos de trabalho sejam  criados e a  curva do número de novos empregos volte a crescer como  aconteceu no  pós-crise de 2008. O comércio, os serviços começam a se  intensificar.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/01/25/noticiasjornaleconomia,2772885/criacao-de-emprego-retrai-33-no-ceara.shtml">http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/01/25/noticiasjornaleconomia,2772885/criacao-de-emprego-retrai-33-no-ceara.shtml</a></p>
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		<title>Receita deve anunciar sexta-feira novo recorde na arrecadação de impostos e contribuições</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, divulga, na próxima sexta-feira, 27, os números finais da arrecadação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, divulga, na  próxima sexta-feira, 27, os números finais da arrecadação de tributos  federais e contribuições previdenciárias no mês de dezembro. Será  anunciado também o recolhimento acumulado em 2011, que deve ter aumento  real entre 11% e 11,50% sobre a arrecadação de 2010, de acordo com  projeções do próprio Fisco.</p>
<p>A estimativa é maior, inclusive, que o  aumento obtido na arrecadação de 2010, que foi 9,85% sobre 2009. Com  isso, haverá novo recorde na Receita, que arrecadou R$ 873,275 bilhões  de janeiro a novembro do ano passado e acumulava aumento de 12,23% em  relação ao mesmo período de 2010, ou R$ 67,567 bilhões (8,38%) a mais  que os R$ 805,708 bilhões gerados em todo o ano anterior.</p>
<p>Tradicionalmente,  no mês de dezembro, ocorrem as maiores arrecadações. Em dezembro de  2010, foram recolhidos R$ 90,882 bilhões em impostos e contribuições  federais – o volume mensal mais alto até agora – com crescimento nominal  de 23,03% sobre a arrecadação de dezembro de 2009, ou 16,17% de aumento  real, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor  Amplo (IPCA).</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Agência Brasil </em></span></p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/25/noticiaseconomia,2773221/receita-deve-anunciar-sexta-feira-novo-recorde-na-arrecadacao-de-impostos-e-contribuicoes.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/25/noticiaseconomia,2773221/receita-deve-anunciar-sexta-feira-novo-recorde-na-arrecadacao-de-impostos-e-contribuicoes.shtml</a></p>
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		<title>Cheques: 3,23% foram devolvidos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo. O percentual de cheques devolvidos por falta de fundos em 2011 atingiu 3,23% no Ceará. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="texto"><strong>São Paulo.</strong> O percentual de cheques devolvidos por  falta de fundos em 2011 atingiu 3,23% no Ceará. No Brasil, o índice foi o  maior em dois anos. Segundo indicador da Serasa Experian, 1,95% dos  cheques compensados no ano passado não tinham fundos. Em 2009, o nível  foi de 2,15% de devoluções em relação ao total.&nbsp;</p>
<p>Para os  economistas da empresa, a elevação da inadimplência se somou ao ambiente  de juros altos e maior inflação, e prejudicou a capacidade de pagamento  dos consumidores brasileiros, que impactou no indicador.</p>
<p>Roraima  apresentou o maior nível de devoluções no ano passado. No Estado,  12,48% dos cheques emitidos não tinham fundos. Na outra ponta ficou São  Paulo, com 1,45% de folhas devolvidas. O valor médio das dívidas com  cheques cresceu 8,4% na comparação com 2010, para R$ 1.359.</p>
<p>A  redução do percentual de cheques devolvidos em dezembro sinaliza,  segundo a Serasa Experian, uma possível melhora para os próximos meses.  No último mês do ano, o indicador caiu para 1,99%, ante os 2,19%  registrados no mês anterior.</p>
<p>A tendência de queda no  endividamento já havia sido apontado na apuração do índice de  perspectiva da inadimplência, que cruza variáveis econômicas para tentar  traçar um cenário com seis meses de antecedência.</p>
<p>O aumento do  salário mínimo e a expectativa de novas reduções na taxa básica de juros  explicam a previsão de melhora na capacidade de pagamento dos  brasileiros neste ano.</p>
</div>
<div><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1097157">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1097157</a></div>
</div>
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		<title>Selic: mercado prevê nova queda</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo. O Boletim Focus, divulgado às segundas-feiras pelo Banco Central, trouxe ontem uma mudança na sinalização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo.</strong> O Boletim Focus, divulgado às  segundas-feiras pelo Banco Central, trouxe ontem uma mudança na  sinalização do mercado em relação às expectativas para a política  monetária de curto prazo, que foi sutil, mas ao mesmo tempo, intrigante.</p>
<p>De  acordo com a pesquisa do BC da qual participam cerca de cem  instituições, o mercado continua prevendo redução da taxa Selic, hoje em  10,50% ao ano, em 0,50 ponto porcentual em março, mas a projeção de  queda da taxa em abril foi reduzida de 0,50 ponto para 0,25 ponto  porcentual, em relação à semana passada. No entanto, os agentes seguem  prevendo que o juro básico fechará 2012 em 9,50%, mesmo patamar visto no  levantamento anterior.</p>
<p>Conforme a Focus, o juro seguiria em  9,75% em maio e só cairia para 9,50% em agosto. Para a reunião de julho,  a mediana mostra Selic em 9,63%, o que revela um mercado dividido entre  9,75% e os 9,50%.</p>
<p>O mercado financeiro reduziu a estimativa para  o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deste ano. Para 2012, a  projeção da inflação foi reduzida pela oitava semana seguida e passou de  5,30%, na semana passada, para 5,29%.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1097158">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1097158</a></p>
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		<title>Criação de empregos em 2011 foi 23% menor que em 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A criação de empregos com carteira assinada em 2011 caiu 23% em relação a 2010. Segundo o Cadastro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de empregos com carteira assinada em 2011 caiu 23% em  relação a 2010. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados  (Caged) do Ministério do Trabalho, foram abertas no ano passado 1,94  milhão de vagas, contra 2,54 milhões de novos empregos registrados em  2010.</p>
<p>Apenas em dezembro, 408,1 mil postos de trabalho foram  fechados. O número é ligeiramente superior que o registrado em dezembro  de 2010 (407,5 mil empregos extintos).Os dados do Caged de 2011 foram  divulgados nesta terça-feira, 24.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/24/noticiaseconomia,2772775/criacao-de-empregos-em-2011-foi-23-menor-que-em-2010.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/24/noticiaseconomia,2772775/criacao-de-empregos-em-2011-foi-23-menor-que-em-2010.shtml</a></p>
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		<title>Balança comercial registra terceira semana consecutiva de déficit no ano</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 579 milhões na terceira semana de janeiro. O saldo negativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 579 milhões na  terceira semana de janeiro. O saldo negativo é resultado das exportações  de US$ 3,206 bilhões e importações de US$ 3,785 bilhões. A média diária  de embarques externos foi de US$ 641,2 milhões. Nas compras internas, a  média diária registrada foi de US$ 757 milhões. A balança comercial vem  registrando déficit desde a primeira semana do mês.</p>
<p>Os dados  foram divulgados nesta segunda-feira, 23, pelo Ministério do  Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No acumulado do ano, a  balança comercial aponta resultado negativo de US$ 1,273 bilhão. No  período de três semanas, as vendas externas somaram US$ 10,540 bilhões,  enquanto as importações ficaram em US$ 11,813 bilhões.</p>
<p>Nas  exportações, a média diária verificada na terceira semana de janeiro  ficou 12,6% inferior que a média de US$ 733,4 milhões registrada na  semana anterior. A queda é atribuída ao decréscimo dos embarques  externos de produtos básicos (-21,1%), como minério de ferro, petróleo  em bruto, carne de frango, soja em grão e farelo de soja. A soma  registrada caiu de US$ 309,8 milhões para US$ 244,5 milhões.</p>
<p>As  vendas externas dos manufaturados também apresentaram queda (-7,8%),  saindo de US$ 296,1 milhões para US$ 272,9 milhões. A alteração negativa  foi motivada pela redução de exportações de automóveis de passageiros,  óleos combustíveis, polímeros plásticos, máquinas e aparelhos para  terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio e energia elétrica.</p>
<p>Em  contrapartida, as exportações de bens semimanufaturados registraram  acréscimo de 5,2%. A quantia verificada foi US$ 109,8 milhões na  terceira semana de janeiro frente os US$ 104,4 milhões da semana  passada. O aumento foi motivado pelo incremento nas vendas de produtos  semimanufaturados de ferro ou aço, celulose, alumínio em bruto, couros e  peles e ferro fundido. Nas exportações, comparadas as médias até a  terceira semana de janeiro deste ano (US$ 702,7 milhões) com as de  janeiro de 2011 (US$ 724,5 milhões), houve redução de 3%.</p>
