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	<title>Sindilojas Fortaleza</title>
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	<description>Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza - O Sindilojas oferece a seus associados serviços como: Assessoria Jurídica - Boletim Empresarial - Convênios, como também informações sobre leis, decretos, feriados.</description>
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		<title>Ambulantes não sairão do Centro, diz secretária</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A titular da Sercefor, Luíza Perdigão, informa que serão criados cinco camelódromos em prédios abandonados Quem sonha, debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A titular da Sercefor, Luíza Perdigão, informa que serão criados cinco camelódromos em prédios abandonados<br />
</em><br />
Quem sonha, debate e defende o Centro de Fortaleza revitalizado, com vida pulsante nas 24 horas do dia, ainda terá um longo caminho pela frente. As intervenções, tão desejadas, para tornar o bairro um local para morar, trabalhar ou se divertir não sairão tão cedo. Não é que faltem sugestões, alternativas ou projeto. Este até que está pronto. No entanto, reconhece a titular da Secretaria Executiva Regional do Centro (Sercefor), Luíza Perdigão, as ações práticas serão deixadas para a próxima administração.</p>
<p>Por enquanto, a cidade continuará com seu bairro mais tradicional e importante, como está: com a invasão dos camelôs para tudo que é lado &#8211; são 13 mil na contagem da Prefeitura &#8211; a poluição visual, prédios abandonados e sem serventia, sujeira, espaços públicos destruídos e entregues aos moradores de rua, insegurança e muito prejuízo para todos os segmentos.</p>
<p>Luíza também avisa: mesmo no projeto de revitalização tão sonhado, a cidade terá que aprender a conviver com o comércio ambulante. &#8220;Eles são necessários para o Centro e vão continuar aqui. Não existe a menor possibilidade de retirá-los e sim reordená-los em cinco camelódromos&#8221;, informa.</p>
<p>Os locais só vão abrigar 2,6 mil informais que atuam no quadrilátero das avenidas Duque de Caxias, Imperador, ruas Castro e Silva e Sena Madureira. Os da José Avelino nem sonho de remoção existe. &#8220;A ideia é relocar esse pessoal em imóveis abandonados ou vazios. Não informamos quais são para evitarmos a especulação imobiliária&#8221;, diz.</p>
<p>Outra certeza: o modelo efetivado com os ambulantes do Beco da Poeira não deu certo. &#8220;Não adianta colocarmos todos em prédios no primeiro ou segundo andar, por exemplo. Isso a gente sabe que fracassa&#8221;, aponta.</p>
<p>Os novos camelódromos, adianta a secretária, serão tipo galerias, com passagens abertas de um rua para outra e com os boxes dos ambulantes no térreo. &#8220;Em cima, serão para banheiros, lanchonetes, restaurantes e até lojas de marcas famosas, que atraem clientes diversos&#8221;. Além disso, a criação de edifícios-garagem com a destinação do térreo para o comércio ambulante é uma das opções em estudo. Nesse caso, a proposta é ofertar três mil vagas para camelôs e mais sete mil para veículos. &#8220;Cada permissionário pagará R$ 150 mensal. Esses locais também podem ser próximos de estacionamentos e paradas de ônibus&#8221;, frisa.</p>
<p>Depois da tarefa cumprida e para evitar que outros ocupem as mesmas ruas e calçadas, Luíza, aí sim, defende uma fiscalização repressiva. &#8220;O que não podemos é fazer isso com os que aí estão há anos e que dependem disso para sobreviver&#8221;.</p>
<p><strong>Sem surpresa<br />
</strong><br />
As afirmações da secretária não surpreendem integrantes do Fórum Viva Centro. Um deles, o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Riamburgo Ximenes, avalia que o Centro só terá solução com ação efetiva. &#8220;O Centro hoje é um gigante atropelado, sendo uma batalha para perdedores&#8221;, diz, explicando que todos sofrem com a atual situação. &#8220;Os ambulantes pela concorrência predatória, os lojistas que pagam pesados impostos, a população, a cidade, enfim, todos são prejudicados&#8221;.</p>
<p>Para especialistas, não é que a Sercefor não tenha se esforçado na tentativa de tornar o Centro um local menos degradado. A secretária tem tido uma atuação como pode. Recolhido lixo, tentando diálogo com os camelôs, retirando alguns do entorno de imóveis considerados patrimônios históricos. &#8220;Mas, são ações tímidas, sem força. É como cego em tiroteio&#8221;, comparam.</p>
<p>Para o urbanista Marcos Lima, isso ocorre porque o Município tem desprezado as soluções técnicas, optando por ações pontuais e centralizadas. Para ter resultado prático e rápido, ele defende que as propostas contemplem as ideias de instituições e promovam ações que congreguem diversos setores. &#8220;As propostas, até agora, foram muito ingênuas. É preciso uma visão macro do problema para integrar várias ações e políticas permanentes que promovam o uso do espaço. Falta parceria com as entidades, e hoje as ações estão muito isoladas no Poder Municipal, longe do resto&#8221;, avalia.</p>
<p><strong>Transição<br />
</strong><br />
A economista e doutora em Planejamento Urbano, Cleide Bernal, ressalta que a questão que se coloca é: como fazer a transição entre a situação existente e uma situação planejada? Como realizar o ordenamento e planejamento do território de modo sustentável? A crise urbana, frisa a estudiosa, tem exigido dos governantes uma política orientadora e coordenadora de esforços, planos, ações e investimentos nos vários níveis de governo, e, também, do Legislativo, do Judiciário, do setor privado e da sociedade civil.</p>
<p>Outro que faz parte dos debates do Fórum Viva o Centro, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea/CE), Victor Frota, chama a atenção para outra: a gravidade da poluição visual no bairro. Para ele, a cidade precisa focar nesse sentido, pois não se pode pensar a revitalização do Centro sem passar por isso. &#8220;O retorno de órgãos e entidades como o próprio Crea para o Centro é prova de que acreditamos na mudança de situação&#8221;, diz.</p>
<p>A arquiteta e urbanista, Mariana Reynaldo, concorda com Victor Frota, e ressalta que o retorno de alguns órgãos públicos, a promoção de eventos culturais e a reforma de praças têm contribuído para requalificar o Centro, mas atenta que, isoladas, essas ações não resolvem o problema. No seu entendimento, a &#8220;monofuncionalidade comercial&#8221; intensifica os problemas de desordenamento urbano, sujeira e sensação de insegurança.</p>
<p>Por isso, ela aponta que a solução está na utilização contínua do espaço em todos os horários, salientando que o Plano Habitacional do Centro é importante nesse sentido, mas deve ser implantado de forma integrada com outras políticas públicas. &#8220;A recuperação da moradia do Centro é uma das alavancas importantes, mas não é a única. Apesar da dificuldade de sua implantação, é algo que não se deve abandonar pelos futuros gestores&#8221;.</p>
<p>O plano de habitação também é visto como essencial para o bairro. Conforme o Professor Euler Muniz, é necessário entender que a cidade é composta por seres humanos, bastante complexos em suas demandas pessoais e nas relações com os demais. &#8220;Não se pode pensar a cidade de modo pontual e com ações isoladas&#8221;, analisa. O planejamento funciona, indica ele, muito mais como uma grande teia em que &#8220;o vibrar de um nó repercute em significativa parte da rede&#8221;. O Centro, defende, tem de ser pensado como uma centralidade a ser acentuada e a função habitar é fundamental no processo.</p>
<p>Na avaliação do sociólogo e historiador, Eduardo Lúcio Amaral, é preciso, também, disciplina urbana. É dever do poder público estabelecer regras mínimas para o convívio social. Estas regras, observa, obviamente, não podem incidir somente sobre os ambulantes, mas devem ser impessoais, de maneira que não haja privilégio ou discriminação. &#8220;Poucos estão isentos de responsabilidade no processo de degradação do Centro&#8221;, assegura. Para ele, não é somente o ambulante quem produz a poluição visual, lixo ou o caos.</p>
<p>O Centro, analisa, é um lugar privilegiado para se morar, em termos de infraestrutura de energia elétrica, água e saneamento, telefonia e transporte, além da oferta de mercadorias a preços mais baixos que qualquer outro bairro. &#8220;O certo é que precisamos correr contra o tempo para reverter o atual cenário&#8221;.</p>
<p><strong>Plano Diretor Participativo indica que área é zona de ocupação prioritária<br />
</strong><br />
&#8220;Qual a prioridade do Poder Público com relação ao Centro?&#8221;, questiona o assessor do Cearah Periferia, Felipe Silveira. Segundo ele, o Plano Diretor Participativo de Fortaleza insere o Centro, em relação às macrozonas de ocupação urbana, como Zona de Ocupação Preferencial 1.</p>
<p>Com isso, explica, o plano tem como prerrogativas, entre outras, promover programas e projetos de habitação de interesse social, já que a área é caracterizada pela disponibilidade de infraestrutura, oferta de emprego e renda, serviços e uma forte natureza cultural (seja pela presença do patrimônio histórico, seja pelas atrações que ainda resistem em se realizar por ali) e imóveis não utilizados e subutilizados&#8221;, diz. Foram mapeados 660 prédios vazios e/ou subutilizados e divulgados apenas 36.</p>
<p>Ao invés de priorizar as edificações identificadas para a moradia, aponta Silveira, a Prefeitura investiu na criação do Polo Tecnológico de Fortaleza &#8211; em que no Centro se associa às Zonas Especiais de Desenvolvimento Urbanístico e Socioeconômico (Zedus).</p>
<p>Isso aconteceu, afirma ele, exatamente no perímetro destacado em relação aos imóveis vazios e/ou subutilizados: ruas 24 de Maio, Pedro I, 25 de Março, Doutor João Moreira/Rufino de Alencar, General Sampaio, Senador Jaguaribe, um pouco além da Avenida Alberto Nepomuceno e Adolfo Caminha, ofertando incentivos fiscais e confrontando-se com a questão da moradia de interesse social.</p>
<p>&#8220;É necessário colocar, urgentemente, em pauta o controle social sobre esses imóveis vazios e/ou subutilizados, efetivar o direito à cidade e à moradia digna e ter o déficit habitacional reduzido como meta para essas ações&#8221;, defende Silveira.</p>
<p>A questão do Centro não é não é uma especificidade local, diz, e sim de outras cidades brasileiras que debatem sobre projetos e ações de reabilitação/requalificação/reordenamento como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belém e Teresina.</p>
<p><strong>Bairro já foi principal point cultural da cidade<br />
</strong><br />
Intensa vida econômica, social e cultural nas 24 horas do dia. Era assim o Centro na memória e nos álbuns de fotografias de D. Guilhermina Gondim. Nascida e criada no bairro e moradora da casa centenária de nº 1406, da Rua General Sampaio, ela viu o tempo passar e acompanhou todas as mudanças, perdas e retrocessos do local.</p>
<p>Enquanto mostra a casa &#8211; que pode ser tombada pelo Patrimônio Público Municipal &#8211; Guilhermina se deixa levar pelas recordações e afirma que &#8220;nos anos 50 e 60 vivemos aqui um apogeu. Hoje, nem saio mais com medo dos assaltos e do trânsito que é intenso na rua&#8221;, frisa.</p>
<p>Cantora de rádio na década de 60, ela conta que formou com as irmãs Maria Suzana e Maria Margarida um trio que fez sucesso na época. &#8220;Tudo era mais fácil. Nossa casa foi ponto da encontros culturais, pois minha mãe era pianista e adorava reunir a família. Os vizinhos e amigos se achegavam e ali ficávamos horas e horas&#8221;, relembra.</p>
<p>O terreno onde a casa está situada serve, atualmente, como estacionamento. D. Guilhermina, que vive junto que outra irmã, Maria Teresa, conta que um dos netos administra o ponto. &#8220;E por enquanto, existe questão de herança e ainda estudamos a possibilidade de tombamento do bem que representa nossa vida&#8221;, explica ela.</p>
<p>Sem cansar de mostrar fotos e os cômodos, ela diz, sorrindo, que seu único passatempo é ficar na janela observando a &#8220;confusão&#8221; da cidade. &#8220;Antes, a rua era toda ladeada por benjamins e casarios. Hoje, é tomada por estacionamentos e totalmente descaracterizada, Seria bom organizar melhor o trânsito, botar mais iluminação e seguranças. Assim, talvez, o Centro volte a ser um pouquinho do que já foi: uma ebulição cultural e de lazer&#8221;.</p>
<p><strong>LÊDA GONÇALVES<br />
</strong>REPÓRTER<br />
<em><br />
OPINIÃO DO ESPECIALISTA<br />
</em><br />
<strong>Centro: um descaso histórico<br />
</strong><br />
Antes, epicentro da urbe, o Centro de Fortaleza encontra-se, hoje, em lamentável estado de abandono. Desde meados de 1860 que Fortaleza se beneficiou do dinheiro gerado pelo comércio do algodão. A Capital foi, paulatinamente, adquirindo maior importância frente a outras cidades que foram protagonistas de ciclos econômicos, como Icó, Sobral e Aracati. O acúmulo de capital gerado pelo algodão trouxe uma maior possibilidade, por parte dos poderes públicos, de empreenderem uma série de obras que trariam ares mais civilizados à pequena Capital. Dessa forma, em 1875, ficou Adolfo Hebster responsável por traçar um plano urbano para a emergente cidade. Desse plano nasceram as avenidas Duque de Caxias, Dom Manuel e Imperador. O Passeio Público (antiga Praça dos Mártires), a Praça José de Alencar e a Praça do Ferreira, passaram por um processo de embelezamento calcado nos moldes da grande metrópole inspiradora da época: Paris. Toda a vida mundana, intelectual e comercial da cidade desfilava pelo Centro e arredores.</p>
<p>Contudo, com o passar do tempo e o advento das grandes secas, como as de 1877, 1915 e 1932; a cidade foi inchando de forma desordenada, acabando por criar um cinturão de miséria em volta do quadrilátero civilizado do Centro. As elites políticas locais foram ineficazes em estabelecer políticas para sanar tais problemas. Sempre foi a tônica de nossos governantes não pensar a cidade como um todo e não continuar obras e políticas bem sucedidas dos antecessores.</p>
<p>Desse modo, a cidade cresceu desordenada, passando por um lento processo de saneamento e de sanitarização, só concluído nos anos 20, depois de décadas de obras. A forte vocação comercial do bairro foi, aos poucos, expulsando as famílias abastadas de seu entorno (surgem os bairros de Jacarecanga e Aldeota). Deu-se então, a definitiva divisão da cidade em dois polos: o rico e o pobre.</p>
<p>Com o passar dos anos e com o crescimento acelerado e desigual dos bairros da cidade, o Centro foi perdendo importância. Falar do bairro hoje em dia é falar de Fortaleza como um todo. O mal crônico da falta de planejamento perpassa os anos e chega até nossos dias. Não há fiscalização nem regulamentação rigorosa e efetiva dos espaços da cidade. Por um lado, os mais carentes são sempre desculpados pela conjuntura da pobreza, por outro, os que detêm o capital fazem o que querem, sabiamente driblando os meandros do poder.</p>
<p>Enfim, somos reféns de um aglomerado urbano caótico, onde não há uma priorização do transporte público, nem do resgate da cidade pelos habitantes, nem da saúde, nem da educação, nem da segurança. A decadência do Centro apenas reflete uma conjuntura maior, de descaso e falta de visão históricas, que infelizmente não serão sanados por obras pontuais por conta da próxima Copa do Mundo de futebol, em 2014.</p>
<p><strong>Eustáquio Alvarenga Júnior<br />
</strong>Advogado e historiador</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1137221">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1137221</a></p>
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		<title>Transações com cartões de crédito crescem 16% na Capital</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011, houve 98 milhões de transações através da moeda de plástico &#8211; o segundo maior dado do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em 2011, houve 98 milhões de transações através da moeda de plástico &#8211; o segundo maior dado do Nordeste<br />
</em><br />
A praticidade do uso do cartão conquistou os fortalezenses (ou, pelo menos, boa parte deles). O crescimento de 16% na quantidade de transações realizadas em 2011 ante o ano imediatamente anterior, e o aumento de 21%, em similar comparação, no montante movimentado pela moeda de plástico, na Capital é a comprovação disso.</p>
<p>No ano passado, as operadoras de cartões de débito e crédito obtiveram faturamento de R$ 9,72 bilhões em Fortaleza. O segundo mais elevado do Nordeste. A Capital ficou atrás apenas de Salvador, que teve fluxo de R$ 11,792 bilhões. Na Região, houve avanço de 22%, totalizando R$ 67,826 bilhões.</p>
<p>No acumulado de 2011, a máquina de passar o cartão trabalhou bastante na Capital cearense. Foram 98 milhões de transações. Novamente, abaixo apenas dos soteropolitanos, que utilizaram o recurso 158 milhões de vezes. No Nordeste, foram constatadas 741 milhões de transações com o uso de cartões. Um crescimento de 18% ante igual período de 2010.</p>
<p><strong>Maioria por crédito<br />
</strong><br />
As informações são de um levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O estudo também aponta que 65% das vendas realizadas em Fortaleza, no ano passado, por meio de cartões, foram através da função crédito, restando 35% para débito.</p>
<p>Em relação ao total faturado em 2011, a diferença é ainda maior. Do montante faturado, 73% corresponde a transações feitas com o dinheiro de plástico, enquanto 27% se referem à modalidade débito.</p>