<p>Nas  importações, verificou-se redução de 5,7% na terceira semana do mês em  relação à anterior. A queda é explicada, principalmente, “pelo declínio  nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos  elétricos/eletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos e  inorgânicos e adubos e fertilizantes”, conforme nota divulgada pelo  MDIC. Nas compras internas, a média diária até a terceira semana de  janeiro de 2012 (US$ 787,5 milhões) ficou 11,6% acima da média  verificada no mesmo período do ano passado (US$ 705,5 milhões).</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/23/noticiaseconomia,2772310/balanca-comercial-registra-terceira-semana-consecutiva-de-deficit-no-ano.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/23/noticiaseconomia,2772310/balanca-comercial-registra-terceira-semana-consecutiva-de-deficit-no-ano.shtml</a></p>
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		<title>CE: chineses minam 12% das vendas da indústria têxtil</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/ce-chineses-minam-12-das-vendas-da-industria-textil/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Importações de têxteis no Estado avançaram 60,3%, saltando de US$ 167,2 mi 2010 para US$ para US$ 268,1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Importações de têxteis no Estado avançaram 60,3%, saltando de US$ 167,2 mi 2010 para US$ para US$ 268,1 milhões<br />
</em><br />
A  penetração de produtos têxteis e de confecções acabadas importados no  Ceará e as fábricas de &#8220;fundo de quintal&#8221;, que atuam na informalidade,  minaram em 12% as vendas e em 16% a produção da indústria de confecção  local, em 2011, enquanto a produção física da indústria têxtil cearense  registrava queda de 24,7%.</p>
<p>Já as exportações de produtos têxteis  cearenses alcançaram US$ 86,9 milhões, registrando elevação de 23%, em  comparação aos US$ 70,7 milhões, em 2010. Em compensação as importações  avançaram em ritmo superior, com aumento de 60,3%, saltando de US$ 167,2  milhões em 2010 para US$ para US$ 268,1 milhões, no ano passado. No  Brasil, dados do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi)  revelam que a participação de manufaturas têxteis (fios, tecidos, malhas  e outras matérias-primas) importados, sobretudo da China, Índia e  Vietnã, já representaram nada menos que 31,6% da produção nacional e que  os artigos de vestuário asiáticos já dominam 10% de todo o varejo  brasileiro.</p>
<p><strong>Cotas</strong></p>
<p>Diante do avanço dos  produtos têxteis e de confecção no País, a Associação Brasileira da  Indústria têxtil (Abit) está elaborando um pedido de salvaguardas para o  setor, a ser apresentado ao Ministério da Indústria e Comércio (Mdic).  Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Têxteis do Ceará,  Germano Maia, &#8220;o documento fica pronto em março próximo. O objetivo da  medida é &#8220;proteger a indústria nacional da concorrência desleal dos  produtos chineses&#8221;.</p>
<p>Conforme disse, a ideia é a de que o governo  brasileiro estabeleça cotas, em quantidade, de produtos têxteis e de  vestuário a serem importados, principalmente dos países asiáticos. &#8220;As  salvaguardas serão essenciais para o setor&#8221;, defende Maia, como forma de  conter o avanços dos importados chineses no mercado nacional, em 2012.</p>
<p><strong>Subsídio chinês</strong></p>
<p>De  acordo com ele, há quatro anos, a participação dos produtos têxteis  asiáticos no País era de 2,5%, e hoje, já soma 10%, três vezes mais.  Para ele, a perda de competitividade do setor não ocorre por falta de  qualidade nos produtos cearenses, &#8220;mas devido à concorrência desleal&#8221;.</p>
<p>&#8220;Da  porta da fábrica para dentro está tudo bem, temos qualidade,  qualificação e tecnologia. O problema está do lado de fora&#8221;, declara  Maia, numa referência a elevada carga tributária e aos juros altos no  Brasil. Segundo ele, que esteve visitando fábricas têxteis na China, em  novembro último, é difícil competir com os chineses, &#8220;que gozam de  subsídios de 75% no preço do algodão, recebem terrenos para construção  de indústrias e uma série de isenções fiscais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Além de todos  esses benefícios (concedidos aos chineses), ainda sofremos com a  informalidade&#8221;, acrescenta o presidente do Sindicato das Indústrias de  Confecções do Ceará (Sindiconfecções), Marcos Vinícius. Para ele, &#8220;não é  o produto chinês que é barato, mas o brasileiro que é caro&#8221;, ou  encarecido com o excesso de encargos e impostos.</p>
<p>&#8220;Na China, a  indústria de confecção paga 5% de imposto sobre o valor agregado, aqui,  só de ICMS, PIS e Confins, pagamos 23%&#8221;, protesta Vinícius. Com isso,  acrescenta o empresário, os produtos chineses estão invadindo os grandes  magazines, principal consumidores da indústria de confecção local.</p>
<p><strong>Mercado interno</strong></p>
<p>Mas,  para a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex), entidade que  reúne as principais redes de varejo de vestuário do País, a participação  de 10% de itens importados de vestuário no mercado nacional não  representa uma invasão de peças asiáticas no País ou que haja um  descontrole na importação, como alega setores da indústria.</p>
<p>De  acordo com a Abvtex, esse percentual mostra que a indústria brasileira é  tratada com prioridade pelos varejistas, cujo segmento deve fechar 2011  com alta de 12,4% no faturamento e a indústria com crescimento de 5% de  faturamento. A entidade defende que as importações se tornaram  necessárias para suprir uma pequena parte da demanda interna.</p>
<p><strong>Cotas</p>
<p></strong>&#8220;As  salvaguardas serão essenciais para o setor. O objetivo é proteger a  indústria nacional da concorrência desleal dos produtos chineses&#8221;<br />
Germano Maia<br />
Presidente do Sinditêxtil-CE</p>
<p><em><strong>CARLOS EUGÊNIO<br />
</strong>REPÓRTER</em></p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1096768">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1096768</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Empresas aumentarão investimento em 2012</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/empresas-aumentarao-investimento-em-2012/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília. A redução da taxa básica de juros (Selic), de 12,5% para 10,5% ao ano, nos últimos seis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasília.</strong> A redução da taxa básica de juros (Selic), de  12,5% para 10,5% ao ano, nos últimos seis meses, contribui  significativamente para amenizar o custo do dinheiro necessário para  alavancar a atividade produtiva, de acordo com Luiz Lemos Leite,  presidente da Associação das Sociedades de Fomento Mercantil &#8211; Factoring  (Anfac).</p>
<p>Com isso, ele acredita que as empresas vão recorrer ao  mercado de crédito com mais vigor neste ano do que em 2011. No ano  passado, a demanda empresarial por crédito cresceu apenas 2,3%, de  acordo com indicador da Serasa Experian. Bem abaixo do nível de 7,6%  registrado em 2010, e que pode ser retomado em 2012, segundo estima.</p>
<p><strong>Cenário favorável</strong></p>
<p>Ele  disse que &#8220;a conjuntura econômica brasileira apresenta-se favorável&#8221; a  uma retomada do ritmo anterior de investimentos pelos setores  produtivos. Para Leite, os efeitos das altas dos juros, no primeiro  semestre de 2011, fizeram o empresariado reduzir a tomada de  empréstimos, mas a situação se inverteu e a Selic atual está menor que  os 10,75% do final de 2010.</p>
<p>Segundo Lemos Leite, o setor de  fomento mercantil, formado por mais de 150 mil pequenas e médias  empresas, vê a queda dos juros com otimismo, uma vez que poderão tomar  dinheiro &#8220;menos caro&#8221; para aumentar a própria liquidez e mitigar riscos.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1096774">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1096774</a></p>
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		<title>Mídia online reforça estratégias de vendas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Maior investimento em comunicação, com ênfase na publicidade, faz parte da estratégia da empresa para2012 O ano de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Maior investimento em comunicação, com ênfase na publicidade, faz parte da estratégia da empresa para2012<br />
</em><br />
O  ano de 2012 pode representar um período de cautela para boa parte das  empresas brasileiras. Outra parcela do empresariado, no entanto,  vislumbra um horizonte de oportunidades de investimento. É o caso da  rede de lojas Normatel, especializada em material de construção. Com  quatro home centers e uma loja conceito, o grupo se prepara para  inaugurar, em abril, unidade com 2.200 metros quadrados de área, na  região do Cariri.</p>
<p>Para atender à demanda e cobrir um mix de 13  mil itens, dispõe de um Centro de Distribuição, recém-inaugurado no Anel  Viário, com 15 mil metros quadrados de área construída.</p>
<p>&#8220;Tivemos  um 2011 atípico, com a realização de alguns ajustes internos, mas neste  ano vamos trabalhar para recuperar o ritmo de crescimento que vínhamos  apresentando nos últimos cinco anos&#8221;, comenta Antonio Mello Júnior,  diretor de marketing do grupo.</p>