<p>Para o diretor da Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza, Régis Dias, há três explicações básicas para este fenômeno. A primeira, diz ele, é o próprio desenvolvimento da economia local. &#8220;Fortaleza e o Ceará têm crescido nesse sentido&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Educação financeira<br />
</strong><br />
Para Régis, o segundo ponto diz respeito a uma questão de educação financeira. &#8220;As pessoas e, sobretudo, as micro e pequenas empresas, usam o cartão como fonte de financiamento de auxílio ao fluxo de caixa, como capital de giro. Se bem administrado, ele sempre terá entre 25 a 30 dias para pagar&#8221;, comenta, destacando a relevância desse meio de pagamento para o pequeno empreendedor. &#8220;É muito importante, pois é um forma de financiamento fácil e desburocratizada, que o capitaliza e lhe dá prazo maior&#8221;.</p>
<p>O terceiro aspecto, acrescenta, é o estímulo das empresas em programas de fidelização. &#8220;Muita gente prefere usar o cartão para adquirir milhas aéreas, ou trocar por vantagens em restaurantes, hotéis, e milhagens em postos de combustíveis&#8221;.</p>
<p><strong>Juros x consumo</p>
<p></strong>Ele acredita que se os juros dos cartões fossem mais condizentes com o mercado brasileiro, haveria um consumo muito maior, e, por conseguinte, incremento na utilização do cartão de crédito, especialmente. &#8220;Com certeza, isso ocorreria. Há muito espaço para os juros caírem. Porém, o governo também precisa fazer a parte dele, recuando o IOF, por exemplo. Por outro lado, as empresas podem baixar as taxas de administração. Tem muito espaço também&#8221;, argumenta, ressaltando uma mudança de comportamento do consumidor para que essas mudanças sejam possíveis um dia. &#8220;Só vamos conseguir alcançar isso quando amadurecermos mais um pouco&#8221;.</p>
<p>Régis indica que mais concorrência entre os cartões seria outra maneira de reduzir os custos com esse modelo de compra. Ele fala que uma tendência nova já está sendo observada no varejo. O que é um bom sinal.</p>
<p>&#8220;As empresas, donas das bandeiras, têm oferecido melhores condições, reduzindo taxas, por exemplo, para o cliente bom pagador. Independente de ser rico ou pobre, o adimplente já está tendo acesso a algumas vantagens que antes não existiam&#8221;.</p>
<p><strong>Aumento é mais expressivo entre os jovens e os idosos<br />
</strong><br />
Conforme a Abecs, a posse de cartões de pagamento vem crescendo de forma mais expressiva entre os consumidores jovens e os da terceira idade. A pedido do Instituto Datafolha, a associação realizou uma pesquisa em 11 capitais brasileiras e identificou o fenômeno. Conforme o estudo, divulgado neste ano, 71% dos entrevistados entre 18 e 24 anos de idade afirmaram possuir pelo menos um meio eletrônico de pagamento &#8211; cartão de crédito, de débito ou de rede/loja. Em 2009, esse índice era de 65%.</p>
<p>Entre as pessoas com 60 anos ou mais, no entanto, o crescimento foi ainda maior no último biênio. A portabilidade de cartões subiu de 52% para 68%, entre 2009 e 2011.</p>
<p><strong>Principal grupo<br />
</strong><br />
A pesquisa mostra que, embora o incremento seja maior nos extremos etários, a posse de cartão ainda é maior nos grupos de 25 a 34 anos (79%) e de 35 a 44 anos (76%). A Abecs explica que o uso do meio eletrônico tem ganhado cada vez mais espaço principalmente por conta de seus benefícios, como a praticidade e a segurança.</p>
<p><strong>Menos dificuldades<br />
</strong><br />
Conforme Régis Dias, os lojistas de Fortaleza também têm percebido essa concentração de clientes com essas distintas faixas etárias utilizando cartões. Sobre os idosos, o dirigente da CDL avalia que a o aumento da expectativa de vida do brasileiro aliado à familiaridade deste público com as novas tecnologias ajudam ao uso da moeda eletrônica. &#8220;O cartão de crédito deixou de ser novidade. Ficou mais fácil de usá-lo. Antigamente, exista mais dificuldades&#8221;.</p>
<p><strong>Controle dos gastos</p>
<p></strong>A respeito dos jovens com mais posse de cartões, ele analisa que a questão da segurança pesa mais. &#8220;Fica mais fácil para os pais educarem financeiramente seus filhos com mesada no cartão. Há mais controle do que se gasta por causa da fatura. Dá para saber quanto foi gasto, onde e quando&#8221;, confirma.</p>
<p>Entretanto, no ponto de vista de Régis, para todas as ambas faixas etárias, a praticidade é a maior aliada. &#8220;Hoje, praticamente, todo mundo aceita cartão. Essa tecnologia está popularizada&#8221;, conclui.</p>
<p><strong>Uso é maior no segundo semestre<br />
</strong><br />
Os dados da Abecs ratificam que há um interesse crescente da população alencarina e também de todos os principais centros urbanos nordestinos na utilização desse expediente de compra. Contudo, existe um período específico do ano em que essa predileção acentua-se. Na Capital, em 2011, a quantidade de operações com cartões de crédito e débito nos primeiros seis meses foi de 45.300 registros. Já no segundo semestre, pulou para 52.744 transações. Alta de 16%.</p>
<p>A segunda metade do ano também superou a primeira no quesito faturamento. No segundo semestre de 2011, foram movimentados R$ 5,335 bilhões pelas máquinas de cartões do comércio de Fortaleza. Um desempenho 22% acima do resultado compreendido entre janeiro e junho, que fora R$ 4,382 bilhões.</p>
<p><strong>Resultado natural<br />
</strong><br />
De acordo com diretor da CDL Fortaleza, Régis Dias, o resultado é natural e histórico, ainda mais quando se trata do mercado cearense. &#8220;No segundo semestre, a atividade econômica é mais forte, no Ceará&#8221;. Ele aponta algumas razões. &#8220;Tem a injeção do 13º salário, parte no meio do ano e a outra metade no fim. A própria restituição do Imposto de Renda que sempre ocorre no segundo semestre, além do Natal, melhor período para as compras&#8221;, afirma.</p>
<p>Régis também enfoca os motivos do primeiro semestre ser menos atrativo para as compras e, por conseguinte, ao uso de cartões de crédito e débito. &#8220;É um período no qual pagamos muitos tributos. A renda fica comprometida com IPVA, IPTU, colégio dos filhos. Só depois de março é que há um alívio&#8221;.</p>
<p><strong>ILO SANTIAGO JR.<br />
</strong>REPÓRTER</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1137109">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1137109</a></p>
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		<title>Emenda não alivia guerra fiscal</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº103/2011, do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) aprovada na última [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasília</strong> A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº103/2011, do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) aprovada na última quinta-feira na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado sobre a cobrança do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas vendas pela internet, &#8220;é uma medida paliativa&#8221; e &#8220;não resolve&#8221; os problemas de guerra fiscal.</p>
<p>A opinião é do presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional), Pedro Delarue. Segundo ele, o País precisa de uma reforma tributária que unifique a legislação que trata do imposto sobre consumo cobrado pelos estados. &#8220;Nós temos 27 legislações&#8221;, disse Delarue ao citar que cada unidade da Federação cobra o imposto de forma diferenciada. Há muitas diferenças nas regras de alíquotas e isenções tributárias. O volume e a proporção da arrecadação varia bastante, o que dá margem para disputa fiscal.</p>
<p>Para Álvaro Sólon de França, presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), &#8220;a PEC apenas está disciplinando uma situação que não é contemplada na Constituição de 1988&#8243;. Segundo ele, há &#8220;unanimidade&#8221; de que a legislação tributária no Brasil precisa de uma ampla reforma, &#8220;mas tudo que é unanimidade no Brasil não anda&#8221;, ironiza. &#8220;Todos acham que deve ser feita, porém não conseguem encontrar uma proposta que atenda a interesses díspares&#8221;. Sólon de França lembra que o ICMS é o principal imposto cobrado pelos estados, o que agrava as dificuldade de mudança.</p>
<p>Na opinião do tributarista Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal, &#8220;não há nenhuma chance&#8221; de o País fazer uma reforma tributária ampla. &#8220;Não são desenhos produzidos em prancheta, mas sob tensão política&#8221;. De acordo com ele, o que é possível fazer é um esforço de racionalização do sistema tributária, como limitar a três as alíquotas dos ICMS cobrados nos estados.</p>
<p>Ele lembra que a PEC trata de um ponto muito específico: como deve ser partilhado entre as unidades de Federação as alíquotas interestaduais e as alíquotas interestaduais entre estados produtores e estados consumidores nas vendas pela internet. Conforme aprovado na CCJ, será cobrado alíquota interestadual (dividida entre os estados produtores e consumidores), quando o destinatário for pessoa física e a operação ou prestação ocorrer de forma não presencial ou por meio eletrônico.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1137127">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1137127</a></p>
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		<title>Divisão do ICMS é vista como proposta paliativa</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº103/2011, do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), sobre a cobrança do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº103/2011, do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), sobre a cobrança do Imposto de Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços (ICMS) nas vendas pela internet, “é uma medida paliativa” e “não resolve” a disputa tributária entre os estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A opinião é do presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional), Pedro Delarue. Segundo ele, o País precisa de uma reforma tributária que unifique a legislação que trata do imposto sobre consumo cobrado pelos estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nós temos 27 legislações”, disse Delarue ao citar que cada unidade da Federação cobra o imposto de forma diferenciada. Há muitas diferenças nas regras de alíquotas e isenções tributárias. O volume e a proporção da arrecadação varia bastante, o que dá margem para disputa fiscal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Álvaro Sólon de França, presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), “a PEC apenas está disciplinando uma situação que não é contemplada na Constituição de 1988”. Segundo ele, há “unanimidade” de que a legislação tributária no Brasil precisa de uma ampla reforma, “mas tudo que é unanimidade no Brasil não anda”, ironiza. “Todos acham que [a reforma tributária] deve ser feita, porém não conseguem encontrar uma proposta que atenda a interesses díspares”. Sólon de França lembra que o ICMS é o principal imposto cobrado pelos estados, o que agrava as dificuldade de mudança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A PEC foi aprovada na última quinta-feira, 10, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. <em><strong>(da Agência Brasil)</strong></em></p>
<p><em><strong><a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/05/14/noticiasjornaleconomia,2838599/divisao-do-icms-e-vista-como-proposta-paliativa.shtml">http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/05/14/noticiasjornaleconomia,2838599/divisao-do-icms-e-vista-como-proposta-paliativa.shtml</a><br />
</strong></em></p>
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		<title>41% admitem ter pirateado na rede</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/41-admitem-ter-pirateado-na-rede/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A região Nordeste aparece em primeiro lugar em número de pessoas que pirateiam, um total de 86% Brasília. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A região Nordeste aparece em primeiro lugar em número de pessoas que pirateiam, um total de 86%<br />
</em><br />
<strong>Brasília.</strong> O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou ontem o estudo ´Download de músicas e filmes no Brasil: Um perfil dos piratas online´ que mostra que 41% do total de internautas brasileiros baixam pirataria na internet. O estudo também revela que dos 34,7 milhões de usuários que dizem fazer download de conteúdo, 81% são considerados &#8220;piratas&#8221;.</p>
<p>O Instituto classifica como piratas on-line aqueles usuários que baixaram músicas ou filmes nos últimos três meses, mas não compraram nenhum conteúdo na internet no último ano. O estudo foi baseado na pesquisa TIC Domicílios de 2010, que entrevistou 10,6 milhões de internautas no Brasil.</p>
<p>Os &#8220;piratas&#8221; foram classificados por categorias. 75% dos usuários que fazem download foram classificados como piratas na classe A, 80% na B, 83% na C, 96% nas D e E. O estudo revelou que os índices de pirataria são mais elevados no Nordeste (86%), seguido pelo Sudeste (82%), Sul (79%), Norte e Centro-Oeste (73%).</p>
<p>A pirataria é mais intensa entre as pessoas de 10 a 15 anos (91%), 16 a 24 anos (83%), 45 a 59 anos (82%), 35 a 44 anos (81%). A pirataria entre as pessoas mais idosas ocorre em menor escala (67%).</p>
<p>Quanto à escolaridade, a pirataria é maior entre os usuários com menos educação (92%), e menor entre os que têm nível superior (77%). Já em relação aos participantes ou não de redes sociais, 86% são piratas, contra 80% dos participantes.</p>
<p>Os desempregados apresentam valores mais elevados (95%), seguidos dos estudantes que não trabalham (83%), indivíduos que trabalham (81%), donas de casa que não trabalham (80%) e aposentados (63%).</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>O Ipea diferenciou os usuários pagadores dos não pagadores. O questionário tinha três perguntas sobre conteúdo digital: uma sobre filmes, outra sobre músicas e a terceira sobre o pagamento de filmes, músicas e ringtones pela internet.</p>
<p>O instituto cruzou os usuários que disseram ter feito download nos últimos meses com aqueles que afirmaram não terem comprado nada pela internet. O resultado desse cruzamento foram os internautas &#8220;piratas&#8221;.</p>
<p>O estudo traz subsídios para o debate a cerca do marco civil da internet e da proposta da nova Lei de Direitos Autorais.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1136042">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1136042</a></p>
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		<title>Setor têxtil: 289 mil empregos deixam de ser gerados</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com Sinditêxtil-CE, 2 mil vagas desapareceram do início de 2012 até abril passado A indústria têxtil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>De acordo com Sinditêxtil-CE, 2 mil vagas desapareceram do início de 2012 até abril passado</em></p>
<p>A indústria têxtil cearense não está mais contratando como antes. Pior do que isso, está dispensando trabalhadores. Do início do ano até abril, foram dispensados cerca de 2 mil operários. Isso equivale a 10% de toda a massa filiada aos sindicatos locais, afirma o Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Ceará (Sinditêxtil-CE).</p>
<p>A preocupação não se restringe apenas aos limites do Estado. O restante do País também sofre com o momento ruim do setor. De janeiro deste ano até ontem, 289.874 empregos deixaram de ser gerados no Brasil. É o que aponta o Importômetro, aparelho que mede a quantidade de importações de produtos têxteis para o País.</p>
<p>A ferramenta faz parte de uma campanha de conscientização da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção). Em 2011, o setor registrou um déficit de exportações de US$ 4,8 bilhões. &#8220;Temos capacidade produtiva, criação e design, tudo para competirmos com a Ásia&#8221;, afirmou Agnaldo Diniz, presidente da associação, que defende um regime tributário menos desleal em relação aos países asiáticos e quer atingir o total de 1 milhão de assinaturas de apoio. Segundo Diniz, 60% das importações brasileiras são provenientes da China e os 40% restantes de países como Vietnã, Camboja e Bangladesh.</p>
<p>De acordo com dados da associação, a cada segundo são importados US$ 214 de têxteis e, em consequência, a cada minuto, um emprego deixa de ser gerado no País.</p>
<p><strong>No Ceará</strong></p>
<p>Na opinião do presidente do Sinditêxtil-CE, Germano Maia, a indústria brasileira sofre ameaça real de desindustrialização, uma vez que se constata o quadro de rápido crescimento das importações de vestuário. &#8220;Há uma urgência de se realizar ações enérgicas tanto da iniciativa privada como do poder público, no intuito de mitigar a problemática do desemprego no País. A indústria brasileira já fez o ´dever de casa´ por possuir tecnologia de ponta e design apurado. Hoje, precisamos redescobrir um modelo sustentável para garantir milhares de empregos gerados pelo setor têxtil&#8221;, alerta.</p>
<p>Segundo ele, apesar da situação delicada, a indústria cearense consegue ser destaque nacional, sendo primeira em produção de índigo e de fios. &#8220;Em torno de 60 mil pessoas são empregadas pela cadeia produtiva da moda, com 13% do PIB estadual, e o Ceará sendo segundo maior consumidor de algodão do Brasil&#8221;, confirma.</p>
<p><strong>Em Goiás</strong></p>