<p>Os investimentos em comunicação,  principalmente em ações off line e on line, fazem parte da política de  estratégia para este ano. A parceria com a Register Publicidade reforça a  disposição de apresentar seus produtos com maior visibilidade.</p>
<p>Com  o advento das novas mídias e a popularização do acesso aos computadores  por uma grande fatia do mercado consumidor, anunciar na internet passou  a ser peça fundamental no planejamento das campanhas &#8220;Por enquanto, uma  de nossas estratégias é replicar as peças publicitárias do off line  para a mídia online. Daremos um reforço maior neste ano&#8221;, informa .</p>
<p>Um  dos grandes retornos obtidos na mídia online tem sido o folheto de  ofertas. &#8220;Conseguimos capilarizar a leitura do encarte de promoções com a  hospedagem mensal no portal do Diário do Nordeste para alcançar a fatia  de clientes que leem jornal no ambiente online&#8221;, diz Erico Brasileiro,  gerente de Mídia da Register Publicidade.</p>
<p>Fortaleza é a capital  brasileira com melhor serviço de banda larga e a Normatel pretende focar  seus negócios nesse novo ambiente. &#8220;Ainda não vendemos pela internet,  mas a utilizamos como instrumento de marketing e orientação para os  clientes&#8221;, afirma Júnior.</p>
<p><strong>Campanhas</strong></p>
<p>Em  janeiro, a Register encerra a campanha semestral de divulgação da  Normatel, mas já iniciou o planejamento para a próxima estratégia.  &#8220;Continuaremos na TV e com folheto de ofertas encartados nos jornais. A  diferença deve ficar por conta da mídia online, onde devemos estar  investindo mais forte&#8221;, conclui o gerente de marketing.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1096781">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1096781</a></p>
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		<title>Consumidor que exige nota fiscal tem desconto em impostos e pode até receber dinheiro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O início do ano traz sempre a mesma preocupação para os contribuintes que têm imóveis e carros: o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O início do ano traz sempre a mesma preocupação para os contribuintes  que têm imóveis e carros: o pagamento dos impostos Predial e  Territorial Urbano (IPTU) e sobre Propriedade de Veículos Automotores  (IPVA). Mas há algumas iniciativas que reduzem o valor a pagar. É o caso  de pagamentos à vista em que é oferecido desconto e de programas em que  o contribuinte que exige nota fiscal na hora das compras vai acumulando  valores para descontar na hora de quitar os impostos.</p>
<p>Em São  Paulo, Rondônia e Minas Gerais, existe chance até de ganhar prêmios em  dinheiro, por meio de sorteio de cupons dados aos que não deixam de  pedir a nota fiscal.</p>
<p>A estratégia é boa tanto para os consumidores  quanto para os governos estaduais, que elevam a arrecadação de impostos  com esses programas, afirma o vice-presidente da Associação Nacional  dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac),  Miguel de Oliveira. “O governo sabe que o maior fiscal é o consumidor.”</p>
<p>O  coordenador do programa Nota Fiscal Paulista, Valdir Saviolli, diz,  porém, que esse tipo de estratégia contribui para fiscalização do  governo apenas de foram indireta, por &#8220;gerar informações sobre o  comércio varejista&#8221;. Para Saviolli, o programa Nota Fiscal é uma forma  de estimular a cidadania fiscal, que também ajuda a aumentar a  arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços  (ICMS).</p>
<p>De acordo com Saviolli, no período de 2008, 2009 e 2010, a  arrecação média de ICMS em São Paulo cresceu 23%, na comparação com os  três anos anteriores. Por mês, cerca de 200 mil contribuientes são  integrados ao sistema, informou Saviolli. No total, mais de 12 milhões  de contribuintes estão cadastrados no programa Nota Fiscal Paulista.</p>
<p>O  programa devolve aos consumidores até 30% do ICMS recolhido pelos  estabelecimentos. Os créditos podem ser usados para reduzir o valor do  IPVA ou ser depositados em conta corrente ou poupança. Para ter acesso  ao programa, o consumidor deve exigir nota fiscal, com seu número de CPF  ou CNPJ no momento da compra. Após o recolhimento do ICMS pelo  fornecedor, é creditada automaticamente a parcela do imposto  proporcional ao valor da compra para cada cliente. No site do programa, é  possível consultar as notas fiscais registradas e os créditos. Além  disso, os consumidores paulistas pode participar de sorteios mensais de  prêmios em dinheiro.</p>
<p>A estratégia adotada em São Paulo tem levado  governos de outros estados a criar programas de incentivo à exigência da  nota fiscal. Rondônia criou no final do ano passado um programa  parecido com o de São Paulo, o Nota Legal Rondoniense. O governo vai  devolver em créditos ao consumidor até 20% do ICMS recolhido por meio de  desconto no IPVA, ou de transferência para a conta bancária nos meses  de abril e outubro de cada ano. Também haverá sorteio de quantias em  dinheiro para os que fizerem compras a partir de R$ 100.</p>
<p>Em Minas  Gerais, a estratégia é oferecer sorteios de prêmios diários (cinco de R$  500), semanais (R$ 30 mil), mensais (R$ 100 mil) e trimestrais (R$ 500  mil). Para o isso, o governo estadual criou o Torpedo Minas Legal. Para  participar, o consumidor precisa exigir o cupom fiscal e enviar mensagem  por celular para o número 97531, informando o CNPJ constante no cupom,  data e valor da compra.</p>
<p>No Distrito Federal, o programa Nota Legal  oferece desconto no pagamento do IPVA e do IPTU. O programa permite que  os consumidores, tanto pessoas físicas quanto empresas optantes pelo  Simples Nacional, recuperem até 30% do Imposto sobre Circulação de  Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre Serviços de Qualquer  Natureza (ISS) recolhidos pelos fornecedores ou prestadores de serviço.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=14&amp;noticiaID=61942">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=14&amp;noticiaID=61942</a></p>
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		<title>Confiantes, empresas vão investir mais em 2012</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/confiantes-empresas-vao-investir-mais-em-2012/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 17:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A redução da taxa básica de juros (Selic), de 12,5% para 10,5% ao ano, nos últimos seis meses, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A redução da taxa básica de juros (Selic), de 12,5% para 10,5% ao  ano, nos últimos seis meses, contribui significativamente para amenizar o  custo do dinheiro necessário para alavancar a atividade produtiva, de  acordo com Luiz Lemos Leite, presidente da Associação das Sociedades de  Fomento Mercantil – Factoring (Anfac).</p>
<p>Com isso, ele acredita que  as empresas vão recorrer ao mercado de crédito com mais vigor neste ano  do que em 2011. No ano passado, a demanda empresarial por crédito  cresceu apenas 2,3%, de acordo com indicador da Serasa Experian. Bem  abaixo do nível de 7,6% registrado em 2010, e que pode ser retomado em  2012, segundo sua estimativa.</p>
<p>O presidente da Anfac disse à  Agência Brasil que “a conjuntura econômica brasileira apresenta-se  favorável” a uma retomada do ritmo anterior de investimentos pelos  setores produtivos. Segundo Lemos Leite, os efeitos das altas dos juros,  no primeiro semestre de 2011, fizeram o empresariado reduzir a tomada  de empréstimos, mas a situação se inverteu e a Selic atual está menor  que os 10,75% do final de 2010.</p>
<p>De acordo com Lemos Leite, o  setor de fomento mercantil, formado por mais de 150 mil pequenas e  médias empresas, vê a queda dos juros com otimismo, uma vez que poderão  tomar dinheiro “menos caro” para aumentar a própria liquidez e mitigar  riscos, o que se traduz em redução também dos custos de suas operações.</p>
<p>Segundo  análise técnica da Serasa, a alta das taxas de juros, de janeiro a  agosto de 2011, foi o principal fator de redução da demanda das empresas  por crédito, o que acarretou em perda de ritmo da atividade econômica  no segundo semestre. Mas, o afrouxamento da política monetária, a partir  de agosto, já se faz notar nos dois últimos meses de 2011, devolvendo  confiança aos empresários que pretendem investir.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/22/noticiaseconomia,2771911/confiantes-empresas-vao-investir-mais-em-2012.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/01/22/noticiaseconomia,2771911/confiantes-empresas-vao-investir-mais-em-2012.shtml</a></p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Cid Gomes enaltece a parceria entre o Estado e empresas</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/cid-gomes-enaltece-a-parceria-entre-o-estado-e-empresas/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A atuação do Sistema Verdes Mares, com a promoção do Prêmio nos últimos cinco anos, foi destacada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A atuação do Sistema Verdes Mares, com a promoção do Prêmio nos últimos cinco anos, foi destacada por Cid</p>
<p></em>O  governador do Ceará, Cid Ferreira Gomes, enalteceu como fundamental a  parceria entre o Estado e as empresas. Ele reconheceu, ainda, a relação  com o Sistema Verdes Mares que, nos últimos cinco anos, ao promover o  Prêmio Contribuintes, vem colaborando para aumentar a receita estadual,  ajudando ao poder público a cumprir esse papel.</p>