<p>A Abit conta com um quiosque exclusivo na entrada do Centro de Convenções de Goiânia, em Goiás. Durante a realização das feiras Tecnotêxtil, Seritex e do Goiás Mostra Moda, que acontecem até hoje, a entidade está recolhendo assinaturas para dar andamento à Campanha de Mobilização Nacional em favor do fortalecimento das empresas nacionais e em defesa dos empregos no setor têxtil, lançada no início deste ano.</p>
<p><strong>Pressão no governo<br />
</strong><br />
Intitulada &#8220;Moda Brasileira: Eu uso, Eu assino!&#8221;, a iniciativa visa conseguir o máximo possível de assinaturas para que se possa encaminhar ao Congresso Nacional um pedido de tratamento especial visando um regime tributário competitivo para a confecção. &#8220;Queremos atingir a meta de um milhão de assinaturas até o início do próximo ano&#8221;, diz Renato Leme, diretor-administrativo da Abit.</p>
<p>Ele lembra que, com a iniciativa, a entidade pretende somente garantir a geração de empregos no Brasil. &#8220;Não somos contra a importação, apenas queremos igualdade de competição com países como a China, por exemplo&#8221;, completou Leme.</p>
<p><em>Mais Informações:<br />
O site do importômetro pode ser acessado por qualquer pessoa por meio do endereço eletrônico</em><a href="http://www.abit.org.br/empregabrasil"><em>www.abit.org.br/empregabrasil</em></a><em><br />
</em><br />
<em><strong>CAROL DE CASTRO<br />
</strong>REPÓRTER</em><br />
<em>A repórter viajou a convite da Fcem</em></p>
<p><em><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135900">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135900</a><br />
</em></p>
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		<title>Inadimplência é amenizada</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília. O aumento de 4,45% na inadimplência nas vendas a prazo de abril na comparação com mesmo mês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasília.</strong> O aumento de 4,45% na inadimplência nas vendas a prazo de abril na comparação com mesmo mês do ano passado surpreendeu a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mas o movimento ainda não é alarmante, avaliou o presidente da entidade, Roque Pellizzaro Junior.</p>
<p>Segundo ele, o resultado foi amenizado pelo aumento de 3,02% nas vendas de abril na comparação anual, além do crescimento de 6,04% nos cancelamentos de registros junto ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). &#8220;Essa é a parte boa de uma notícia que poderia ser muito ruim&#8221;, afirmou o executivo. &#8220;Com o aumento no volume de operações, é normal aumentar inadimplência, mas o estoque de inadimplentes não subiu porque muitas pessoas conseguiram limpar o nome&#8221;, completou.</p>
<p>Segundo Pellizzaro, a redução nas taxas de juros não deve aumentar ainda mais a quantidade de calotes, porque os bancos devem, por outro lado, endurecer os critérios para a concessão de empréstimos. &#8220;Por outro lado, a redução nas taxas melhora a recuperação de crédito, pois haverá mais recursos baratos para a quitação de dívidas antigas mais caras&#8221;, acrescentou.</p>
<p><strong>Dia das Mães<br />
</strong><br />
Segundo o executivo, os lojistas de todo o País inscritos no Simples contarão com uma linha especial de antecipação de recebíveis no Banco do Brasil para o Dia das Mães.</p>
<p>As taxas nessas operações, que normalmente variam de 4% a 5% ao mês, cairão a 1% na data comemorativa. &#8220;A parceria com o BB ocorre primeiro porque a instituição está na vanguarda da redução dos juros e também pela capilaridade de sua rede. No entanto, se algum outro banco quiser fazer também ou fazer melhor, estamos abertos para conversar&#8221;, concluiu.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135888">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135888</a></p>
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		<title>Presentes sobem menos que a inflação</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os aparelhos de TV apresentaram redução média nos preços da ordem de 8,02% FOTO: São Paulo. Levantamento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os aparelhos de TV apresentaram redução média nos preços da ordem de 8,02% FOTO:<br />
</em><br />
<strong>São Paulo.</strong> Levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que os itens que aparecem entre os mais procurados como presente para o Dia das Mães apresentaram aumento médio de preço menor do que a inflação acumulada em 12 meses. Foram pesquisados 17 produtos e serviços, que fazem parte do cálculo do Índice de Preços ao Consumidor da FGV (IPC/BR). Entre maio de 2011 e abril de 2012, o índice ficou em 5,05%, enquanto a média de reajustes desses itens ficou em 4,10%. Superaram a inflação do período apenas os dois serviços que compõem a lista &#8211; passeios e férias (11,53%) e refeições em restaurantes (5,19%) -, além de dois itens de produtos: relógios (6,61%) e roupas femininas (6,41). Os calçados femininos tiveram variação positiva menor do que a inflação, apresentando alta de 3,77%, assim como bijuterias em geral (3,82%), cintos e bolsas (4,92%), perfume (3,92%), bicicleta (4,42%) e DVD/CD (1,82%).</p>
<p><strong>Em baixa</strong></p>
<p>Já sete itens apresentaram queda nos preços: aparelhos de televisão (-8,02%), máquina de lavar roupas (-6,09%), celular (-6,08%), geladeira e freezer (-4,01%), máquina de fotografar e filmar (-3,73%), computadores (-2,42%) e aparelho de som (-0,59%).</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135901">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135901</a></p>
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		<title>JOVENS EMPRESÁRIOS Luiz Gastão fala sobre qualificação e cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 18:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente do Sistema Fecomércio-CE, Luiz Gastão Bittencourt, conversa hoje com os integrantes da Associação dos Jovens Empresários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Sistema Fecomércio-CE, Luiz Gastão Bittencourt, conversa hoje com os integrantes da Associação dos Jovens Empresários do Ceará (AJE), durante o Almoço Empresarial. O evento acontece hoje, a partir de 12 horas, no Seara Praia Hotel (Avenida Beira Mar, 3080 – Meireles). Na pauta do encontro, Luiz Gastão fará apresentação sobre a gestão moderna e eficiente desenvolvida à frente do Sistema Fecomércio-CE, e abordará, o seu envolvimento na prestação de serviços como segurança, conservação, asseio e administração presidiária.</p>
<p>Ao longo de sua gestão, Luiz Gastão incrementou o acervo das 22 bibliotecas do Sistema Fecomércio-CE para mais de 100 mil livros, popularizando o acesso à leitura para a população de baixa renda. A ampliação do acervo permitiu que mais de um milhão de consultas e empréstimos fossem feitos nas bibliotecas da instituição, apenas em um ano. Foi responsável pelo apoio à cultura, através de mais de três mil apresentações artísticas, 290 exposições de arte e mais de 100 cursos. Na sua gestão, foi criada e consolidada a Mostra SESC Cariri de Culturas, evento realizado na Região do Cariri com programação em mais 20 municípios.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=68022">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=68022</a></p>
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		<title>Fortalezense deve gastar mais neste ano</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/fortalezense-deve-gastar-mais-neste-ano/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os produtos da linha branca prorrogada, muitos aproveitam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os produtos da linha branca prorrogada, muitos aproveitam para comprar eletrodomésticos no Dia das Mães.</p>
<p>É o caso da família Tavares, que vai presentear dona Francisca com uma geladeira e armários para a cozinha. A bancária Lilianne, filha de Francisca, pesquisou os preços de geladeira nas lojas do Centro. “Ainda estamos vendo, mas queremos gastar por volta de R$ 1.500”, conta. A manicure Fernanda Vieira, de 29 anos, também aproveitou o imposto mais baixo para presentear a mãe, que mora em Ubajara.</p>
<p>Em estudo de intenção de compra para o Dia das Mães, divulgado pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), itens como micro-ondas e geladeira representam, respectivamente, 3,3% e 1,4% do total de produtos que devem ser comprados. A previsão é de que a data movimente R$ 150 milhões neste ano, valor 10,2% superior em relação aos R$ 137 milhões gastos no mesmo período de 2011.</p>
<p>Os artigos de vestuário aparecem em primeiro lugar nas preferências, com 29,1% das intenções de compra, seguidos dos itens de perfumaria (18,2%), das flores (7,6%) e dos aparelhos de telefonia celular e dos sapatos e bolsas, ambos com 6,8% de citação na pesquisa. Estima-se que a maioria dos consumidores (30,3%) gaste entre R$ 101 e R$ 150 com o presente para a mãe e a forma de pagamento preponderante será à vista (69,7%).</p>
<p>Para Freitas Cordeiro, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), porém, o Dia das Mães deste ano não deve ser tão otimista como mostra a pesquisa. “Tenho trabalhado com uma projeção de 5%, no máximo variação de 8%, o que me surpreenderia. É aquém do desejado, mas é o que deve vir para o varejo”.</p>
<p>Freitas diz ter estranhado o resultado que aponta gasto médio de R$ 155 com presentes. A projeção feita pela CDL varia entre R$ 80 e R$ 100, considerando vendas no Centro e em shoppings centers. O presidente aposta no mês de maio para reverter a tendência negativa da atividade econômica de 2012, dando início a uma recuperação para o próximo semestre.</p>
<p>O economista Alex Araújo atribui como possibilidade para o resultado positivo da pesquisa o saldo acumulado dos primeiros meses deste ano pelos consumidores, que podem ter economizado para a ocasião. “Uma das estratégias que o comércio usa é a facilidade de pagamento”, analisa.<strong>(Colaborou Patrícia Borges/Especial para O POVO)</strong></p>
<p><strong>O quê</strong></p>
<p><strong>ENTENDA A NOTÍCIA</strong></p>
<p>O Dia das Mães é a segunda melhor data comemorativa para o comércio. Os filhos podem aproveitar as facilidades de pagamento e a prorrogação da redução do IPI para produtos da linha branca.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/05/09/noticiasjornaleconomia,2835748/fortalezense-deve-gastar-mais-neste-ano.shtml">http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/05/09/noticiasjornaleconomia,2835748/fortalezense-deve-gastar-mais-neste-ano.shtml</a></p>
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		<title>61% querem compras parceladas</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo. A maioria dos brasileiros pretende parcelar a maior parte das compras de bens de consumo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo.</strong> A maioria dos brasileiros pretende parcelar a maior parte das compras de bens de consumo em 2012, mostra pesquisa realizada pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e pelo Instituto Data Popular. Segundo o levantamento, 61% dos brasileiros desejam comprar a prazo, enquanto 39% declararam querer fazer compras à vista.</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que os três produtos mais desejados pelos brasileiros em 2012 são: celular (por 37 milhões de pessoas), notebook (32,4 milhões) e tablet (25,6 milhões). &#8220;A maioria prefere parcelar as aquisições de notebooks e tablets. Em relação à compra de celulares, a preferência é pelo pagamento à vista&#8221;, afirma o economista-chefe da Acrefi, Nicola Tingas.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, tanto as classes A e B quanto as emergentes (C, D e E) declaram que pretendem comprar a maioria dos bens a prazo em 2012. &#8220;Apenas para os casos de fogão e jogo de quarto, pagamento à vista é o preferido&#8221;, afirma o sócio-diretor do Instituto Data Popular, Renato Meirelles.</p>
<p><strong>Veículos</strong></p>
<p>A pesquisa &#8220;Desejos de Consumo do Brasileiro em 2012&#8243; foi realizada com 1.019 entrevistados de todo o País. O levantamento também indica que o financiamento é a modalidade preferida para aquisição de automóveis.</p>
<p>Segundo o estudo, 1,7 milhões de brasileiros pretendem adquirir uma motocicleta nova ou usada esse ano. Quanto à utilização do financiamento para aquisição, 86,8% dos entrevistados das classes C, D e E pretendem optar por essa modalidade de pagamento, enquanto a adesão das classes A e B é de 78,4%.</p>
<p>Quanto a automóveis, 8,5 milhões de brasileiros afirmam pretender comprar neste ano um carro novo ou usado.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135344">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135344</a></p>
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		<title>Bradesco e Itaú vão cortar juros de novo</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo. Os dois maiores bancos privados brasileiros, Itaú e Bradesco, preparam novas reduções das taxas de juros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo.</strong> Os dois maiores bancos privados brasileiros, Itaú e Bradesco, preparam novas reduções das taxas de juros cobradas de empresas e pessoas físicas. No dia seguinte à eclosão de nova polêmica entre o governo e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), ambos procuraram demonstrar convergência com a agenda da presidente Dilma Rousseff para baixar o custo do dinheiro no País.</p>
<p>&#8220;Revisamos nossas taxas de juros de empréstimos, fizemos ajustes e somos competitivos. Continuaremos ajustando à medida que a Selic (taxa básica de juros) caia&#8221;, afirmou o presidente do Itaú, Roberto Setubal. Segundo ele, o banco prepara uma nova rodada de queda de taxas de juros. As duas próximas áreas que devem ser contempladas são financiamento de automóveis e crédito pessoal.</p>
<p>&#8220;Nós compartilhamos as preocupações da presidente Dilma Rousseff com a estrutura de juros do País&#8221;, afirmou o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135354">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135354</a></p>
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		<title>Maioria dos empresários não acredita em ganho financeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar do descrédito, 75,2% acreditam que deve haver comprometimento com o meio ambiente Somente 46% das micro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apesar do descrédito, 75,2% acreditam que deve haver comprometimento com o meio ambiente</p>
<p></em>Somente 46% das micro e pequenas empresas brasileiras acreditam que a questão do meio ambiente pode gerar ganhos financeiros a seus negócios, embora pratiquem no dia a dia ações de sustentabilidade ambiental, como o controle do consumo de papel, de água e de energia e a coleta seletiva de lixo.</p>
<p>Esse é o resultado de uma pesquisa divulgada, na semana passada, sobre o perfil da sustentabilidade em empresas, pelo presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Barretto.</p>
<p>Do total de 3.912 empresários entrevistados pelo Sebrae no início deste ano, 80,6% disseram controlar o consumo de água, 81,7%, o consumo de energia, 70,2% fazem a coleta seletiva de lixo e 72,4% controlam o consumo de papel.</p>
<p>Apesar dessas ações pontuais, 51,7% informaram não ter o hábito de usar materiais recicláveis no processo produtivo, 83,4% não fazem captação da água da chuva ou reutilização de água e 50,9% não reciclam lixo eletrônico ou pneus.</p>
<p>Por outro lado, a maioria das empresas consultadas (mais de 80%) entende que a sustentabilidade engloba os eixos ambiental, econômico e social. Luiz Barretto informou que 79% dos empresários entrevistados estão conscientes de que empresas que têm ações sustentáveis podem atrair mais clientes e que 69% acreditam que essas ações passam uma boa imagem da empresa para os consumidores. &#8220;Significa aumento de mercado e de valor agregado ao produto, ganho de eficiência e oportunidade de fidelização dos clientes&#8221;, disse o presidente.</p>
<p>Outros dados relevantes do levantamento merecem destaque: foi possível constatar, por exemplo, que a maioria dos entrevistados avaliou o nível de conhecimentos que possui sobre o tema sustentabilidade e meio ambiente como &#8220;médio&#8221; 65%), enquanto uma minoria (2%) disse não conhecer esses temas. Causou surpresa, entretanto, o fato de a maioria dos empresários de micro e pequenas empresas entrevistados (81%) desconhecer a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).</p>
<p><strong>Conhecimento</strong></p>
<p>Tabulando-se os dados da sondagem realizada, pode-se constatar que poucos foram os empresários que alegaram não possuir conhecimento sobre os temas &#8220;sustentabilidade&#8221; e &#8220;meio ambiente&#8221; (apenas 2% do total). A maioria (65%) avaliou como &#8220;médio&#8221; seu nível de conhecimento sobre esses dois temas, enquanto 21% dos entrevistados classificaram seus níveis de conhecimento como &#8220;pouco&#8221; e 12% como &#8220;muito&#8221;.</p>
<p>No tocante ao grau de importância que as empresas deveriam atribuir à questão do meio ambiente, a maioria absoluta dos empresários (75,2%) entende que deveria ser alto, 14,0% consideram esse grau de importância como médio, 5,4%, como baixo e 5,4% não conhecem ou não souberam responder. No entanto, em relação à reciclagem de pilhas, baterias ou pneus, a maioria (50,9%) afirmou que não adota essa prática. Outra prática também ainda não adotada pela maioria dos empresários consultados diz respeito à utilização de matéria-prima reciclável no processo produtivo (51,7%).</p>