<p>“O governo tem  como função servir à população, para tanto é necessário investimento, o  que só é possível fazer com arrecadação. Por isso é fundamental a  parceria entre governo e as empresas, que recolhem e repassam os  impostos, e que agora estão aqui sendo homenageadas. Então essa parceria  com o Sistema Verdes Mares também é fundamental, ao colaborar para  melhorar a arrecadação e ajudar o Estado a servir à população”, declarou  o governador.</p>
<p>Cid Gomes encabeçou o rol de autoridades presentes  à festa de premiação da 5ª edição da honraria, realizada com a  Secretaria da Fazenda estadual, que homenageou às empresas com maior  arrecadação de ICMS no Ceará por segmento. Foram reconhecidas ainda as  principais entidades que mais enviaram cupons fiscais por meio do  programa Sua Nota Vale Dinheiro, um contabilista, assim como empresas  cadastradas no Simples Nacional na Região Metropolitana de Fortaleza  (Veja agraciados no Caderno de Negócios).</p>
<p>A promoção teve como patrocinadores Bradesco, M. Dias Branco, Helga Cosméticos, Banco do Nordeste e OI.<br />
Presente  à solenidade, o chanceler Airton Queiroz, em seu discurso, chamou a  atenção para o fato de o governador Cid Gomes executar no Ceará um  conjunto de obras que, em breve, dará ao Estado uma feição renovada.</p>
<p>Ele  destacou ainda que a construção deste novo Ceará está diretamente  vinculada à capacidade de sua arrecadação tributária. “E, felizmente,  nos últimos cinco anos, a Secretaria da Fazenda, no comando de Mauro  Filho, tem anunciado recordes de receita”, disse.</p>
<p><strong>Menor carga<br />
</strong><br />
Com  arrecadação de ICMS estimada em aproximadamente R$ 6,8 bilhões, em  2011, o que representa um crescimento de 12,4% na comparação com o ano  anterior, o Estado planeja em março deste ano continuar a sua política  de desoneração tributária, reduzindo a alíquota desse imposto para mais  dez produtos ou segmentos, a exemplo de material de construção para  casas populares e informática.</p>
<p>A informação é do secretario  estadual da Fazenda, Mauro Benevides Filho, adiantado também, que, com  essa previsão de receita o governo cearense deverá investir no  quadriênio findo em 2014 cerca de R$ 13 bilhões, aproximadamente 86% a  mais que o realizado no primeiro quadriênio da gestão Cid Gomes, quando  foram aplicados em torno de R$ 7 bilhões.</p>
<p>Antes da entrega do  Prêmio, o ex-ministro Ciro Gomes proferiu palestra, analisando a  conjuntura internacional, mostrando que o Brasil não ficará imune à  crise e que esta é uma oportunidade para levar adiante as mudanças  estruturais necessárias para tornar o País mais competitivo.<br />
O evento foi encerrado com show da dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano e do forró cearense de Ítalo e Renno.</p>
<p><strong>É momento de aproveitar o quadro positivo do Brasil</strong></p>
<p>“Excelentíssimo governador do Estado do Ceará &#8211; senhor Cid Ferreira Gomes, senhoras e senhores;<br />
O  Brasil encerrou 2011 como a sexta maior economia do mundo,  ultrapassando a Inglaterra, e com a tendência de ascensão contínua.  Confirmando o otimismo, na primeira semana deste ano, o Tesouro Nacional  e duas empresas privadas captaram juntos 2,6 bilhões de dólares nos  mercados dos Estados Unidos e da Europa, um ritmo três vezes maior do  que no ano passado.</p>
<p>Captações de dinheiro foram feitas mediante  uma das menores percentagens de juro na história brasileira. A taxa de  retorno nos títulos emitidos foi de 3,44% ao ano, quando anteriormente a  menor taxa fora de 4,18% ao ano. Trata-se de uma indicação de que o  crédito do Brasil está sólido no exterior.</p>
<p>Esses dados  representam um alívio para o brasileiro, vitimado no passado por  tropeços cambiais e déficits externos que prejudicaram seu  desenvolvimento econômico e social.</p>
<p>Apesar destes fatores  positivos, o País não pode relaxar nem entrar em euforia, porque dois  pontos freiam as ilusões de facilidade. Primeiro, os demais países  emergentes estão no encalço do Brasil, com maior nível de crescimento.  Segundo, a maior parte de nossa exportação é constituída de  &#8220;commodities&#8221; e com acentuada dependência da China, o que faz do Brasil  refém de seus resultados. Importa, agora, aproveitar a presente  conjuntura para promover os ajustes internos e dirigir os investimentos  públicos para a indústria e, principalmente, para infraestrutura.</p>
<p>A  cada um, sua tarefa, sua missão. Assim, o governador Cid Gomes, atento  ao ambiente propício, executa no Ceará um conjunto de obras que, em  breve, lhe dará uma feição renovada.</p>
<p>A construção deste novo  Ceará, sustentável e eficiente, está diretamente vinculada à capacidade  de sua arrecadação tributária. E, felizmente, nos últimos cinco anos, a  Secretaria da Fazenda, no comando de Mauro Filho, tem anunciado recordes  de receita.</p>
<p>A promoção do &#8220;Prêmio Contribuintes&#8221; é um sucesso  graças à força de comunicação dos veículos do Sistema Verdes Mares:  Diário do Nordeste, Televisão Verdes Mares, TV Diário, FM 93 e Verdinha,  líderes em circulação e audiência no Ceará.</p>
<p>Homenageando as  empresas cumpridoras do dever fiscal, incentivam-se todas as demais  empresas a lhes seguirem o exemplo cívico. Nossos parabéns a todos  quantos recebem hoje o Prêmio Contribuintes 2011, os legítimos  responsáveis pelo desenvolvimento do Ceará. Agradecemos ao governador  Cid Gomes pelo inestimável apoio que sempre tem dado a esta campanha.  Também agradecemos ao deputado Mauro Benevides Filho, que está fazendo  uma história de competência à frente da Secretaria da Fazenda.  Parabenizamos o ex-ministro Ciro Gomes pelo brilhantismo de sua  palestra.</p>
<p>Agradecemos aos patrocinadores do Prêmio Contribuintes,  as vitoriosas empresas Bradesco, M. Dias Branco, OI, Helga Cosméticos e  Banco do Nordeste.</p>
<p>As presenças de autoridades e dos amigos muito nos honram; somos imensamente gratos a todos vocês pelo apoio”.</p>
<p><strong><em>Muito obrigado!<br />
Chanceler Airton Queiroz<br />
</em></strong><br />
<strong>O QUE ELES PENSAM<br />
Iniciativa amplamente louvada</strong></p>
<p>Já  estamos na 5ª edição do Prêmio Contribuintes, que é muito importante a  partir do momento que prestigia as empresas que contribuem com o ICMS. O  imposto é revertido em ações, gerando emprego e renda para o Estado.  Então, é uma satisfação grande participar e estar entre as empresas que  mais arrecadam, contribuindo com o crescimento do Ceará.<br />
<em>Urbano Costa Lima<br />
Diretor de Relações Institucionais da OI</em></p>
<p>Esta  é uma iniciativa importante, e o Bradesco já está nessa parceria há  cinco anos, o que vem estreitando ainda mais a nossa relação com o  Governo do Estado. A congratulação ajuda a destacar a cidadania das  empresas, a partir do recolhimento do ICMS, que é revertido em ações  para a população, e também reconhece as principais lideranças do Estado.<br />
<em>Leandro José Diniz<br />
Diretor Regional do Bradesco<br />
</em><br />
A  homenagem gera um estímulo grande para as empresas. E o ICMS que é  recolhido a partir delas retorna em forma de grandes projetos  estruturantes para o Estado. Além disso, impele o empresário a estar  cada vez mais atento e voltado para a questão das suas obrigações  tributárias. O Prêmio Contribuintes é bem promovido e mostra que este é o  caminho.<br />
<em>Cláudio Dias Branco<br />
Vice-presidente Industrial do M. Dias Branco<br />
</em></p>
<p>Poder  participar do Prêmio Contribuintes é um motivo de orgulho. Essa  congratulação é um reconhecimento às empresas de destaque que cumprem  com sua responsabilidade social. Esse imposto, recolhido, ajuda a  melhorar a vida das pessoas; e estar neste evento engrandece a todos que  fazem parte do Banco do Nordeste. Todo reconhecimento é motivador de  ações positivas.<br />
<em>Rivônio de Morais Pinho<br />
Superintendente Estadual do BNB<br />
</em><br />
A  Casa Pio é uma das empresas mais longevas do Estado. E aos 85 anos,  ainda está entre as empresas que mais recolhem ICMS. Isso é uma prova da  sua vitalidade e da sua presença no Estado, fazendo sua parte no que  concerne à responsabilidade social, a qual não é só imposto. Isso renova  nossas energias para estarmos contribuindo com a economia do Ceará.<br />
<em>Pio Rodrigues<br />
Empresário da rede Casa Pio<br />
</em><br />
Receber  o Prêmio Contribuintes traz um sentimento de orgulho e de  reconhecimento não só para o profissional, mas para a classe. Ser  enaltecido dentro deste evento mostra que o profissional da área  contábil é muito importante. Nós somos o elo entre empresas e fisco, e  devemos mostrar a valor de pagar-se o ICMS, resultando em melhorias para  a sociedade.<br />
<em>Carlos Augusto Mapurunga<br />
Contabilista agraciado</em></p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095653">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095653</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Prêmio Contribuintes é estímulo a investimentos</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/premio-contribuintes-e-estimulo-a-investimentos/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:34:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O Prêmio Contribuintes é reconhecido como um pilar que estimula a arrecadação e retorno de impostos à sociedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Prêmio Contribuintes é reconhecido como um pilar que estimula a arrecadação e retorno de impostos à sociedade</em></p>