<p><strong>Preferência<br />
</strong><br />
Para Carlos Alberto dos Santos, diretor-técnico do Sebrae Nacional, &#8220;consumidores exigentes e mais conscientes dos riscos gerados pelas atividades humanas, que ameaçam as condições futuras de vida no nosso planeta, dão preferência a marcas e produtos obtidos a partir de processos com menor impacto ambiental e que geram ganhos sociais e econômicos. Consequentemente, hoje, tecnologias, práticas, produtos e serviços sustentáveis são diferenciais de competitividade global&#8221;, avalia.</p>
<p>Ainda segundo Carlos Alberto, &#8220;está em curso uma transição dos modelos de negócios e das relações econômicas pautados pelo desafio de promover o almejado desenvolvimento sustentável. É imperativa e inadiável a articulação de estratégias empresariais nesse sentido, notadamente no âmbito das micro e pequenas empresas, de modo a consolidar o importante papel que já cumprem na geração de emprego, na distribuição da riqueza e na capacidade de inovar, em um ciclo virtuoso que todos desejamos que persista na economia brasileira&#8221;.</p>
<p><strong>Preocupação<br />
</strong><br />
O fato de que 54% dos empresários não associam as ações de sustentabilidade a &#8220;oportunidades de ganhos denota certa preocupação, tendo em vista a crescente importância que esse tema vem conquistando no cenário internacional e nacional, o que se reflete, por exemplo, em uma legislação e fiscalização cada vez mais exigentes e rigorosas, principalmente no que respeita a aspectos ambientais&#8221;, revela o documento intitulado &#8220;O que pensam as pequenas e micro empresas sobre sustentabilidade&#8221;, divulgado pelo Sebrae.</p>
<p>&#8220;O mesmo pode-se dizer sobre a crescente conscientização da sociedade em relação às questões que ameaçam a vida, frequentemente associadas a práticas empresariais não sustentáveis. Assim, percebe-se que um grande desafio para o Sistema Sebrae será o de trazer para o cotidiano dos pequenos negócios as práticas de gestão e conquista de mercados e consumidores por meio de ações, serviços e produtos sustentáveis&#8221;, finaliza o documento.</p>
<p><strong>Lucro possível</strong></p>
<p>O diretor da Unióleo, empresa recicladora de óleo do Eusébio, Elton Nogueira, discorda da maioria dos entrevistados. Para ele, &#8220;agregar valor ao produto com ações sustentáveis é muito importante e compensador. É possível auferir lucros. É apenas uma questão de tempo&#8221;.</p>
<p><strong>Desconhecimento</p>
<p></strong>2% dos empresários pesquisados &#8211; uma pequena minoria &#8211; admitiram desconhecer temas relacionados à sustentabilidade e ao meio ambiente</p>
<p><em><strong>FERNANDO MAIA<br />
</strong>REPÓRTER</em></p>
<p><em><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135307">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1135307</a><br />
</em></p>
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		<title>Dia das Mães aquece vendas e amplia mercado de trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda melhor data do ano para o comércio anima lojistas e consumidores nos mais direfentes segmentos Juazeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A segunda melhor data do ano para o comércio anima lojistas e consumidores nos mais direfentes segmentos<br />
</em><br />
<strong>Juazeiro do Norte </strong>O primeiro semestre do ano tem sua semana decisiva para aquecimento do comércio. A segunda data varejista do ano, o Dia das Mães, traz boas perspectivas de aumento nas vendas, principalmente nos três últimos dias que antecede o domingo. Em Juazeiro do Norte, a expectativa dos lojistas é de um aumento de 10% das vendas no varejo em relação ao mesmo período do ano passado. A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) se antecipa e lança campanha com a finalidade de aquecer o comércio e animar os empresários no sentido de trazer consumidores para Juazeiro de outras cidades da região e até de estados vizinhos. Em Crato a expectativa de aumento nas vendas, segundo a entidade lojista, chega a ser acima de 15%.</p>
<p>A proximidade da segunda melhor data comemorativa para o setor, segundo a CDL, também proporciona o aumento de novas vagas no mercado de trabalho. A expectativa da entidade é de mais de uma centena de novas vagas no comércio, em função da data comemorativa. O presidente do CDL, Michel Araújo, atribui o aumento nas vendas ao estado emotivo dos consumidores, a enorme diversidade de mercadorias e as promoções existentes no comércio de Juazeiro. &#8220;Estamos otimistas porque, enquanto países europeus não crescem, a economia brasileira avança. As taxas de juros estão menores, com bom volume de crédito&#8221;, afirma ele.</p>
<p>O dirigente lojista afirma que não há setores específicos em relação a um destaque de comercialização neste período, tanto calçados, como vestuários, eletroeletrônicos, equipamentos tecnológicos e celulares, entre outros setores, são estimulados pelas vendas.</p>
<p>A expectativa chega a ser superior a do ano passado. Para Michel Araújo, o cálculo inicial das vendas era na faixa de 8%, já que a CDL faz uma campanha institucional e não de premiação. &#8220;Porém, devido ao ritmo acelerado no Cariri Shopping, com as novas inaugurações deste período, aumentamos a previsão em mais 2%, em relação ao ano passado&#8221;, constata.</p>
<p>Segundo o presidente da CDL de Crato, Francisco Parentes, o resultado da expectativa na elevação das vendas do comércio esta semana chega a ser bem animador, por conta da baixa nos juros, por parte do governo, o que estimulou a compra de mais mercadorias pelos comerciantes para o período, com maior capital de giro para movimentar o comércio. Em Barbalha, mesmo com uma perspectiva otimista, a expectativa de crescimento médio nas vendas, em relação à mesma data no ano passado, é de 8%, segundo lojistas filiados à CDL. A retração das vendas em abril traz expectativas positivas para os varejistas.</p>
<p>Segundo a gerente de Marketing do shopping, Alessandra Lourenço, o empreendimento, como forma de estimular o cliente, iniciou uma campanha no último dia 25 e vai até 23 de maio, dia do grande sorteio de um veículo novo. A perspectiva de aumento nas vendas para o Dia das Mães é de cerca de 20%. E para esta data, vários segmentos estarão movimentados como o de vestuários, calçados, CDs, DVDs, equipamentos eletrônicos como celulares de última geração e tablets, além de artigos de perfumaria, cosméticos e acessórios. Comerciantes desses setores estão preparando ações para alavancar as vendas, tendo em vista o reaquecimento do comércio.</p>
<p>Para os lojistas, depois de 2011 ter sido bastante positivo em termos de movimentação e vendas, a expectativa para 2012 é superior. O empresário, Israel Gondim, que atua na área de perfumaria e cosméticos, afirma que esse é o cenário ideal da economia para se promover um crescimento que favoreça o comércio varejista. &#8220;Ano passado tivemos um período positivo em termos de vendas e esperamos que esse ano seja ainda melhor&#8221;, diz ele, que espera um aumento de vendas de, no mínimo, 15%. Bem antes da data, ele decidiu investir numa decoração para envolver a clientela no Dia das Mães. É um período de lançamentos de estojos promocionais temáticos ou formatados na própria loja.</p>
<p>O setor de perfumaria e cosméticos é um dos que mais se destaca neste período. Segundo Israel Gondim, deverá acompanhar o bom desempenho de dezembro de 2011. A proprietária da loja de vestuário, Waleska Guedes, afirma que já há uma movimentação maior no comércio desde o mês de abril.</p>
<p><strong>ELIZANGELA SANTOS<br />
</strong>REPÓRTER</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134782">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134782</a></p>
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		<title>Mercado prevê Selic a 8,5% em maio</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/mercado-preve-selic-a-85-em-maio/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília. O mercado financeiro reduziu a previsão para o nível da taxa Selic no fim de maio, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasília.</strong> O mercado financeiro reduziu a previsão para o nível da taxa Selic no fim de maio, de 9% para 8,50%, o que indica uma expectativa de corte adicional do juro básico brasileiro de 0,50 ponto porcentual no encontro que será realizado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) no fim deste mês.</p>
<p>A previsão consta da Pesquisa Focus, divulgada ontem pelo Banco Central (BC), e é a primeira após a alteração nas regras de rendimento da poupança, anunciada na semana passada pelo governo e que abre espaço para a continuidade do ciclo de afrouxamento monetário no País.</p>
<p>A mudança na expectativa para a Selic acontece após sete semanas seguidas de previsões de juro em 9% no fim de maio. Os analistas ouvidos pelo BC preveem, por enquanto, que o ciclo de redução da taxa básica terminaria ao fim deste mês, e a Selic permaneceria em 8,50% até o fim de 2012. Até a semana passada, o mercado previa juro de 9% ao final do ano &#8211; previsão repetida por sete semanas seguidas.</p>
<p><strong>2013 em elevação</strong></p>
<p>Para 2013, porém, o mercado espera a volta do ciclo de alta dos juros, com a Selic em 10% no fim do próximo ano. Essa estimativa é repetida há oito semanas.</p>
<p>No grupo dos analistas que mais acertam as previsões na Pesquisa Focus, o chamado Top 5, a previsão para a Selic no fim de 2012 seguiu o mercado e caiu de 9% para 8,50%. Para 2013, no entanto, o grupo tem previsão diferente dos restantes analistas e a expectativa para a taxa caiu de 9% para 8,75%. Há um mês, esse grupo esperava Selic de 9% no fim deste ano e de 10% no fim do ano que vem.</p>
<p>Entre todos os analistas ouvidos pelo BC, a mediana das previsões para a Selic média no decorrer de 2012 caiu de 9,28% para 8,97%. Já para 2013, a expectativa de juro médio recuou de 9,68% para 9,50%. Há um mês, o mercado esperava, respectivamente, Selic média de 9,28% e de 9,88%.</p>
<p><strong>Inflação ascendente</strong></p>
<p>Embora tenha reduzido a previsão para os juros, o mercado financeiro manteve a expectativa de aumento dos preços em 2012. A mediana das expectativas para o IPCA neste ano manteve-se em 5,12%. Apesar da estabilidade, o número segue superior ao previsto um mês atrás, quando analistas esperavam inflação de 5,06%. Para 2013, as estimativas para a inflação oficial subiram pela segunda vez seguida e passaram de 5,53% para 5,56%, ante 5,50% de quatro semanas antes. A projeção de alta da inflação para os próximos 12 meses, medida pela projeção suavizada para o IPCA, não mudou e seguiu em 5,53%.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134888">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134888</a></p>
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		<title>Shoppings projetam vender 8% a mais no Dia das Mães</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/shoppings-projetam-vender-8-a-mais-no-dia-das-maes/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo/Fortaleza. A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) prevê aumento de 8% nas vendas para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo/Fortaleza.</strong> A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) prevê aumento de 8% nas vendas para o Dia das Mães em comparação com a mesma data no ano passado. A comemoração será no domingo. A data é o segundo melhor evento do ano para o varejo, atrás apenas do Natal.</p>
<p>Em Fortaleza, segundo a Pesquisa sobre o Potencial de Compra Para o Dia das Mães, feita pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC-CE), a elevação deverá ser de 10,2% em relação a 2010.</p>
<p>&#8220;A expectativa retrata o impacto do varejo dentro do mercado interno brasileiro, em razão de uma situação econômica um pouco menos expressiva do que no ano passado&#8221;, diz o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.</p>
<p>Segundo sondagem da Associação, shoppings e comerciantes intensificaram estratégias para manter ativo o interesse dos consumidores, seja por meio de ações agressivas de marketing nos principais veículos de comunicação, ou com lançamento de produtos e outras promoções.</p>
<p>&#8220;Grande parte do sucesso do varejo nacional deve-se às mulheres. Os lojistas, conscientes do poder de compra deste público, utilizam-se de diversas ferramentas de incentivo, tornando ainda mais dinâmico o dia a dia dos centros de compras e dos que ali atuam&#8221;.</p>
<p><strong>Principais itens</strong></p>
<p>Entre os itens mais procurados nas lojas durante as compras para a data, estão artigos para o lar e objetos de decoração, bijuterias e acessórios, roupas e sapatos, além de perfumaria e cosméticos. Celulares de última geração e tablets também figuram na preferência das mães.</p>
<p>Quanto às contratações de mão de obra temporária, enquanto algumas empresas buscarão novos profissionais para atender ao crescimento da demanda de consumidores, outras aproveitarão trabalhadores que atuaram em datas como a Páscoa, Carnaval e Natal. Segundo a Alshop, nos dias 11, 12 e 13 de maio, mais de 50 milhões de pessoas deverão circular pelos shoppings de todo o Brasil.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134899">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134899</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Varejo começa 2º trimestre em alta</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/varejo-comeca-2%c2%ba-trimestre-em-alta/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo. A atividade do comércio cresceu 0,7% em abril, em comparação a março, de acordo com indicador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo.</strong> A atividade do comércio cresceu 0,7% em abril, em comparação a março, de acordo com indicador da Serasa Experian. É a segunda alta mensal seguida, já que, em março, o indicador registrou 1,1% de alta ante o mês anterior. Em comparação com abril de 2011, a alta foi de 6%.</p>
<p>O segmento de material de construção reagiu a duas quedas seguidas e foi o que mais cresceu em abril, com alta de 1,9%. Outros segmentos que se destacaram foram tecido, vestuário, calçados e acessórios (crescimento de 1,3%) eletroeletrônicos, móveis e informática (alta de 1,2%). O segmento de veículos, motos e peças foi o único a registrar queda (1,9%).</p>
<p><strong>Menor inadimplência</strong></p>
<p>Segundo economistas da Serasa Experian, a alta do movimento de consumidores foi motivada pela queda da inadimplência, aumento do ganhos reais de pessoas ocupadas e por medidas de estímulo econômico do governo. Espera-se que o Dia das Mães aqueça maio. Nos primeiros quatro meses de 2012, o varejo cresceu 6,4% em relação ao mesmo período de 2011.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134877">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134877</a></p>
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		<item>
		<title>Empreendedor deve regularizar situação</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/empreendedor-deve-regularizar-situacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os empreendedores individuais que ainda não regularizaram a sua declaração do imposto de renda, devem procurar os postos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os empreendedores individuais que ainda não regularizaram a sua declaração do imposto de renda, devem procurar os postos de atendimento do Sebrae, até o dia 31 deste mês, para ficar em dia com a sua declaração. O alerta é de Alci Porto, diretor do Sebrae e presidente da Associação Brasileira de Sebraes Estaduais. Ele acrescenta que, não fazendo isso, o empreendedor individual ficará irregular perante a Receita Federal (RF) e ainda terá de pagar uma multa.</p>
<p>Ele observa que hoje, no Ceará, são cerca de 100 mil empreendedores registrados, lembrando que, diariamente, cerca de 150 pessoas se inserem no sistema. “Todos os empreendedores, inclusive os antigos, têm que ter cuidado para não deixar passar em branco essa data sem fazer a sua regularização com o imposto de renda, porque caso contrário, terão muitos problemas”, adverte. Segundo assegura, para fazer a declaração é só procurar o Sebrae.</p>
<p><strong>FEIRA</strong><br />
O diretor informa que, a partir do próximo ano, o Sebrae vai implementar a Feira Regional do Empreendedor. Isso, segundo ele, para que o empreendedor eleve as oportunidades de pequenos negócios, mostrando na feira a sua produção para que ela seja conhecida e negociada. Essa regionalização, como informou, começará no próximo ano, pelo ambiente do Pecém, onde há grande oportunidade de negócios que ainda não foram mapeados. Observa que o projeto já está praticamente pronto e os professores do Sebrae, que estão à frente do trabalho, deverão fechar as suas propostas até o próximo mês de setembro. Alci Porto viajou a Brasília onde foi participar de discussão interna do Sebrae nacional para definir as regras orçamentárias e os índices que serão avaliados.</p>
<p>Todo esse trabalho, segundo ele, já prevendo a realização do Plano Plurianual que se inicia no próximo mês de junho, para que em agosto, já seja possível ter o plano nacional aprovado. Ele acrescenta que, quando chegar essa data, o plano do Ceará já estará incluso e com as suas regras mais aperfeiçoadas. A proposta estadual nesse plano, conforme Porto, é dar prioridade ao atendimento do empreendedor individual, que hoje no Ceará já são 100 mil registrados, e no Brasil cerca de 1,5 milhão.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=67871">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=67871</a></p>