<p>O  governo estadual estabeleceu a meta de aplicar R$ 17 bilhões até 2015. O  aporte representa uma média de mais de R$ 4 bilhões por ano. Esses  recursos serão aplicados conforme o pactuado no Plano Plurianual  Participativo e Regionalizado (PPA). A cifra destinada a investimentos  equivale a 20,7% do total de recursos orçamentários (R$ 84,6 bilhões)  previstos para serem aplicados nos próximos quatro anos. Essa guinada  está sendo possível por diversos motivos. Um deles é a colaboração  ascendente do que é arrecadado com o Imposto sobre Circulação de  Mercadorias e Serviços (ICMS) aos cofres estaduais.</p>
<p>Tal  crescimento conta com alguns pilares propulsores, como o Prêmio  Contribuintes, por exemplo, que tem funcionado como mola indutora e  agente de transformação social do sistema tributário. Tanto que o volume  de investimentos tem se elevado. O acréscimo é significativo sobre a  média de cada ano do último quadriênio, quando o montante médio aplicado  ficou entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões. Sobre o ano passado, o  secretário da Fazenda do Estado (Sefaz-CE), Mauro Filho, já confirmou  que deve chegar a R$ 2,7 bi.</p>
<p><strong>Cenário positivo<br />
</strong><br />
&#8220;Claro  que uma série de fatores corrobora com esse resultado, como aumento na  oferta de crédito, mais quantidade de empregos, a estabilidade de  preços, e o maior consumo interno, que ainda é o grande alicerce da boa  performance da economia cearense e brasileira&#8221;, ressalta Mauro Filho,  destacando a participação do Prêmio Contribuintes que faz parte desse  ciclo virtuoso, em que há o despertar de pessoas físicas e jurídicas  acerca da importância socioeconômica do pagamento dos impostos,  propiciando, dessa forma, uma arrecadação mais elevada por parte do  Estado e, por conseguinte, maior aporte de investimentos do Executivo em  setores considerados imprescindíveis para o desenvolvimento do Ceará.</p>
<p>Na  opinião de Mauro Filho, a consolidação do Prêmio tem colaborado para  que o cidadão cearense esteja, a cada dia que passa, mais consciente  sobre a importância do ICMS para a determinação das políticas públicas. O  reflexo é o crescente volume financeiro disponível para ser aplicado em  obras e ações do governo estadual.</p>
<p><strong>A homenagem<br />
</strong><br />
O  titular da Sefaz-CE ressalta que, como forma de homenagear as empresas  que mais colaboram com o repasse do ICMS, o governo promove, anualmente,  em parceira com o Sistema Verdes Mares, o Prêmio Contribuintes. A  premiação está na sua quinta edição e conta com o patrocínio do  Bradesco, M. Dias Branco, Helga Cosméticos, Banco do Nordeste e OI.</p>
<p>Ontem,  foram agraciadas as organizações que mais se destacaram no compromisso  cidadão da honraria, em Fortaleza. Ao todo, na solenidade, foram  contempladas 44 empresas divididas nos segmentos de Serviços de  Comunicação, Energia, Combustível e Transporte; Indústria; Atacadista; e  Simples Nacional. Seis entidades filantrópicas também receberam o  Prêmio pela colaboração no programa &#8220;Sua Nota Vale Dinheiro&#8221;. Como em  todos os anos, também foi homenageado um profissional de contabilidade  da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Nesta edição, o agraciado  foi o contabilista Carlos Augusto Carvalho Mapurunga.</p>
<p><strong>Importância<br />
</strong><br />
Desde  quando foi criada, há cinco anos, a premiação vem sendo marcada pelo  compromisso com a cidadania, pois se transformou em um dos principais  instrumentos de colaboração para o amadurecimento da população cearense  com relação ao funcionamento do sistema fiscal.</p>
<p>&#8220;Sem dúvida  nenhuma, o Prêmio Contribuintes estimula esse comportamento e já se  consolidou com o reconhecimento das empresas que ajudam, através de sua  participação efetiva na arrecadação do ICMS, a assegurar a capacidade de  investimento do Estado&#8221;, diz Mauro Filho.</p>
<p>Uma outra maneira de  colaborar com a formação do cidadão é através do programa &#8220;Sua Nota Vale  Dinheiro&#8221;, que é mais uma iniciativa da Sefaz-CE . Segundo o secretário  Mauro Filho, neste ano, ocorreu uma mudança nessa área. O valor mínimo  do cupom fiscal enviado pelo cearense que participa da campanha saltou  de R$ 5 para R$ 10.</p>
<p><strong>Aplicação</p>
<p></strong>17 bilhões é a meta do governo do Estado em investimentos até 2015, o que representa cerca de R$ 4 bilhões ao ano</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095716">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095716</a></p>
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		<title>ICMS avança em todos os segmentos no Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:33:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O avanço da arrecadação tributária tem sido registrado em todos os setores da economia local. Dentre as categorias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da  arrecadação tributária tem sido registrado em todos os setores da  economia local. Dentre as categorias do Prêmio Contribuintes, a de  Serviços de Comunicação, Energia, Combustível e Transporte tem chamado a  atenção pela representatividade na participação no volume total  arrecadado de ICMS, que foi de R$ 6,69 bilhões, no Ceará, em 2011, de  acordo com a Secretaria da Fazenda (Sefaz-CE).</p>
<p>Nesta quinta  edição do Prêmio, as empresas que se destacaram nesse setor foram  Expresso Guanabara, Coelce, Lubnor e OI. Esta última, que é também uma  das patrocinadoras do evento, fechou 2011 como líder em participação do  mercado local de telefonia móvel. Para a operadora, que tinha ficado em  segundo lugar no ranking em 2010, por uma diferença mínima de celulares  habilitados, o ano passado foi marcado pela retomada da empresa como a  preferida dos cearenses no setor.</p>
<p><strong>OI mostra avanço<br />
</strong><br />
Até  dezembro último, a OI tinha 35,55% de participação no mercado no  Estado, reassumindo a primeira posição com 3,3 milhões de habilitações.  Na comparação com igual período de 2010, quando a marca era de 2,7  milhões, houve acréscimo de 22% em número de acessos.</p>
<p>Foram  praticamente 600 mil novas linhas entre pré e pós pagas. Uma média de 50  mil por mês, 1.666 por dia, 69 por hora, ou o mesmo que um chip (1,15)  comercializado a cada minuto no território cearense. Os dados são da  Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).</p>
<p>Todo esse  crescimento foi impulsionado por uma elevação no consumo, que também  amplia a arrecadação de ICMS para os cofres do Estado.</p>
<p>O bom  desempenho da operadora, como uma das principais recolhedoras, de  tributos mereceu o reconhecimento do governo estadual que, junto com o  Sistema Verdes Mares, realiza o Prêmio Contribuintes.</p>
<p><strong>No País</p>
<p></strong>Sobre  o ano tão marcante para a OI, foram divulgados dados nacionais do  fechamento do terceiro trimestre (ainda não foram computados os números  dos últimos três meses do ano).</p>
<p>Em nota, a empresa informou que, em todo o Brasil, obteve lucro de R$ 426,2 milhões no terceiro trimestre de 2011.</p>
<p>De  acordo com a operadora, foram 6,5 milhões de novos clientes no País  inteiro, sendo que telefonia móvel teve o maior volume de adições brutas  desde 2008. Já a banda larga registrou expansão de 134 mil novas  adesões, além do aumento de velocidade média.</p>
<p><strong>Novidades<br />
</strong><br />
Lançada  há pouco mais de dois meses, a nova área de atendimento online da OI  (Minha OI) já conta com mais de um milhão de cadastros realizados.</p>
<p>Com  isso, clientes de todo o Brasil agora se relacionam com a companhia de  forma mais simples e ágil. A empresa também deu início a nova campanha  do OI Conta Total, Planos com Vantagens Tamanho Família, que reforça as  ofertas de planos convergentes da companhia.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095656">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095656</a></p>
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		<title>Varejo é mola do crescimento</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Tanto no panorama empresarial como no cenário econômico, o varejo vem ganhando cada vez mais destaque e reconhecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tanto no panorama empresarial como no cenário econômico, o varejo vem  ganhando cada vez mais destaque e reconhecimento no Ceará. Além de  grande gerador de empregos formais no País, o setor vem atravessando um  processo de transformação e modernização. Através do Prêmio  Contribuintes, na categoria Varejista, foram agraciadas dez empresas que  se destacaram no recolhimento de ICMS no Estado. São elas: C&amp;A,  Rabelo Som e Imagem, Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Zenir, Lojas  Americanas, Insinuante, Riachuelo, Normatel e Macavi.</p>
<p>Fundado em  1957, o Magazine Luiza é uma das maiores redes varejistas do País.  Chegou ao mercado cearense no ano passado, a partir da aquisição das  Lojas Maia. Atualmente, possui 728 lojas e nove centros de distribuição,  estrategicamente localizados em 16 Estados (São Paulo, Minas Gerais,  Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul,  Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte,  Ceará, Piauí e Maranhão).</p>