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		<title>Mercado espera corte de 0,5% da taxa Selic este mês</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Contrariamente à previsão de que não haveria mais redução da taxa básica de juros, a Selic, este ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contrariamente à previsão de que não haveria mais redução da taxa básica de juros, a Selic, este ano, analistas do mercado financeiro, consultados pelo Banco Central (BC), mudaram a projeção. Agora, eles esperam uma queda de 0,5% na atual taxa (9%), indo para 8,5% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC marcada para os dias 29 e 30 deste mês. Para o final de 2013, foi mantida a projeção de que a Selic ficará em 10% ao ano.</p>
<p>A alteração na estimativa também ocorreu após o governo anunciar, na última quinta-feira (3), mudanças na remuneração da caderneta de poupança. O governo temia a migração de investidores dos fundos de renda fixa para a poupança, com uma Selic menor.</p>
<p><strong>AJUSTES</strong><br />
Com a queda da Selic, um fundo de investimento, a depender da taxa de administração cobrada pela instituição financeira, pode pagar menos do que a caderneta. Assim, para que o BC tivesse mais espaço para cortar a Selic, sem reduzir a demanda por títulos públicos, foram necessárias mudanças na remuneração da poupança.</p>
<p>As novas regras alteram a forma de remuneração dos depósitos, mas somente quando a taxa básica de juros estiver em 8,5% ao ano ou menor do que esse patamar. Se a projeção dos analistas se confirmar, o rendimento da poupança passa a ser 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR), a partir do dia 31 de maio. Atualmente, a Selic está em 9% ao ano. Assim, a remuneração continua sendo 0,5% ao mês mais a TR.</p>
<p>O BC deverá perseguir a meta de inflação, que é 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A expectativa dos analistas do mercado financeiro indica que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar este ano em 5,12%, a mesma estimativa anterior. Para 2013, a projeção passou de 5,53% para 5,56%. Portanto, nos dois anos, por essas projeções, a inflação deve ficar acima do centro da meta, mas abaixo do limite superior de 6,5%.</p>
<p><a href="http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=67883">http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&amp;subacao=ler_noticia&amp;cadernoID=8&amp;noticiaID=67883</a></p>
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		<title>Dia das Mães: como não se endividar</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas em educação financeira apontam para a cautela diante da data, para não gastar além da conta Todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialistas em educação financeira apontam para a cautela diante da data, para não gastar além da conta<br />
</em><br />
Todo o dia é Dia das Mães. Poucos duvidam disso. Porém, a véspera dessa data, tão importante para o comércio, realmente mexe com as sensações dos consumidores, deixando-os mais vulneráveis. Isto porque há tantas tentações de presentes para elas, além dos gastos com almoço no dia da comemoração. São &#8220;promoções&#8221;, &#8220;ofertas imperdíveis&#8221;, &#8220;liquidações arrasadoras&#8221; e propagandas altamente persuasivas, e que atingem em cheio até os mais controlados.</p>
<p>A vontade de presentear a mãe querida, muitas vezes, é mais forte do que a própria razão. E é aí que está o perigo na visão dos especialistas da área de educação financeira. Eles advertem que é preciso ter bastante cuidado com a euforia e o sentimento de amor nutrido pela mãe para não terminar endividado além da conta.</p>
<p><strong>Outros gastos<br />
</strong><br />
Segundo o presidente do Instituto DSOP, Reinaldo Domingos, é necessário lembrar-se de que existem outras datas comemorativas, portanto, outros gastos previstos para o resto do ano. &#8220;Temos Dia dos Pais, Dia dos Namorados, Dia das Crianças, Natal. Enfim, é preciso antes de sair à compra do presente, que se conheça a real situação financeira&#8221;, afirma.</p>
<p>Segundo ele, o primeiro passo é identificar sua real situação:investidor, equilibrado financeiramente ou endividado. Só depois dessa reflexão você poderá ir às compras, com a consciência de como estão suas finanças pessoais. Para Reinaldo, também é preciso saber o que a mãe necessita para facilitar a compra. &#8220;Às vezes, compramos um presente que ela não gosta ou não precisa e deixamos de comprar algo que ela realmente está necessitando. Para o comércio esta data representa a segunda melhor em vendas depois do Natal. Trata-se de uma data muito especial e por isso devemos ter muita calma e tranquilidade, lembrando que um presente não substitui o carinho e amor que ela merece&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo o consultor financeiro, Conrado Navarro, do Programa Consumidor Consciente, da MasterCard, é comum aumentar a inadimplência após a efeméride. Ele cita a pesquisa que a Boa Vista Seguros, empresa que gerencia o SCPC, que aponta expectativa de aumento de 16% das pessoas que não terão condições de honrar seus compromissos em 2012 frente a igual período do ano passado.</p>
<p><strong>Sem exageros<br />
</strong><br />
Ele dá algumas dicas de como surpreender a mãe sem exageros, evitando assim ir além do que pode pagar. Na opinião de Conrado, é importante se preocupar muito mais com ela, suas necessidades, saúde e vida pessoal do que com a reação ao presente caro. &#8220;Use a criatividade. Para transformar um objeto que ela deseja em uma lembrança. Se ela gosta de livros, porque não escrever um livro para ela? Repare que você terá que dedicar-se de coração à missão, mas a resposta será muito valiosa&#8221;, exemplifica o consultor.</p>
<p>Conrado afirma que nem sempre as tentadoras ofertas compensam, por isso é preciso pesquisar preços e condições de compra que estejam adequados aos seus limites de planejamento financeiro. &#8220;Evite parcelamentos longos, especialmente acima de seis meses, para não comprometer o orçamento, impedindo ainda que a presenteie em uma futura ocasião. Sua mãe não vai ficar feliz se souber que você se endividou para presenteá-la&#8221;.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134485">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134485</a></p>
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		<title>Poupança muda e vai pagar 70% da Taxa Selic</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto a taxa de juros da economia estiver acima de 8,5%, nada muda, inclusive para novas contas Brasília. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Enquanto a taxa de juros da economia estiver acima de 8,5%, nada muda, inclusive para novas contas<br />
</em><br />
<strong>Brasília.</strong> As regras de remuneração da caderneta de poupança, a mais tradicional e popular aplicação financeira do país, mudam a partir de hoje. O novo modelo vale apenas para novos depósitos e novas contas. As que já existem até hoje seguem com o cálculo de seus rendimentos sem modificações.</p>
<p>A nova regra terá um gatilho, a ser acionado sempre que a taxa básica de juros do Banco Central, a Selic, for igual ou inferior a 8,5% ao ano &#8211; hoje ela está em 9%. Neste caso, as novas cadernetas de poupança e novos depósitos terão seus rendimentos calculados com base em 70% da Selic, acrescidos da TR (Taxa Referencial). Enquanto a taxa do BC estiver acima de 8,5%, nada muda, inclusive para as novas poupanças, que continuam a ter uma correção de 6,17% ao ano mais TR como prevê o modelo atual. Ou seja, até 29 e 30 de maio, quando o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) se reúne para decidir a nova taxa de juros, todos os depósitos da poupança, velhos e novos, seguem a correção atual.</p>
<p>Se o BC reduzir os juros no final de maio para 8,5%, como é a expectativa do Palácio do Planalto, os novos depósitos passam a seguir a nova sistemática.</p>
<p>Exemplo: um poupador que tem, hoje, uma caderneta com saldo de R$ 50 mil não terá sua remuneração alterada. Mas, se ele fizer um depósito de R$ 10 mil hoje, esse dinheiro fica sujeito à nova regra. Será corrigido por 70% da Selic sempre que o BC fixar os juros básicos num valor igual ou menor do que 8,5%. Pelos cálculos da equipe econômica, com base nas novas regras, quando a Selic cair para 8,5%, a nova poupança terá uma correção de 6,2% ao ano. Se cair para 8%, o rendimento será de 5,6%. Se for reduzida para 6%, os novos depósitos ou contas da poupança terão correção de 4,2%.</p>
<p><strong>BC liberado para reduzir<br />
</strong><br />
A nova regra entra em vigor hoje por meio de medida provisória e foi uma decisão da presidente Dilma Rousseff para liberar o Banco Central a seguir reduzindo a taxa de juros básica -aquela que serve como referência para todo o mercado financeiro.</p>
<p>Dilma decidiu baixar a medida nesta semana, depois de uma reunião com o ministro Guido Mantega (Fazenda) e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, há duas semanas.</p>
<p>Seu discurso de 1° de Maio, quando atacou duramente os juros elevados dos bancos privados, fez parte da estratégia para preparar o terreno para mudar a poupança com o menor desgaste político possível.</p>
<p>Com o ataque, a presidente buscou evitar a mesma crítica sofrida pelo ex-presidente Lula quando tentou adotar medida semelhante. Na época, ele foi acusado de prejudicar os pequenos poupadores sem mexer com os banqueiros privados.</p>
<p>O governo acredita que conseguirá convencer o Congresso e a população da necessidade da medida sob o argumento de que, sem ela, os juros do BC não poderiam ser mais reduzidos, ficando estacionados em 9% ao ano.</p>
<p>Nas contas da equipe econômica, uma taxa de juros de 8,5% já começa a provocar fuga de recursos de aplicações como fundos de investimentos para poupança, causando desequilíbrios para o sistema financeiro e dificuldades para o Tesouro Nacional refinanciar a dívida pública da União.</p>
<p>As simulações feitas pela equipe econômica mostram, por exemplo, que com as regras atuais, quando a taxa de juros do BC estiver em 8,5%, a poupança renderá 6,4%. O rendimento é mais atrativo do que o de uma aplicação de renda fixa com taxa de administração baixa (0,5%) e sujeita à cobrança do Imposto de Renda, que pagaria cerca de 6%.</p>
<p>Além disso, a presidente Dilma argumenta que nada muda para quem tem depósito na poupança até ontem, não havendo perdas para esses poupadores nem quebra de contratos. Ou seja, nas palavras de um técnico, o governo não vai &#8220;garfar&#8221; dinheiro de quem tem conta até ontem.</p>
<p>Já as novas contas e os novos depósitos deixarão de ter a garantia do rendimento fixo de 6,17% ao ano e vão sofrer correções abaixo deste percentual sempre que a Selic cair abaixo de 8% ao ano, de acordo com as contas de técnicos do governo.</p>
<p><strong>O QUE ELES PENSAM<br />
Modificações elevam circulação do real</p>
<p></strong>Mesmo com a mudança, as condições continuam muito atraentes para a caderneta de poupança. É uma medida excelente para os bancos e poupadores. Com uma inflação menor, teremos maior liquidez e, assim, mais dinheiro circulando no mercado, principalmente com a queda de juros. A economia brasileira vai se aquecer.<br />
<em>Lucio Paiva<br />
Diretor e assessor jurídico da Abance<br />
</em><br />
A mudança na poupança representa mais uma medida corajosa da presidente Dilma, pela redução dos juros e em favor da produção e do emprego. Preserva os pequenos e médios poupadores, impede a migração de grandes investidores para a poupança e retira dos bancos um possível argumento para manter elevadas taxas de juros no Brasil.<br />
<em>Chico Lopes<br />
Deputado federal<br />
</em><br />
<strong>Regra força fundos a reduzir taxa de administração</p>
<p>São Paulo.</strong> Ao alterar a regra do rendimento da caderneta de poupança, além de evitar uma migração indesejável dos aplicadores em fundos para a poupança no caso de a Selic cair para o nível de 8,5% a 8%, o governo está forçando a redução da taxa de administração dos fundos. A conclusão é do sócio-diretor da Valorando Consultoria, Alexandre Póvoa. E a conta que baliza essa conclusão, de acordo com ele, não é das mais difíceis.</p>
<p>Este novo rendimento da poupança estaria praticamente empatado com a rentabilidade média oferecida pelos fundos de investimento Isso porque da Selic de 8,5% ao ano seria descontada uma taxa de administração de 1%, em média, mais algo em torno de 1,5% decorrente da tributação pela taxa média de 17,5% do Imposto de Renda, o que deixaria os fundos com um rendimento de algo próximo também a 6% ao ano.</p>
<p>&#8220;Desta forma, qualquer fundo que operar com uma taxa de administração superior a 1,5% estará com problemas&#8221;, diz Póvoa, para quem o governo está, com isso, forçando os gestores de fundos a se tornar mais competitivos. Quanto à mudança na regra da poupança, avalia o sócio da Valorando Consultoria, ela em si não traz implícita nenhum compromisso de redução da taxa de juros. &#8220;Se todos os problemas dos juros fossem a poupança, estaria muito bom&#8221;, diz Póvoa.</p>
<p><strong>Empecilho removido</strong></p>
<p>De acordo com ele, ao alterar o rendimento da caderneta de poupança, o governo removeu um empecilho, condição necessária, mas não suficiente, para baixar juros. &#8220;Você baixa juros quando a economia está ruim. Até recentemente, quando a economia estava aquecida, o governo poderia ter mexido na poupança e mesmo assim a taxa de juros teria condições de ser reduzida&#8221;, explica Póvoa</p>
<p>O economista-chefe de uma grande gestora de fundos e que pediu para não ser identificado concorda com Póvoa. Segundo ele, com a Selic caindo para algo como 8% e 8,5% ao ano, se o governo não tivesse feito nada, certamente iria ocorrer uma migração das aplicações dos fundos para a poupança, inundando o sistema imobiliário com recursos além do necessário para financiar a moradia própria. Isso porque, por lei, 65% do valor depositado na poupança deve ser direcionado para as linhas de financiamento da casa própria. Mas como nada dos recursos da poupança pode ser usado para a compra de títulos, o governo passaria a ter dificuldades para financiar sua dívida.</p>
<p><strong>OPINIÃO DO ESPECIALISTA<br />
Uma nova realidade no Brasil</p>
<p></strong><em>Delano Macedo<br />
Vice-presidente do Ibef<br />
</em><br />
O rendimento da poupança como estava era entrave para a redução de juros. Esta queda nas taxas é a bandeira da presidente Dilma. Se é uma meta e a poupança ficasse como estava ia gerar um problema. Teria a diminuição de recursos disponíveis na economia, problema para rolar a dívida pública, o mercado imobiliário sofreria refluxo lá na frente. O fato é que se o Brasil tiver condição de reduzir os juros sem gerar impacto na inflação e movimentar o crédito e a economia, fazendo que o PIB do País cresça a 5%, é um excelente cenário. Os benefícios são mais empregos, mobilidade social. Poupadores devem se acostumar com rendimento menor. O Brasil não pode deixar de crescer porque investidores vão ganhar menos. As pessoas vão ter ganhos produtivos e não especulativos. É uma transição. A atratividade da poupança continua. O rendimento menor fica compatível com outras aplicações, o que é adequado à nova realidade.<br />
<strong>´Mudança é mínima´, afirma Mantega</p>
<p>Brasília.</strong> O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou que a mudança na remuneração da poupança é &#8220;mínima&#8221;. &#8220;A mudança é mínima, e não afeta os interesses e benefícios dos correntistas da caderneta de poupança&#8221;, afirmou. &#8220;Para todos aquelas cadernetas com depósitos até o dia de hoje, as regras ficam exatamente como estão, remuneração é a mesma de hoje e os benefícios que poupança traz são exatamente os mesmos. Não haverá nenhum prejuízo para os atuais detentores&#8221;, disse.</p>
<p>O saldo atual das 100 milhões de cadernetas de poupança ativas é de R$ 431 milhões, segundo o ministro. De acordo com ele, os 70% da Selic foram estabelecidos pois essa foi a maior remuneração já paga pela poupança, em 2010, segundo levantamento feito pelo governo. &#8220;Por isso usamos esse critério para estabelecer a remuneração&#8221;, declarou. Ele explicou que a medida foi tomada para garantir o barateamento do crédito. &#8220;Teríamos uma invasão da poupança por grandes investidores em títulos do Tesouro se a poupança se tornasse mais atrativa que investimentos em títulos públicos, lastreados na Selic. Seria uma pressão para que a Selic suba, e não desça&#8221;, disse.</p>
<p>Mantega afirmou que não acredita que a mudança na remuneração da caderneta de poupança trará desgaste político ao governo. &#8220;Não é a política que nos pauta, mas não acredito em desgaste político. Fizemos reunião com líderes da base aliada, sindicalistas e empresários, e não houve nenhuma voz distante em relação a isso, mesmo este sendo um ano eleitoral&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Bancos</strong></p>