<p><strong>Inovação no mercado<br />
</strong><br />
Em  abril de 2011, a rede passou a ser listada na Bolsa de Valores e, mais  uma vez, inovou, destinando grande parte de suas ações a pequenos  investidores. A empresa comercial também aposta em programas e ações em  benefício de seus mais de 23 mil funcionários.</p>
<p>A política de  gestão de pessoas adotada já rendeu diversos prêmios à rede, que, há 14  anos, figura entre as melhores empresas para se trabalhar nos rankings  da revista Exame e do Instituto Great Place to Work.</p>
<p>A Lojas  Americanas, megaempresa varejista, disse que &#8220;o prêmio é uma forma de  reconhecimento do trabalho que a empresa desenvolve. O nosso objetivo é  atender da melhor forma possível o cliente, oferecendo grandes marcas e  variedade de produtos&#8221;, disse o comunicado.</p>
<p><strong>Experiência</strong></p>
<p>A  empresa é uma das mais tradicionais no setor. Com mais de 82 anos de  atuação, a empresa conta com 622 lojas nas principais cidades  brasileiras, além de três centros de distribuição (São Paulo, Rio de  Janeiro e Recife), atuando também no comércio eletrônico, através da B2W  &#8211; Companhia Global do Varejo. A rede comercializa mais de 60 mil itens  nos segmentos de brinquedos, bonbonnière, lingerie, CDs, DVDs, dentre  outros.</p>
<p><strong>Investimento</strong></p>
<p>No último ano, o  Grupo Pão de Açúcar tomou iniciativas importantes em relação à conversão  de lojas, aquisição de terrenos e estruturação da empresa para dar  andamento ao seu plano de expansão que prevê cerca de 400 novas lojas no  País entre 2012 e 2014.</p>
<p>Em 2011, as vendas brutas do Grupo  totalizaram R$ 15,132 bilhões, com crescimento de 20,1%, decorrente  principalmente da consolidação dos resultados de Casas Bahia à operação  de Globex, da expansão orgânica do Grupo (que se deu por meio da  abertura de 20 novas lojas) e da performance destacada das bandeiras  Assaí (recém- reformulada para atender melhor o  revendedor/transformador), Extra Supermercado (que apresenta crescimento  acentuado em relação às antigas CompreBem e Sendas) e da Nova Pontocom  (que retoma patamares elevados de crescimento e inclui novas categorias  em seu portfólio). No ano, as vendas brutas totalizaram R$ 52,681  bilhões, com expansão de 45,8%. Para este ano, o Grupo está focado na  expansão orgânica, sobretudo nos formatos de atacarejo.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095728">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095728</a></p>
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		<title>Juros caem 0,5 ponto e vão a 10,50% ao ano</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Em seu primeiro encontro do ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu ontem cortar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu primeiro encontro do ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu ontem cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual. Com isso, a taxa passa de 11% para 10,5% ao ano, o menor valor desde junho de 2010 (10,25%). O quarto corte seguido dessa magnitude, em um movimento iniciado em agosto passado, era amplamente esperado pelo mercado. A decisão foi unânime.<br />
“Ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012”, disse o Copom ao anunciar a decisão, repetindo o comunicado de sua última reunião.</p>
<p>A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo. Quando sobe, reduz a atividade econômica porque os empréstimos e as prestações ficam mais caros. Esta foi a nona reunião do Copom sob o mandato da presidente Dilma Rousseff e com o BC sob o comando de Alexandre Tombini. Foi também o primeiro encontro de 2012.</p>
<p>Nas primeiras cinco reuniões, o comitê decidiu elevar a taxa. Nas duas primeiras, a alta foi de 0,5 ponto percentual. Em outras três posteriores, o aumento foi de 0,25 ponto percentual. Já na sexta reunião o BC surpreendeu o mercado ao anunciar um corte de 0,5 ponto percentual. No sétimo e no oitavo encontro, houve novamente corte de 0,5 ponto. No início do governo Dilma, a Selic estava em 10,75%.</p>
<p><strong>Entenda a relação<br />
entre juros e inflação</strong><br />
Os juros são empregados, entre outras razões, para tentar controlar a inflação. Quando o Banco Central considera que há risco de inflação, ele eleva os juros. Assim, as prestações e os empréstimos ficam mais caros e as pessoas consomem menos. Isso ajuda a reduzir a inflação.</p>
<p>Quando a economia fica mais fraca e as pessoas gastam menos, o BC faz o contrário, reduzindo os juros e o custo dos empréstimos, para estimular as compras. A alta de preços ocorre quando há muita procura por produtos e menos quantidade para atender a essa necessidade. A inflação oficial é medida pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O centro da meta do BC para a inflação neste ano é de 4,5%. A meta pode ter variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, ou seja, a inflação poderia ir de 2,5% a 6,5%. Em 2011, a inflação quase estourou o limite máximo da meta do governo, acumulando alta de 6,5% &#8211;o maior resultado desde 2004.</p>
<p>Em meados do ano passado, o governo adotou medidas para desestimular o consumo: aumentou o valor do pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito; elevou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre gastos no cartão de crédito fora do país e sobre captações de recursos no exterior; tornou obrigatório uma entrada de pelo menos 20% nos financiamentos entre 24 e 36 meses para carros novos ou usados.</p>
<p>Desde agosto passado o Copom vem reduzindo a Selic em 0,50 ponto percentual, somando agora um queda de 2 pontos percentuais, para não deixar a economia esfriar em meio à crise global. A argumentação básica tem sido de que o cenário internacional, sobretudo por conta das turbulências na Europa, é desinflacionário para o Brail. Isso porque, com as grandes economias na região ainda patinando, a demanda mundial acaba perdendo força, com consequências para o Brasil.</p>
<p><strong>Juros altos são bons<br />
para algumas aplicações</strong><br />
Os juros no Brasil ainda são considerados muito altos. Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações financeiras. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros que procuram o país. Quando alguém investe em fundos ou títulos públicos, por exemplo, recebe um rendimento mensal maior se os juros estiverem mais altos. Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais receosas de tomar empréstimos para investir em expansão.</p>
<p>Por isso os empresários reclamam dos juros altos. Nesse cenário, também se torna mais difícil a criação de empregos. O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros. O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=61811">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=61811</a></p>
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		<item>
		<title>Sem surpresa, BC corta Selic para 10,5% ao ano</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/sem-surpresa-bc-corta-selic-para-105-ao-ano/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta foi a 4ª redução consecutiva na taxa, desde agosto do ano passado. Novos cortes devem ocorrer Brasília. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Esta foi a 4ª redução consecutiva na taxa, desde agosto do ano passado. Novos cortes devem ocorrer</p>
<p></em><strong>Brasília.</strong> Na primeira reunião do ano do Copom, comitê que define o rumo dos juros no país, os diretores do Banco Central reforçaram a sinalização de que o espaço para cortes na taxa Selic ao longo de 2012 diminuiu. Sem surpresas e em linha com o recado dado no último relatório de inflação, divulgado no final de dezembro, o BC anunciou ontem, queda de mais 0,5 ponto percentual na taxa que serve de referência para toda economia.</p>
<p>Foi a quarta redução consecutiva desde agosto de 2011 e levou a Selic a 10,5% ao ano. No comunicado, os diretores mantiveram a argumentação de que &#8220;um ajuste moderado na taxa básica de juros é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012&#8243;.</p>
<p><strong>Dúvidas</strong></p>
<p>A maior dúvida do mercado é quantos novos cortes ainda poderão vir. Até o final do ano passado, o BC considerava que ainda havia espaço para quedas &#8220;moderadas&#8221; dos juros em 2012.</p>
<p>Na virada do ano, começou a mostrar preocupação com a inflação, sobretudo no segundo semestre de 2012, quando a economia deverá estar mais aquecida. Isso colocou em dúvida se os juros poderão chegar a um dígito no curto prazo. Nas projeções iniciais do mercado, a Selic poderia cair para 9,5% no meio do ano, ficando inalterada até dezembro.</p>
<p>Para o BC, a crise internacional deverá ter um forte impacto no crescimento de boa parte do mundo rico. O risco de importantes economias da Europa enfrentarem recessão ajuda a conter os preços aqui no Brasil. O crescimento brasileiro deverá ser sustentado pelo mercado interno, estimulado por crédito e consumo. Para a economista Zeina Latiff, com o cenário internacional ainda muito incerto, o BC deve &#8220;deixar a porta aberta&#8221; para novos cortes.</p>
<p>&#8220;Os riscos para inflação ainda não são tão elevados e o cenário internacional contribui para redução dos preços no Brasil&#8221;, avalia. Por outro lado, ela diz que a economia brasileira não está tão recuperada. &#8220;O crédito vai crescer num ritmo mais lento e isso reduz a capacidade de as quedas de juros estimularem a economia&#8221;, afirma, ressaltando que, com isso, podem ser necessários mais cortes.</p>
<p><strong>Baixo impacto</strong></p>
<p>A redução da taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 p.p. (ponto percentual) terá um efeito pequeno nos juros das operações de crédito para consumidores e empresas, segundo análise da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).</p>
<p>Segundo a Anefac, este fato ocorre porque existe uma diferença &#8220;muito grande entre a taxa Selic e as taxas de juros cobradas aos consumidores que, na média da pessoa física atingem 114,84%, ao ano, provocando uma variação de mais de 900%, entre as duas pontas&#8221;.</p>
<p>De acordo com as simulações feitas pela Anefac, a taxa média das operações para os consumidores, atualmente em 6,58% ao mês, deve cair apenas 0,04 p.p. (para 6,54%) com o corte anunciado ontem.</p>
<p><strong>Rotativo</strong></p>
<p>Entre as taxas para as pessoas físicas, os juros do cartão de crédito devem cair de 10,69% ao mês, para 10,65%.Para as empresas, a taxa média deve cair de 3,87% para 3,83% ao mês.</p>
<p><strong>OPINIÃO DO ESPECIALISTA<br />
A crise é que está ditando as taxas de juros</p>
<p></strong>Essa redução já era esperada, seguindo uma trajetória de queda da taxa Selic que tende a continuar, podendo chegar a 10% e até a 9,5%, ao ano, dependendo do acirramento da crise econômica europeia. Quanto maior a crise, mais o Brasil terá condições de reduzir as taxas de juros, como forma de promover e estimular a economia interna. A crise é quem está ditando o fluxo das taxas de juros. Apesar de novo recuo nas taxas, não acredito que haja redução no volume de investimentos externos no Brasil, porque nossas taxas ainda são muitos superiores ás do mercado externo. Pelo contrário, deve estimular os investidores a tirar o dinheiro do banco e aplicar na economia real. O que não podemos esquecer é de manter o controle da inflação. O fato é que toda redução é bem vinda, porque os juros altos ainda consomem uma boa parcela da renda da população, sobretudo dos mais pobres que necessitam de crédito.</p>
<p><em>Ênio Viana<br />
Diretor do Ibef</em></p>
<p><strong>Varejo vê chance de recuperação</p>
<p>São Paulo.</strong> A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) avalia que o novo corte da Selic é importante para o varejo brasileiro, mas classifica que a redução foi &#8220;tímida&#8221;. &#8220;O ciclo de baixas da Selic abre espaço para retomada do consumo interno mais forte, e, por consequência, a recuperação do varejo brasileiro&#8221;, cita o texto.</p>
<p>Apesar da comemoração, a CNDL afirma que o corte dos juros poderia ter sido mais ousado. &#8220;Apostávamos em uma queda de 0,75 ponto porcentual, até porque existe atualmente uma necessidade urgente de aquecer o mercado interno, já que as vendas de fim de ano mostraram um desempenho significativamente tímido em 2011&#8243;, destacou o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Júnior.</p>
<p><strong>´Locomotiva´</strong></p>
<p>&#8220;Em 2012, o comércio será a locomotiva do crescimento econômico, avançando entre 4% e 4,5%, algo como um ponto ou um ponto e meio porcentual acima do PIB (Produto Interno Bruto)&#8221;, prevê. Segundo o dirigente, o corte demonstra que o Banco Central &#8220;está trabalhando para colar a política monetária à fiscal, combinando reforço no crédito com desonerações de tributos para o consumo&#8221;. Para o presidente da CNDL, &#8220;uma ação mais ousada por parte do Banco Central neste momento em que há real risco de contágio da economia brasileira em função da fraca atividade na Europa e Estados Unidos poderia sinalizar um claro recado ao mercado de que o Brasil está atento aos movimentos externos, assim como entidades como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Brasil tem tudo para se manter distante do epicentro da crise, mas não há como menosprezar o recado do FMI, que sinalizou com mais um resgate à Europa, de quase US$ 500 bilhões, e o alerta do Banco Mundial, que classificou como ´risco real´ a possibilidade de que as turbulências externas ocasionem uma crise global similar à que ocorreu em 2008&#8243;, avalia o dirigente.</p>
<p><strong>Para CNI, juro segue acima do padrão internacional</p>
<p>São Paulo.</strong> A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que o novo corte de 0,50 ponto porcentual na taxa básica de juros, a Selic, anunciado ontem pelo Copom, veio em linha com as avaliações da entidade sobre o desaquecimento da atividade econômica e a tendência de convergência da inflação para o centro da meta, de 4,5%.</p>
<p>No entanto, a CNI destaca que o corte &#8220;ainda mantém os juros brasileiros acima dos padrões internacionais, evidenciando a existência de espaço para novas reduções&#8221;.</p>
<p><strong>Continuidade</strong></p>
<p>&#8220;O ambiente internacional de dificuldades das economias europeias continua gerando incertezas e restrição de crédito, o que justifica a atenção do Banco Central brasileiro com a liquidez e o custo do dinheiro no País. A CNI considera ser necessário dar continuidade ao ciclo de redução dos juros, de modo a atenuar os efeitos da baixa atividade mundial na economia brasileira e evitar novo movimento de valorização cambial&#8221;, diz a nota da CNI. A entidade defende rigor na execução do orçamento de 2012.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095381">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095381</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nordestino é 2º em gastos com roupas</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/nordestino-e-2%c2%ba-em-gastos-com-roupas/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Região foi responsável por21% do dinheiro desembolsado para aquisição de itens de vestuário no País Fortaleza/São Paulo Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Região foi responsável por21% do dinheiro desembolsado para aquisição de itens de vestuário no País<br />
</em><br />
Fortaleza/São Paulo Os nordestinos investiram pesado, no ano passado, para incrementar o guarda-roupa, gastando R$ 15,3 bilhões em itens de vestuário. Os consumidores da região perderam apenas para os do Sudeste, que desembolsaram R$ 30,5 bilhões. O Nordeste foi responsável por 21% do dinheiro injetado utilizado nesse setor. Os dados foram divulgados ontem, em pesquisa da consultoria Data Popular, realizada em 2011 com mais de 18 mil pessoas em 26 estados.</p>
<p>De acordo com o levantamento, os gastos dos brasileiros com a compra de roupas cresceram 68,4% em nove anos, descontada a inflação do período. As despesas com vestuário passaram de R$ 43,3 bilhões, em 2002, para R$ 72,9 bilhões, em 2011.</p>
<p><strong>Emergentes</strong></p>
<p>A pesquisa aponta que a classe C (famílias com renda per capita entre R$ 327 e R$ 1.410, pelos critérios do instituto), foi a que mais gastou com roupas em 2011, somando R$ 35,3 bilhões, o que representa 48,4% do total.</p>
<p>As classes AB (elite) gastaram, juntas, R$ 24,5 bilhões (33,6% do total). Já as classes D e E (emergentes) somaram R$ 13,1 bilhões (18%).</p>
<p><strong>´Na moda</strong>´</p>
<p>Entre os entrevistados, 50,4% dos homens e 54,3% das mulheres afirmaram se preocupar em estar na moda. Entre as classes sociais, 52,1% da classe C consideram importante estar na moda. Entre a elite, esse percentual foi superior, 56%. Nas classes D e E, o índice foi de 49,4%.</p>
<p>&#8220;Ao contrário da elite, a nova classe média brasileira tem um pensamento funcional quanto à moda. Além de estar vinculada com autoestima e bem estar, primordialmente, ela está atrelada às suas perspectivas de vida, e principalmente, a profissional&#8221;, diz Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular.</p>
<p><strong>Hábitos de consumo</strong></p>
<p>Segundo a pesquisa, 21,4% dos brasileiros da classe C disseram comprar roupas pelo menos uma vez a cada três meses. Entre a elite, o índice ficou em 61,6% e entre os emergentes, 38,1%.</p>
<p>Os shoppings centers são apontados como o lugar preferencial na hora de comprar, tanto pela classe C (61,7%) como pelas classes A e B (77,7%). Entretanto, nas classes D e E, as lojas de rua é apontado como o local mais utilizado por 58,5% dos entrevistados.</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que seis de cada 10 entrevistados entre os emergentes e a nova classe média gostam de usar roupa de marca, ao passo que na elite essa relação sobe para 7 de cada 10.</p>
<p>&#8220;A marca na Nova Classe Média é vista como ferramenta de inclusão, enquanto na elite é um diferencial, uma forma de obter exclusividade. Ou seja, se o jovem da Classe C adquire um tênis de marca renomada, ele visa apenas fazer parte do meio em que vive e ser aceito socialmente, enquanto o jovem da elite quer ser o diferente, ele quer aquele tênis que ninguém tem, e por isso vai comprar no exterior&#8221;, avalia Meirelles.</p>