<p>Mantega disse ainda que a mudança fará com que os bancos reduzam suas taxas de remuneração de fundos de investimentos. &#8220;Eles cobram taxas de 4%, 3%, 2% ao ano, o que retira parte da rentabilidade dos fundos de investimento. Com essa concorrência da poupança, as instituições financeiras serão levadas a reduzirem suas taxas de administração&#8221;, declarou.</p>
<p><strong>´Adaptação ao presente´, diz BCSão Paulo.</strong> O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, declarou ontem que as alterações na rentabilidade da caderneta de poupança, anunciadas pelo governo, levam o Brasil a dar &#8220;um passo fundamental na direção de remover resquícios herdados do período de inflação alta&#8221;.&#8221;Ao tempo em que preserva integralmente os depósitos já feitos, a medida adapta a caderneta de poupança ao novo cenário brasileiro e com isso consolida as bases para o crescimento econômico sustentável&#8221;, afirmou, em nota, Tombini.<strong>Popularidade continua</strong>Ele disse que a decisão de atrelar o rendimento da poupança a 70% da taxa básica, mais a variação da TR, não afetará a popularidade da aplicação. &#8220;A caderneta de poupança continuará sendo um patrimônio da nossa sociedade, reconhecidamente um produto financeiro tradicional, de fácil compreensão e amplamente utilizado pelos brasileiros&#8221;.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1133442">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1133442</a></p>
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		<title>BB vai anunciar novos cortes</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Instituição financeira foi a primeira do País a baixar os juros, medida realizada ainda no início do mês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Instituição financeira foi a primeira do País a baixar os juros, medida realizada ainda no início do mês passado<br />
</em><br />
<strong>São Paulo.</strong> O Banco do Brasil vai anunciar hoje uma nova rodada de redução nas taxas de juros dos financiamentos ao consumidores e de empresas. O banco foi o primeiro a anunciar, ainda no dia 4 de abril, corte nos juros ao consumidor e pacote de incentivos para migração de clientes de outros bancos. Todas as principais instituições financeiras do País cortaram taxas depois.</p>
<p>Segundo Alexandre Abreu, vice-presidente de Varejo do BB, além do novo corte na parte do crediário, o banco vai facilitar a adesão de antigos e novos clientes ao programa &#8220;Bom para Todos&#8221;, o que mais tem taxas e tarifas diferenciadas.</p>
<p><strong>Mais atendimentos</strong></p>
<p>No primeiro mês após a redução nos juros, o BB contabiliza um aumento de 50% na média diária de concessões de empréstimos em relação ao mês anterior. As concessões para financiamento de veículos saltaram de R$ 11,2 milhões diários para R$ 28,7 milhões após a redução dos juros &#8211; aumento de 156,3%.</p>
<p>Na linha de crediário, os desembolsos passaram de R$ 400 mil para R$ 1,3 milhão diário &#8211; alta de 238,5% na comparação de março com abril. Somente o &#8220;Bom para Todos&#8221; teve aumento acima de 200% na liberação de empréstimos em abril em relação aos dados de março.</p>
<p>O programa com juros menores para clientes do banco no crédito a pessoa física começou a valer a partir de 12 de abril. Na pessoa jurídica, no dia 9. Nesse período, até o dia 30 de abril, foram liberados mais de R$ 6,5 bilhões em empréstimos nos dois segmentos dentro das linhas com taxas menores.</p>
<p>O BB informa ainda que teve a adesão nesse período de 124 mil clientes a pacotes de serviços bancários com tarifas e condições diferenciadas.</p>
<p><strong>Balanço</strong></p>
<p>O BB anunciou, ontem, que teve lucro líquido de R$ 2,5 bilhões no 1º trimestre do ano, queda de 14,7% na comparação anual e retração de 15,8% ante o período imediatamente anterior. A queda ocorre em meio a maiores provisões para perdas diante da tendência de aumento da inadimplência.</p>
<p>A taxa de operações vencidas há mais de 90 dias atingiu 2,2% da carteira de crédito, superior aos 2,1% registrados no mesmo período do ano passado. O banco destaca que o resultado ficou abaixo do registrado no Sistema Financeiro Nacional, de 3,7%.</p>
<p><strong>Mais reduções</strong></p>
<p>Na próxima semana, o BB planeja anunciar redução nas taxas de administração dos fundos de investimento e nos valores mínimos de aplicação, como fez a Caixa na semana passada. O objetivo é tornar os fundos de investimento mais competitivos em relação à poupança.</p>
<p>Os fundos do BB são administrados pela BBDTVM, maior gestora do País, com 21,3% da indústria de fundos nacional. &#8220;Estamos estudando as medidas para fazer uma alteração forte nas taxas de administração dos fundos&#8221;, disse Abreu.</p>
<p><strong>Em abril</p>
<p></strong>124 mil clientes, ao todo, aderiram a pacotes de serviços bancários com tarifas e condições diferenciadas no Banco do Brasil até o dia 30 do mês anterior</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1133452">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1133452</a></p>
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		<title>Dia das Mães: vendas devem somar R$ 150 mi</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/dia-das-maes-vendas-devem-somar-r-150-mi/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a pesquisa do IPDC, a maioria dos entrevistados pretende gastar entre R$ 101,00 e R$ 150,00 O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="texto"><em>Segundo a pesquisa do IPDC, a maioria dos entrevistados pretende gastar entre R$ 101,00 e R$ 150,00<br />
</em><br />
O Dia das Mães deste ano deverá render bons presentes para as homenageadas e muitos motivos de comemoração para o comércio varejista de Fortaleza. A expectativa é que as vendas para a data movimentem R$ 150 milhões no mercado local, um incremento de 10,2% em relação á igual data de 2011, quando as vendas somaram R$ 137 milhões. As informações são da Pesquisa sobre o Potencial de Compra Para o Dia das Mães 2012, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC-CE), entidade ligada à Fecomércio-CE.</p>
<p>Conforme a pesquisa, 61,5% dos consumidores pretendem comprar presentes no Dia das Mães. No entanto, 12,4% ainda não se decidiram, o que pode gerar um impacto ainda maior na economia local. &#8220;A perspectiva de um crescimento de 10,2% é muito boa. Se a previsão se concretizar, será um estímulo muito grande para o setor. Sem dúvida, o Dia das Mães é a segunda data mais importante para o comércio, atrás somente do Natal&#8221;, destaca o presidente da Fecomércio-CE, Luiz Gastão.</p>
<p>O gasto médio com presentes ou confraternizações no Dia das Mães deve ficar em R$ 155,10, com a maioria dos consumidores (30,3%) pretendendo gastar entre R$ 101,00 e R$ 150,00. Já 27,5% esperam gastar até R$ 50,00; 12,3% afirmaram que devem investir mais de R$ 400,00; 10,0% vão gastar entre R$ 151,00 e R$ 200,00; e 6,9% entre R$ 251,00 e R$ 300,00.</p>
<p><strong>Presentes x pagamento</strong></p>
<p>Com relação aos produtos que serão mais presenteados na data, 29,1% dos consumidores afirmam que pretender ofertar itens de vestuário. Em seguida, estão os perfumes (18,2%), flores (7,6%), celulares (6,8%0) e sapatos e carteira (6,8%).</p>
<p>Apesar de estarem dispostos a gastar um pouco mais com o presente das mamães, os consumidores não querem acumular dívidas e a maioria (69,7%) irá pagar os mimos à vista. Já 34,1% irá realizar as compras com o cartão de crédito, enquanto 0,9% comprará os presentes utilizando outras formas de pagamento, como carnês, e 0,5% com o cheque pré-datado.</p>
<p>&#8220;Isso mostra que as pessoas estão usando o seu orçamento normal e que o nível de inadimplência está pequeno. Além disso, as compras realizadas à vista são muito positivas para os comerciantes, que vão receber logo os pagamentos e recompor seu capital de giro&#8221;, avalia Luiz Gastão.</p>
<p><strong>Comemoração<br />
</strong><br />
O Dia das Mães não deverá passar em branco para a maioria dos consumidores de Fortaleza. De acordo com a pesquisa, 71,4% afirmaram que vão comemorar a data. Uma parcela de 3,4% ainda não decidiu se fará alguma programação especial no Dia das Mães. Dentre os que vão comemorar, 51,6% afirmaram que o farão em casa, 27,3% na casa dos pais, 10,4% em restaurantes e 7,4% na casa de parentes.</p>
<p>Apesar da maioria preferir comemorar a data em casa, a movimentação nos restaurantes deve ser intensa. &#8220;Um número muito grande de pessoas irá almoçar fora, não apenas lotando os restaurantes, mas também criando filas de espera&#8221;, afirma o presidente da Fecomércio-CE.</p>
<p><strong>Faturamento vai crescer em 5%, afirma CNDL</p>
<p>São Paulo.</strong> A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que haverá crescimento de 5% nas vendas do varejo para o Dia das Mães em 2012, na comparação com igual período do ano passado. O número é calculado com base na estimativa de consultas feitas ao banco de dados do SPC Brasil, o Serviço de Proteção ao Crédito, para compras realizadas no cheque ou crediário.</p>
<p>O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Júnior, avalia que o cenário econômico está mais favorável ao consumo, com juros menores e inflação sob controle, combinação que promete gerar bons resultados para o varejo. &#8220;Os dados econômicos recentes indicam que a recuperação do crescimento interno mais forte já pode ser visto a partir deste segundo quadrimestre, e isso coincidirá com as vendas do Dia das Mães e todos os incentivos ao consumo adotados pelo governo com medidas fiscais e monetárias&#8221;, diz Pellizzaro.</p>
<p><strong>Gasto Médio</strong></p>
<p>A CNDL estima que o gasto médio com o presente do Dia das Mães deve ficar em torno de R$ 80. A confederação aposta em bons resultados de vendas nos setores de perfumaria, cosméticos, vestuário, calçados, joias, semijoias e eletrodomésticos.</p>
<p><em><strong>DHÁFINE MAZZA<br />
</strong>REPÓRTER</em></div>
</div>
<div></div>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1133460">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1133460</a></p>
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		<item>
		<title>Governo altera poupança e vai atrelar rendimento à taxa básica de juros</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo decidiu, nesta quinta-feira, 3, alterar as regras da poupança e diminuir a remuneração da aplicação mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo decidiu, nesta quinta-feira, 3, alterar as regras da poupança e diminuir a remuneração da aplicação mais popular do Brasil. Pelas novas regras, o rendimento da poupança ficará atrelado à taxa básica de juros, a Selic. A mudança será editada por medida provisória, que deve entrar em vigor nesta sexta-feira, 4.</p>
<p>Pelo critério atual, a remuneração da poupança é de 6,17% ao ano mais variação da Taxa Referencial (TR). Pelas novas regras, essa remuneração vai ser substituída pela variação da TR mais 70% da Selic, quando a taxa básica de juros chegar a 8,5% ao ano ou menos. A medida indica a intenção do Governo em realizar mais cortes na Selic, hoje fixada em 9% ao ano.</p>
<p>A alteração valerá apenas para os depósitos feitos a partir da edição da Medida Provisória. Assim, quem tem uma caderneta de poupança terá o saldo corrigido de duas formas: pelo rendimento tradicional, para o dinheiro guardado até hoje e pela nova regra, para os futuros depósitos.</p>
<div>
<div><img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/05/03/2832515/poupana.jpg" alt="" /></div>
<div>Veja como será a remuneração da poupança pelas novas regras.</div>
</div>
<p>A mudança na remuneração da poupança vai permitir que o governo continue a baixar os juros sem que os grandes investidores se sintam estimulados a migrar para a poupança e deixem de comprar títulos públicos. Também ampliará o alcance da política monetária, à medida em que os aplicadores se sintam estimulados a guardar dinheiro na poupança quando o Banco Central aumentar os juros básicos e a gastar recursos da caderneta em momentos de queda da Selic. Hoje, há cerca de 100 milhões de cadernetas de poupança, com saldo de R$ 431 bilhões.<br />
A mudança na remuneração da poupança foi necessária para adequar o Brasil a uma nova realidade econômica e ajudará na manutenção do crescimento sustentável, disse nesta quinta-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega. De acordo com ele, a regra atual criaria um obstáculo para o Banco Central continuar a redução das taxas básicas de juros. &#8220;Para que possamos baixar juros para o crédito, temos de destravar sistema fazendo a modificação da poupança. Precisamos retirar esse limitador da queda das taxas”, disse o ministro, ao anunciar as novas regras para o rendimento da caderneta.</p>
<p>Segundo o ministro, ao permitir a manutenção do ciclo de queda da Selic, a alteração cria condições para a continuidade do crescimento sustentável do país. “Estamos em melhores condições que as economias europeias e norte-americana. Para dar continuidade ao crescimento sustentável, precisamos fazer reformas que reduzam o custo financeiro e barateiem o crédito”, declarou.</p>
<p>Veja a apresentação feita pelo ministro da Fazenda Guido Mantega sobre as<a href="http://www.fazenda.gov.br/portugues/documentos/2012/Poupanca_versao_final.pdf" target="blank">mudanças na poupança</a>.</p>
<p><strong>Dívida pública</strong><br />
A dívida pública é um mecanismo essencial na administração das contas do governo. Por meio da emissão de títulos públicos, o governo pega recursos emprestados de investidores para honrar compromissos de curto prazo. Em troca, o Tesouro Nacional compromete-se a devolver o dinheiro, acrescido de alguma correção, que pode ser definida com antecedência (no caso dos títulos prefixados) ou seguir a Selic, a inflação ou o câmbio.</p>
<div><em><span style="color: #999999;">Redação O POVO Online com agências</span></em></div>
<div><em><span style="color: #999999;"><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/05/03/noticiaseconomia,2832515/governo-altera-poupanca-e-vai-atrelar-rendimento-a-taxa-basica-de-juros.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/05/03/noticiaseconomia,2832515/governo-altera-poupanca-e-vai-atrelar-rendimento-a-taxa-basica-de-juros.shtml</a><br />
</span></em></div>
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		</item>
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		<title>Vendas no Dia das Mães podem subir 5%, diz CNDL</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que haverá crescimento de 5% nas vendas do varejo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que haverá crescimento de 5% nas vendas do varejo para o Dia das Mães em 2012, na comparação com igual período do ano passado. O número é calculado com base na estimativa de consultas feitas ao banco de dados do SPC Brasil, o Serviço de Proteção ao Crédito, para compras no cheque ou crediário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, avalia que o cenário econômico está mais favorável ao consumo, com juros menores e inflação sob controle, e que essa combinação promete gerar bons resultados para o varejo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Os dados econômicos recentes indicam que a recuperação do crescimento interno mais forte já pode ser visto a partir deste segundo quadrimestre, e isso coincidirá com as vendas do Dia das Mães e todos os incentivos ao consumo adotados pelo governo com medidas fiscais e monetárias&#8221;, diz Pellizzaro Junior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A CNDL estima que o gasto médio com o presente do Dia das Mães deve ficar em torno de R$ 80. A confederação aposta em bons resultados de vendas nos setores de perfumaria, cosméticos, vestuário, calçados, joias, semijoias e eletrodomésticos.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2012/05/03/noticiaseconomia,2832417/vendas-no-dia-das-maes-podem-subir-5-diz-cndl.shtml">http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2012/05/03/noticiaseconomia,2832417/vendas-no-dia-das-maes-podem-subir-5-diz-cndl.shtml</a></p>
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		<title>Para 57% dos varejistas do NE, vendas devem crescer</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 16:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os varejistas da região Nordeste estão entre os mais otimistas com o crescimento das vendas no Dia das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os varejistas da região Nordeste estão entre os mais otimistas com o crescimento das vendas no Dia das Mães de 2012. De acordo com uma pesquisa realizada pela Serasa Experian, 57% dos empresários da Região esperam aumentar seus lucros devido à data comemorativa. O índice só fica atrás do otimismo das regiões Norte e Sul, onde 58% dos varejistas acreditam na expansão do faturamento.</p>
<p>Conforme a pesquisa, em todo o País, 56% dos empresários apostam no crescimento dos lucros durante o Dia das Mães, percentual um pouco abaixo do registrado em 2011 (59%) e em 2010, quando 60% dos varejistas estavam otimistas com a data, índice recorde.</p>
<p>&#8220;O decréscimo dessa expectativa desde 2010 é resultado da evolução do endividamento e da inadimplência do consumidor, que deixam menos recursos para o consumo&#8221;, afirma a pesquisa da Serasa. As grandes empresas são as mais otimistas, com 80% dos empresários acreditando no bom resultado da data. Em seguida, estão as médias empresas (72%) e os pequenos empreendimentos (56%).</p>
<p><strong>Gasto maior<br />
</strong><br />
Neste ano, os varejistas acreditam que os filhos estão dispostos a gastar um pouco mais com o presente das mães.</p>
<p>Conforme a pesquisa, a expectativa para a venda de presentes com preço até R$ 50,00 caiu nove pontos percentuais, passando de 32%, em 2011, para os atuais 23%. Isso proporcionou o crescimento das outras faixas de gastos analisadas pela pesquisa, sobretudo da faixa entre R$ 101,00 e R$ 200,00, que apresentou expansão de sete pontos percentuais, alcançando 26%.</p>
<p>Nas outras faixas de gastos consideradas pela pesquisa da Serasa Experian, a expectativa é que 38% dos consumidores gastem entre R$ 51,00 e R$ 100,00; que 6% gastem de R$ 201,00 a R$ 300,00; 4% comprem presentes com preços de R$ 301,00 a R$ 500,00; e que 3% façam compras para o Dia das Mães com valores superiores a R$ 500,00.</p>
<p><strong>Roupas lideram</strong></p>
<p>A exemplo do ano passado, roupas, sapatos e acessórios devem ficar em primeiro lugar na preferência dos filhos na hora de escolher o presente das mães. Neste ano, 32% dos varejistas acreditam que os esses produtos serão adquiridos para a data, índice um pouco maior que o registrado em 2011 (30%).</p>
<p>Em seguida, estão os eletrodomésticos, com 16% da preferência, três pontos percentuais a mais que no ano passado. Também cresceram a expectativa de venda de perfumaria e cosméticos (de 11% para 13%) e de eletrônicos (de 5% para 6%).</p>
<p>Por outro lado, houve queda na expectativa de venda de flores (de 16% para 11%), chocolates e doces (de 2% para 1%), utensílios domésticos (de 2% para 1%) e outros (de 3% para 1%). Não houve variação para a estimativa de vendas de celulares e smartphones (14%), joias e relógios (3%) e jantar/almoço em restaurante. Neste Dia das Mães, 1% devem presentear com produtos de informática.</p>
<p><strong>Pagamento<br />
</strong><br />
A pesquisa mostra ainda que 50% das vendas para o Dia das Mães serão realizadas à vista e 50% a prazo. Na mesma data de 2011, a composição foi 52% à vista e 48% a prazo.</p>
<p>As compras à vista serão realizadas com dinheiro (42%), cartão de crédito (23%), cartão de débito (21%), cheque (12%), cartão da própria loja (1%) e outros (1%). As vendas a prazo serão distribuídas em cartão de crédito parcelado (53%), cheque pré-datado (23%), financiamento ou crediário (19%), cartão de débito parcelado (2%), cartão da loja parcelado (1%) e outros (2%). As compras com cheque pré-datado serão parceladas, em média, em quatro vezes. Já as compras com cartão de crédito, financiamentos ou crediário serão em seis parcelas.</p>
<p><strong>Valor do presente</p>
<p></strong>50 reais será a faixa de preço mais perseguida para quem irá comprar presentes para as mães neste ano. 32% dos filhos se limitarão a este valor</p>
<p><strong>OPINIÃO DO ESPECIALISTA<br />
Incremento deve ser entre 12% e 13% no Ceará</p>
<p></strong><em>Régis Dias<br />
Diretor da CDL<br />
</em><br />
A unanimidade dos varejistas do Ceará acredita que as vendas devem crescer entre 12% e 13% com relação ao Dia das Mães do ano passado. Alguns setores se destacam mais, mas todos estão muito confiantes no crescimento das vendas, sobretudo após as medidas anunciadas pelo governo, com a redução de juros do cartão de crédito e do cheque especial. Essas medidas trazem um otimismo muito bom para o varejo, pois o crédito é tão importante para o comércio quanto a renda. Além disso, como já passou a ressaca dos tributos e dos gastos escolares do início do ano, o comércio volta a ter uma perspectiva de crescimento. Os setores que devem ter maior destaque são o de confecções e perfumaria. O setor supermercadista também deve se destacar, com um apelo diferente para o Dia das Mães. Além disso, os restaurantes devem registrar um bom desempenho. Eles têm tido um crescimento tão bom quanto os setores de confecções e perfumaria.</p>
<p><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1133108">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1133108</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Serasa Experian revelará os 39 perfis do consumidor</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/serasa-experian-revelara-os-39-perfis-do-consumidor/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 16:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada mais relevante a quem procura uma oportunidade certa de negócio: conhecer bem o mercado-alvo. Foi isso que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada mais relevante a quem procura uma oportunidade certa de negócio: conhecer bem o mercado-alvo. Foi isso que motivou um dos maiores bancos de dados econômicos do mundo, a Serasa Experian, a formatar um estudo que revelasse todos os meandros do mercado consumidor brasileiro. Os resultados serão apresentados pelo presidente da Serasa Experian Marketing Services, Juliano Marcílio, no II Seminário Futura Trends.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Promovido pelo Grupo de Comunicação O POVO, o evento é voltado para gestores e executivos de médias e grandes empresas de variados setores e, neste ano, vai destacar os segredos para o sucesso na gestão de pessoas e negócios. O Futura Trends só será realizado na próxima segunda-feira, mas o convidado adiantou alguns dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o presidente da Serasa Experian Marketing Services, pode-se dividir a população do Brasil em função de variáveis socioeconômicas, comportamentais e geográficas. “Assim, você passa a entender a classe C com uma ótica mais aprofundada, mais próxima da realidade e passível de ação dos negócios”, avalia Juliano Marcílio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Classes segmentadas</p>
<p>A partir de ferramenta da Serasa Experian, a Mosai Brasil, foi possível cruzar dados dos consumidores brasileiros e dividi-los em 10 grupos e 39 segmentos. Um desses grupos é a “periferia jovem”, que representa 20,92% da população total. Dentro desse grupo, há ainda seis segmentos. Um deles é o “estudantes da periferia”, que representam só 1,32% da massa populacional do Brasil, mas foi o que mais aumentou o consumo de seguros de automóveis, entre 2008 e 2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A partir deste dado, você vê que o estudo deu um resultado contra-intuitivo. Daí a importância de estudar o mercado com ótica aprofundada, diferente, para gerar oportunidades de negócio”, afirma o presidente da Serasa Experian Marketing Services. Ele vai ampliar estes resultados“contra-intuitivos” do mercado consumidor brasileiro durante palestra, às 11 horas, no II Seminário Futura Trends.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Quero mostrar ao espectador do seminário que esse consumidor que está ganhando força, entrando no mercado de consumo, já vem com inteligência. Já sabe do que precisa”, afirma Juliano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outras tendências do mundo corporativo, da gestão de pessoas e da tecnologia também serão temas abordados no evento que reunirá também outros nomes importantes como os cientistas Miguel Nicolelis e Jessé Thé; o executivo Roberto Dumani, com o case da Cielo; o diplomata brasileiro Samuel Pinheiro; e o pesquisador James Wright.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O quê</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ENTENDA A NOTÍCIA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Serasa Experian, parte do grupo Experian, é o maior bureau de crédito do mundo fora dos Estados Unidos, detendo o mais extenso banco de dados da América Latina sobre consumidores, empresas e grupos econômicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SERVIÇO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seminário Futura Trends</p>
<p>Quando: dia 7/5 (segunda-feira)</p>
<p>Onde: no La Maison Coliseu, na rua Eng. Luiz Vieira, n° 555</p>
<p>Inscrição: no dia do evento Preço: R$ 1 mil</p>
<p>Informações: www.seminario futuratrends.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Programação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira as palestras do evento:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>8h5min - Boas-vindas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>8h15min - Introdução ao seminário pelo jornalista Heródoto Barbeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>8h30min - Palestra de Abertura &#8211; Miguel Nicolelis, neurocientista PHD</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>9h30min - Samuel Pinheiro Guimarães Neto, professor e diplomata, ex-secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores e Consultor Especial do Parlamento do Mercosul</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>11 horas - Juliano Marcílio &#8211; Serasa Experian, Presidente da Unidade de Marketing Services da Empresa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>13h35min - Palestrante: Prof. PhD James Wright</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>14h35min - Palestrante, PhD Eng. Jesse L. Thé, Professor da Universidade de Waterloo, Canadá e Presidente da Lakes Environmental</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>16h5min - Palestrante: Roberto Dumani, diretor de RH da Cielo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>17h5min - Resumo do evento por Heródoto Barbeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>17h30min - Encerramento</p>
<p>http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/05/03/noticiasjornaleconomia,2831924/serasa-experian-revelara-os-39-perfis-do-consumidor.shtml</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Municípios vão disputar R$ 324 milhões em 2012</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/municipios-vao-disputar-r-324-milhoes-em-2012/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 16:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Sob novos critérios, os municípios cearenses vão disputar cerca de R$ 324 milhões do Imposto sobre Circulação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sob novos critérios, os municípios cearenses vão disputar cerca de R$ 324 milhões do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (IMCS) estimados no orçamento do Estado para resultados na educação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trata-se da quota-parte do ICMS, cujo maior percentual diz respeito ao ensino público municipal, com base no Índice de Qualidade Educacional (IQE). Ocorrerão perdas e ganhos na receita dos municípios, a depender dos resultados das avaliações aplicadas nos alunos do segundo e quinto anos do ensino fundamental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As mudanças na forma de divisão do tributo foram provocadas pela Associação dos Municípios e Prefeitos do Ceará (Aprece), que recebia queixas de prefeitos considerando injusto o cálculo feito pelo Governo do Estado. Após amplo debate, chegou-se a um consenso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Essa fórmula atual é mais justa. Havia um peso muito forte na avaliação do segundo ano, que continua tendo um peso, mas já está mais equilibrado. O impacto do desiquilíbrio entre as escolas (um dos índices do cálculo) também se reduziu, o que será melhor”, comenta o consultor econômico da Aprece Irineu Carvalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ele, a maneira a ser aplicada corrige distorções anteriores. “Ainda tem uma questão, que é o peso da população. Municípios de população mais elevada têm mais dificuldade de obter bons resultados do que quem tem poucos alunos para trabalhar”, pondera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cálculo</p>
<p>Flávio Ataliba, diretor-geral do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), responsável pelo cálculo de divisão do ICMS, detalha o questionamento dos gestores. “Os prefeitos faziam um esforço muito grande para melhorar a média das notas dos municípios, mas tinham um desequilíbrio muito grande entre as escolas; por isso, eles eram desfavorecidos nos cálculos e acabavam perdendo recursos”, lembra. Agora, o que mais pesa são outros fatores, como a melhora dos resultados ruins dos alunos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ataliba ressalta que muitos dos 184 municípios estão se superando nos resultados da educação. Por isso, só estar com um índice superior não garante maior prêmio do tributo estadual. “É muito comum mudar de posição. Vem um e melhorava 20%; vem outro, melhorava 30% e ganha mais”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor-geral avisa que o mais importante, agora, é centrar esforços na melhoria do quinto ano do ensino fundamental, tirando os alunos o máximo possível da situação de “muito crítico” no exame que é aplicado e levando para a situação “adequado”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Deu-se mais peso ao ensino fundamental em detrimento da alfabetização, que continua com função importantíssima”, disse Ataliba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Decreto nº 30.796, que trata da maneira atual de distribuição, foi publicado no Diário Oficial do Estado em 29 de dezembro de 2011 e é assinado pelo governador Cid Gomes. O documento alterou o Decreto nº 29.881, de 31 de agosto de 2009.</p>
<p>http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/05/03/noticiasjornaleconomia,2831918/municipios-vao-disputar-r-324-milhoes-em-2012.shtml</p>
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		<title>Juros devem chegar a 8,5%</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/juros-devem-chegar-a-85/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 16:20:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Economistas ouvidos pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) projetam que a taxa básica de juros, a Selic, chegue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Economistas ouvidos pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) projetam que a taxa básica de juros, a Selic, chegue a 8,5% em julho, com mais dois cortes no patamar atual (9% ao ano). O resultado é inferior ao apontado na pesquisa semanal feita pelo Banco Central (Focus), o que sugere que o mercado está dividido sobre os rumos da taxa de juros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A projeção majoritária para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) é de 3,2%. Em março, a expectativa era de que o crescimento ficaria em 3,3% O estimado pela maioria dos ouvidos para o IPCA (que mede a inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em 2012 caiu de 5,3% em março para 5,1% em abril.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pela pesquisa, o crédito não repetirá o crescimento forte (acima de 20%) do ano passado. A aposta majoritária é que o crédito vai crescer 16,2% neste ano, pouco abaixo do previsto em março (16,6%). Houve recuo na previsão de crescimento do crédito em 2011 tanto no direcionado (empréstimos do BNDES e imobiliário), de 17,9% para 17,5%, quanto nos empréstimos livres. Para pessoa física, a expectativa de crescimento do crédito recuou de 15,6% para 15%. <em><strong>(das agências)</strong></em></p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/05/03/noticiasjornaleconomia,2831954/juros-devem-chegar-a-8-5.shtml">http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/05/03/noticiasjornaleconomia,2831954/juros-devem-chegar-a-8-5.shtml</a></p>
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		<title>55% adquirem ao menos uma peça de roupa por mês</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/55-adquirem-ao-menos-uma-peca-de-roupa-por-mes/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 16:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa da Sofia Minda revela que 22% das brasileiras gastam acima de R$ 200,00 por mês com vestuário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa da Sofia Minda revela que 22% das brasileiras gastam acima de R$ 200,00 por mês com vestuário<br />
</em><br />
Seja por necessidade, vontade de acompanhar as últimas tendências da moda ou pelo mero prazer de ir às compras. O fato é que nos dias atuais, com todo o apelo do comércio, as mulheres estão consumindo mais.</p>
<p>Pesquisa da Sofia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado, revela que 55% das brasileiras adquirem ao menos uma peça de roupa por mês. Uma fatia de 22% gasta acima de R$ 200,00 por mês com vestuário.</p>
<p>Vaidosa assumida, porém consciente de seus gastos, a secretária Angelina Paixão, diz consumir R$ 200 ou até mais em artigos de vestuário, dependendo de sua situação financeira do momento.</p>
<p>Uma vez por mês ou bimestralmente costuma ir às compras. Prefere fazê-las em lojas de rua e acredita que um bom atendimento faz toda a diferença na hora de fidelizar a clientela. “Sou fiel a vendedora, pois se me atendem bem eu prefiro uma boa vendedora do que a própria loja”.</p>
<p><strong>Independência financeira</p>
<p></strong>Para ela, com a conquista maior do mercado de trabalho, o público feminino dos tempos modernos passou a ter mais liberdade na hora de decidir suas compras.</p>
<p>“Acredito que a independência financeira fez com que a mulher se amasse mais e mostrou a ela que pode ou não comprar o que quiser e na hora que quiser. Não precisa mais de um conselho ou permissão do marido.</p>
<p>Com o seu próprio dinheiro ela pode agora inclusive ajudá-lo na economia doméstica”, comenta Angelina.</p>