<p><img src="http://diariodonordeste.globo.com/imagem.asp?Imagem=572928" alt=" " width="432" height="505" /></p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095370">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095370</a></p>
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		<title>Desconto no salário muda; veja como fica</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Dependendo de quanto foi o reajuste do salário do trabalhador, o desconto do IR pode ser menor que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dependendo de quanto foi o reajuste do salário do trabalhador, o desconto do IR pode ser menor que em 2011<br />
</em><br />
<strong>São Paulo.</strong> A partir do mês que vem, o desconto no salário dos trabalhadores irá mudar. As empresas passarão a aplicar a nova tabela de contribuição do INSS e os novos descontos do Imposto de Renda (IR).</p>
<p>Neste ano, a tabela do IR teve uma correção de 4,5%. A tabela de contribuição previdenciária também foi reajustada, em 6,08%. Dessa forma, dependendo de quanto foi o reajuste do salário do trabalhador, o desconto do IR será menor do que no ano passado.</p>
<p>Para saber o valor final, há duas situações: para quem não tem dependentes e para quem tem dependente.</p>
<p><strong>Desconto mensal</strong></p>
<p>De acordo com a Receita Federal, para cada dependente, há um desconto mensal de R$ 164,56 neste ano.</p>
<p>Para quem recebe um salário de R$ 2.000, por exemplo, o desconto do INSS será de R$ 220. Descontada esta contribuição, o valor, de R$ 1.780, será usado para calcular o desconto do Imposto de Renda.</p>
<p>Para este trabalhador, o desconto do Imposto de Renda será de R$ 10,72 mensais, pois ele se enquadra na alíquota de 7,5%,mais a parcela a deduzir do imposto, de R$ 122,78.</p>
<p><strong>Valor final</strong></p>
<p>Descontadas a contribuição e o IR, ele receberá em sua conta um salário de R$ 1.769,28.</p>
<p>Os cálculos levam em conta o desconto do INSS e do IR. O trabalhador tem de estar atento ao holerite porque podem haver outros descontos, como o pagamento do plano de saúde e de crédito consignado.</p>
<p><strong>Pensão</strong></p>
<p>Para quem tem dependentes, ou paga pensão alimentícia, o cálculo é feito de modo diferente.</p>
<p>Nestes casos, o trabalhador deverá descontar esses valores logo após retirar o valor da contribuição ao INSS. Só depois ele saberá em qual faixa se enquadra para calcular o IR.</p>
<p>Por exemplo, se descontando esses valores o salário for menor do que R$ 1.637,11, o trabalhador ficará livre do IR.</p>
<p>Ficarão livres de enviar a declaração do IR à Receita no ano que vem os trabalhadores que receberem rendimentos de até R$ 1.637,11 &#8211; que é o novo limite de isenção. Já no caso de quem tem mais de 65 anos, existe um limite extra de isenção.</p>
<p>O valor do Imposto de Renda muda de acordo com os rendimentos do trabalhador. São quatro faixas diferentes, sendo a maior delas de 27,5%.</p>
<p><strong>INSS libera consulta a benefício com reajuste</p>
<p></strong>São Paulo A consulta aos extratos com valores das aposentadorias reajustadas, que começam a ser pagas no dia 25, já estão disponíveis na página do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), pelo link &#8220;Extrato de pagamentos de benefícios&#8221;.</p>
<p>Os segurados também podem checar os valores na agência responsável pelos seus pagamentos mensais ou no banco em que o benefício é pago, dois dias antes do depósito. Para quem ganha o piso previdenciário, o pagamento começa no dia 25. Para estes segurados, o benefício subirá de R$ 545 para R$ 622 &#8211; alta de 14,13%. Os aposentados que ganham mais de um salário mínimo começam a receber no dia 1º de fevereiro e terão reajuste de 6,08%-só com a correção da inflação. No caso do Ceará, cerca de 131 mil aposentados ganham mais que o Mínimo.</p>
<p><strong>Exemplo</strong></p>
<p>Com o reajuste de 6,08% para quem ganha mais que o mínimo, o aposentado que recebia uma aposentadoria de R$ 1.000 passará a receber R$ 1.060,80. Além disso, o teto do INSS também será reajustado com 6,08%. O valor máximo das aposentadorias passa dos atuais R$ 3.691,74 para R$ 3.916,20.</p>
<p>O aumento para os benefícios acima do Mínimo será proporcional para quem começou a receber aposentadoria ou pensão a partir de fevereiro de 2011. Para quem começou a receber em fevereiro de 2011, por exemplo, o aumento será de 5,09%.</p>
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		<title>Estímulo à cidadania: Prêmio Contribuintes é entregue hoje</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o evento, Ciro Gomes vai falar sobre o compromisso de cidadania exercido pelos contribuintes O ex-ministro Ciro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 370px"><a title="Na homenagem realizada em Quixadá, Ciro Gomes defendeu uma mudança política no Brasil e mais investimento em qualificação " rel="lightbox" href="http://diariodonordeste.globo.com/imagem.asp?Imagem=572888"><img title="LC MOREIRA Na homenagem realizada em Quixadá, Ciro Gomes defendeu uma mudança política no Brasil e mais investimento em qualificação" src="http://diariodonordeste.globo.com/imagem.asp?Imagem=572888" alt="LC MOREIRA Na homenagem realizada em Quixadá, Ciro Gomes defendeu uma mudança política no Brasil e mais investimento em qualificação" width="360" height="717" /></a><p class="wp-caption-text">LC MOREIRA Na homenagem realizada em Quixadá, Ciro Gomes defendeu uma mudança política no Brasil e mais investimento em qualificação</p></div>
<p><em>Durante o evento, Ciro Gomes vai falar sobre o compromisso de cidadania exercido pelos contribuintes</em></p>
<p>O ex-ministro Ciro Gomes será um dos destaques da festa de entrega da 5ª edição do Prêmio Contribuintes, que acontece hoje à noite no buffet La Maison Dunas, em Fortaleza, quando serão homenageados os maiores arrecadadores de ICMS da Capital e região metropolitana, assim como empresas cadastradas no Simples Nacional, as cinco principais entidades que mais enviaram cupons fiscais através do programa Sua Nota Vale Dinheiro e um contabilista.</p>
<p>Ciro, que já participou da entrega da premiação para as empresas das regiões Central e Centro Sul, no município de Quixadá, em dezembro último, irá proferir palestra sobre o compromisso de cidadania exercido pelos contribuintes que receberão a devida honraria.</p>
<p>O Prêmio Contribuintes é uma parceria entre a Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará (Sefaz-CE) e o Sistema Verdes Mares. Nesta edição, Bradesco, M. Dias Branco, Helga Cosméticos, Banco do Nordeste e OI patrocinam a iniciativa.</p>
<p>Nas últimas quatro edições, foram homenageadas mais de 245 empresas das mais diversas áreas de atuação no Estado.</p>
<p><strong>Desafios para o País</strong></p>
<p>Na premiação realizada em Quixadá, em sua palestra, Ciro Gomes defendeu uma mudança política no Brasil a fim de preparar a economia do País para concorrer com outras nações.</p>
<p>Para ele, é preciso um plano estratégico entre governo, empresários e universidades que trace metas para os próximos cinco, dez, 15, até 30 anos.</p>
<p>Isso geraria inovação tecnológica para competir com os demais mercados. &#8220;Não temos um planejamento estratégico&#8221;, chegou a afirmar.</p>
<p>O ex-ministro acrescentou ainda que é preciso investimento para gerar mão de obra qualificada. Ainda de acordo com ele, o Brasil precisa enfrentar três problemas: a concorrência com a China, tecnologia atrasada e alta taxa de juros.</p>
<p><strong>Amadurecimento<br />
</strong><br />
Ao longo dos últimos cinco anos, o Prêmio Contribuintes vem se consolidando como uma das mais importantes honrarias do Ceará, passando a ser, também, um dos principais instrumentos de colaboração para o amadurecimento da população cearense com relação ao funcionamento do sistema fiscal.</p>
<p>Na visão do secretário da Fazenda, Mauro Filho, a iniciativa de, anualmente, agraciar os principais contribuintes faz parte de um ciclo virtuoso, em que há o despertar de pessoas físicas e jurídicas acerca da importância socioeconômica do pagamento dos impostos, propiciando, dessa forma, uma arrecadação mais elevada por parte do Estado e, por conseguinte, maior aporte de investimentos do Executivo em setores considerados imprescindíveis para o desenvolvimento do Ceará.</p>
<p>&#8220;Sem dúvida nenhuma, o Prêmio Contribuintes estimula esse comportamento mais maduro do povo cearense e já se consolidou com o reconhecimento das empresas que ajudam, através de sua participação efetiva na arrecadação do ICMS, a assegurar a capacidade de investimento do Estado&#8221;, relata .</p>
<p>Para ele, a premiação também atua no papel de agente transformador social, pois além de promover a ampliação da capacidade do Estado de atender às demandas, tem o viés de gerar emprego e renda.</p>
<p>Além da palestra do ex-ministro Ciro Gomes, a festa que acontece hoje à noite na Capital, terá como atrações musicais a dupla sertaneja Zezé Di Camargo &amp; Luciano e Ítalo &amp; Renno.</p>
<p><em><strong>Mais informações</strong><br />
O Prêmio Contribuintes ocorre hoje, a partir das21h, no La Maison Dunas, com palestra de Ciro Gomes e show das duplas Zezé di Camargo e Luciano e Ítalo e Renno</em></p>
<p><em><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095355">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1095355</a><br />
</em></p>
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