<p>Ao adquirir uma peça nova para seu guarda-roupa, a secretária opta em primeiro lugar por quesitos como conforto e preço. Em seguida, observa a durabilidade, a tendência e o estilo do produto escolhido. “Tem que ser a roupa que é a minha cara. Tenho uma loja que já frequento fielmente e a vendedora conhece meu estilo. Há uma cumplicidade entre nós, pois ela conhece meu estilo e sabe que roupa me agrada”, destaca.</p>
<p>Entre as peças que mais ocupam o guarda-roupa das mulheres estão blusas/camisas, 30% das entrevistadas tem em média 11 e 20 peças e 13% possuem mais de 40 peças. A calça vem em segundo lugar; 49% das mulheres tem entre seis e 15 peças.</p>
<p>Em relação ao pagamento, a pesquisa da Sofia Mind revela que a maioria das compras é realizada à prazo (55%) e no cartão de crédito (45%). Apesar disso, uma parcela de 44% das compras são feitas à vista, sendo 24% com pagamento em dinheiro, deixando de lado instrumentos como cheques, boletos ou outros cartões.</p>
<p><strong>Promoção atrai<br />
</strong><br />
Quando o assunto é promoção, 81% das entrevistadas preferem o desconto na peça, contra 9% que preferem o tipo “compre uma peça e ganhe outra”, 8% que preferem os descontos progressivos e 2% que acreditam ser melhor os cupons de descontos.</p>
<p>O atendimento também é considerado fator decisivo na hora da compra e um atendimento ruim pode ser o fim de um relacionamento entre vendedor e consumidora.</p>
<p>Questionadas sobre isso, 41% das mulheres afirmam sair da loja e não voltar mais diante de mau atendimento. Outras 23% vão além. Acabam não comprando e ainda saem falando mal da loja para outras pessoas.</p>
<p>Nesses casos, de acordo com a pesquisa, nem o preço baixo as faria permanecer e tolerar o comportamento.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1132925</p>
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		<title>Sindicatos e Dilma vão discutir juros</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 16:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo Os dirigentes das centrais sindicais vão se reunir, nesta quinta-feira, dia 3, com a presidente Dilma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo</strong> Os dirigentes das centrais sindicais vão se reunir, nesta quinta-feira, dia 3, com a presidente Dilma Rousseff para discutir os juros bancários.</p>
<p>A informação foi divulgada pelo próprio presidente da Força Sindical, deputado Federal Paulo Pereira da Silva, durante a 15ª edição da comemoração do Dia do Trabalho, organizada por cinco centrais sindicais, na Praça Campo de Bagatelle, zona Norte de São Paulo, que, neste ano, teve o tema &#8220;Desenvolvimento com menos juros, mais salários e empregos&#8221;.</p>
<p>Entre as bandeiras do sindicalismo estão a defesa da indústria nacional e do emprego; aumento real de salários; redução da jornada para 40 horas semanais; trabalho decente; fim do fator previdenciário; aumento real dos benefícios dos aposentados que ganham acima de um salário mínimo; igualdade de salários para homens e mulheres que exercem as mesmas funções; qualificação profissional; e reforma agrária. Para atrair o público, a centrais sindicais contrataram músicos conhecidos e estão sorteando ao longo do dia 15 automóveis 0 quilômetro.</p>
<p><strong>Ministro do Trabalho<br />
</strong><br />
O presidente da Força também falou sobre a nomeação de Brizola Neto para o ministério do Trabalho. Para ele, é a prova de que a presidenta entendeu as reivindicações das centrais sindicais, que defendiam a escolha de um nome que tivesse boa relação com o movimento sindical.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1132933</p>
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		<title>Festa e protesto na Praça do Ferreira</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 16:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia 1º de Maio, além de ser uma data de celebração, ajuda a fortalecer reivindicações, relembrar conquistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 1º de Maio, além de ser uma data de celebração, ajuda a fortalecer reivindicações, relembrar conquistas e buscar novos rumos para todas as categorias. O presidente da Central Única dos Trabalhadores do Ceará (CUT-CE), Jerônimo do Nascimento, cobrou, ontem, durante evento, na Praça do Ferreira, a aprovação da redução da jornada de trabalho – das atuais 44 horas para 40 horas semanais, além da implementação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A mudança, segundo, ele combaterá o desemprego e a terceirização.<br />
“Na verdade, queremos que as convenções em tramitação no Congresso sejam implementadas. Queremos que a presidente Dilma Rousseff possa dar aos servidores o direito de negociar os acordos coletivos com o governo. Sendo assim, queremos que a economia seja sustentável”, disse o sindicalista, criticando a aprovação do Código Florestal, na semana passada, pela Câmara dos Deputados.<br />
Nascimento defendeu ainda que a presidente Dilma Rousseff vete o relatório do deputado Paulo Piau (PMDB/MG) com modificações ao texto do Senado porque, além de não atender os anseios sociais, provoca consequências graves ao meio ambiente, a agricultura e à economia sustentável. Além disso, a sociedade não pode permitir que “aqueles que, ao longo da História, sejam agora anistiados sem ressarcir os prejuízos causados ao País”. Outras diversas centrais sindicais corroboram com as cobranças realizadas pelo presidente da CUT/CE.<br />
O problema, segundo o deputado federal Eudes Xavier (PT), é que articulações dos setores empresariais têm evitado que a proposta chegue ao plenário. Segundo ele, a proposta não é “revolucionaria”, pois, diferente do que acredita a classe patronal, ajudará os jovens a ingressar no mercado de trabalho. Eudes ressaltou que, embora algumas conquistas ainda não foram implementadas, o trabalhador pode comemorar a elevação do poder de compra.</p>
<p>FLEXIBILIZAÇÃO<br />
Em outras partes do País, as cobranças foram semelhantes. No Rio de Janeiro, representantes da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) repudiaram o projeto de flexibilização da CLT, que estaria em fase final de análise na Casa Civil da Presidência da República, para ser apresentado ao Congresso Nacional. Segundo o presidente da Central, Sebastião José da Silva, o que a legislação impõe, cabe aos sindicatos ampliar as garantias fixadas pela lei.</p>
<p>Uma preocupação das centrais sindicais é a eleição deste ano, que pode pôr um freio na luta pela redução da jornada, impedindo a votação da proposta no Congresso, sobretudo por conta da articulação do setor patronal. Por outro lado, as eleições também podem trazer uma maior força à classe trabalhadora, uma vez que a bancada pode ser ampliada, fortalecendo os partidos que apoiam a proposta.</p>
<p>(Laura Raquel, da Redação)</p>
<p>http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&#038;subacao=ler_noticia&#038;cadernoID=12&#038;noticiaID=67543</p>
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		<title>De olho nos pequenos detalhes do varejo</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/de-olho-nos-pequenos-detalhes-do-varejo/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 14:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa nasceu em 1957, na Rua Meton de Alencar. Hoje são cinco sedes localizadas em bairros estratégicos &#8220;Varejo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresa nasceu em 1957, na Rua Meton de Alencar. Hoje são cinco sedes localizadas em bairros estratégicos<br />
</em><br />
&#8220;Varejo é detalhe&#8221;. A frase é do empresário Álvaro Machado para justificar o sucesso de qualquer negócio que se propõe a atender às necessidades dos consumidores. Para ele, sem observar os pequenos detalhes dificilmente a Dragão dos Parafusos, empresa que comanda, chegaria aos 55 anos de vida. A origem familiar continua: já está na terceira geração, mas como afirma Maria Isabel Carvalho Machado, filha e sócia do pai, é constante a busca pela profissionalização de seus gestores e colaboradores.</p>
<p>&#8220;Procuramos estar atentos a todos para que cada vez mais cumpramos nosso objetivo maior que é o de encantar nossos clientes que são parte principal desse processo&#8221;, reforça Isabel. Em 1957, quando a empresa nasceu, contava apenas com a força de trabalho de Álvaro Machado.</p>
<p>Hoje, o quadro funcional conta com 112 funcionários, divididos em cinco sedes instaladas em quatro bairros estratégicos da cidade.</p>
<p><strong>Novidades<br />
</strong><br />
Atualmente, a Dragão dos Parafusos trabalha com a linha completa de fixadores que existem no mercado, mas, segundo Isabel, sempre partindo na frente em busca de novidades na área. A empresa conta ainda com o serviço de desenvolvimento de produtos conforme as necessidades do cliente. &#8220;O cliente não pode sair do Dragão sem solucionar seu problema de fixação. Nos últimos anos agregamos ao nosso mix, ferramentas e ferragens diversas visando maior praticidade a nossos consumidores. Ao comprar a bucha, por exemplo, ele necessitaria da broca para concluir sua necessidade por completo&#8221;.</p>
<p>O boca a boca ainda é o grande canal de comunicação da Dragão dos Parafusos com seus clientes, mas a empresa não dispensar a utilização das mídias diversas para fidelizar a clientela. &#8220;Divulgamos em programas de TV e rádio e realizamos campanhas esporádicas&#8221;, comenta Isabel.</p>
<p>Visando as ações de sustentabilidade, a Dragão está iniciando alguns processos de reciclagem de produtos e embalagens, objetivando, dessa forma, um trabalho de conscientização quanto à responsabilidade social com o meio ambiente.</p>
<p>A estratégia de trabalho da Dragão dos Parafusos, após 55 anos de atividades, é reforçar a recomendação de seu fundador para os pequenos detalhes do varejo. Dessa forma, é possível oferecer um tratamento diferenciado aos clientes que comparecem às cinco lojas.</p>
<p>&#8220;Queremos que nossos consumidores se sintam únicos e parte ativa da nossa empresa. Para o cliente corporativo, por exemplo, dispomos de um colaborador específico para atender os pedidos de cada empresa como se fosse única. Em sua grande maioria, nossos clientes são fiéis&#8221;, diz Isabel.</p>
<p>A Dragão dos Parafusos foi fundada em 5 de maio de 1957 na Rua Meton de Alencar no bairro Otávio Bonfim.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1132275</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mudança de regra para ICMS sobre comércio eletrônico votada esta semana</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/mudanca-de-regra-para-icms-sobre-comercio-eletronico-votada-esta-semana/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 14:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Novas regras de arrecadação do Imposto sobre Circulação de mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o comércio eletrônico podem ser votadas nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novas regras de<strong> arrecadação</strong> do Imposto sobre Circulação de mercadorias e Serviços (<strong>ICMS) </strong>sobre o <strong>comércio eletrônico </strong>podem ser votadas nesta quarta-feira, 2, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, segundo informações da Agência Senado. A ideia é mudar a atual regra e caber ao estado do destinatário da mercadoria o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual.</p>
<p>Na pauta de discussões, o substitutivo do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) para as três propostas de emenda à Constituição (PECs) que tratam do ICMS recolhido sobre os produtos comprados via internet.</p>
<p>O ICMS é recolhido pelo estado de origem da mercadoria em uma operação interestadual pela internet. A proposta do relator é sujeitar essas operações, nas quais o comprador é uma pessoa física e, portanto, não inscrito no ICMS, ao mesmo tratamento dado às vendas que se realizam entre empresas de estados diferentes: caberá ao estado do destinatário da mercadoria o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual.</p>
<p>- Segundo estimativas, isso representa um acréscimo de cerca de R$ 2,3 bilhões para os estados mais pobres. Essa redistribuição é compatível com a meta constitucional de redução das desigualdades regionais e com os objetivos de erradicação da pobreza extrema no Brasil – argumenta Renan.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vendas para o Dias das Mães devem crescer 10% na Capital</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 14:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O movimento do comércio em Fortaleza no Dia das Mães, que ocorrerá no próximo dia 13 de maio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento do comércio em Fortaleza no Dia das Mães, que ocorrerá no próximo dia 13 de maio, vai crescer cerca de 10% se comparado a igual período do ano passado. A estimativa foi feita pelo presidente da Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio), Luiz Gastão Bittencourt da Silva. Segundo ele, o momento é promissor na questão econômica, porque os salários, de um modo geral, estão mais altos e as condições de pagamento são muito boas, com prazos &#8211; sem juros -, que chegam a até dez vezes. “Eu não gosto muito de fazer esse tipo de previsão, mas dá para acreditar que as vendas do comércio, no Dia das Mães, serão muito boas, porque já tem muita gente pensando nesse presente”, justifica.<br />
Gastão observou que em outras datas importantes o crescimento de 10% vem acontecendo e, por isso, no Dia das Mães deste ano não deve ser diferente. Ele informa que os comerciantes estão se preparando para vender muito na data e, por causa disso, já estão reforçando os estoques de suas lojas com aqueles objetos que costumam vender mais. Sobre os presentes mais procurados, diz que isso varia de acordo com o poder aquisitivo do comprador. “Quem tem pouco dinheiro compra perfumes, calçados, roupas e até mesmo cosméticos. Aqueles de maior poder aquisitivo adquirem produtos como geladeiras, máquinas de lavar, televisores e joias”, afirma o presidente da Fecomércio.</p>
<p>http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&#038;subacao=ler_noticia&#038;cadernoID=8&#038;noticiaID=67379</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Confira mais notícias econômicas</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/confira-mais-noticias-economicas-2/</link>
		<comments>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/confira-mais-noticias-economicas-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Em quatro anos Desemprego caiu 55,37% na Capital A taxa de desemprego de Fortaleza registrou queda de 55,37% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em quatro anos<br />
</em><br />
<strong>Desemprego caiu 55,37% na Capital<br />
</strong><br />
A taxa de desemprego de Fortaleza registrou queda de 55,37% entre 2006 e 2010. Esse e outros números serão apresentados no novo estudo dos Indicadores do Mercado de Trabalho e de Políticas Públicas, hoje, às 9h, no auditório da Regional III. A pesquisa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).</p>
<p><em>Venda virtual<br />
</em><br />
<strong>TJ-CE exime empresa de pagar ICMS<br />
</strong><br />
O Tribunal de Justiça do Ceará deu parecer favorável a uma empresa representada pela Comparato, Nunes e Federici Advogados, para não pagar o ICMS sobre itens vendidos pela internet e destinados a outros estados. Para o Tribunal, cobrar a taxa interestadual é ilegal, pois já é cobrada a alíquota interna do ICMS.</p>
<p><em>R$ 276 milhões<br />
</em><br />
<strong>Lucro da TIM sobe 29% no 1º trimestre<br />
</strong><br />
A TIM registrou lucro líquido de R$ 276,439 milhões no 1º trimestre, com aumento de 29,5% sobre os R$ 213,456 milhões de igual período de 2011. A receita líquida da TIM no período cresceu 19,1% ante o similar intervalo de 2011, passando de R$ 3,752 bilhões para R$ 4,468 bilhões.</p>
<p><em>Após juros<br />
</em><br />
<strong>Avança debate sobre alterar poupança<br />
</strong><br />
Com o novo viés de baixa da taxa de juros sinalizado na ata do Copom, o debate sobre a mudança nas regras de correção da poupança ganha mais evidência no governo. A partir de agora, a necessidade de mexer na poupança vai depender do tamanho do espaço que o Banco Central encontrar para reduzir a Selic.</p>
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		<title>Corte de juros não deve beneficiar todos os clientes</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Os bancos têm levado em consideração a renda e o histórico do cliente na hora de definir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os bancos têm levado em consideração a renda e o histórico do cliente na hora de definir a taxa de juros<br />
</em><br />
O corte dos juros anunciado pelos bancos nas últimas semanas trouxe boas expectativas para quem estava aguardando o momento certo para financiar um carro ou imóvel, por exemplo. No entanto, os juros menores não contemplam todos os consumidores, mas somente aqueles em situações específicas definidas pelas financeiras.</p>
<p>Segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), o consumidor está tendo dificuldade em contratar financiamento com as taxas mínimas divulgadas na Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, HSBC, Itaú e Bradesco.</p>
<p>Entre os dias 23 e 24 deste mês, pesquisadores da Proteste visitaram agências desses bancos, em São Paulo e no Rio de Janeiro, e constataram dificuldades para obter simulação de financiamento para não clientes, no caso do HSBC. Já a transferência da conta salário para o banco foi exigida pela maioria deles na hora do pedido de crédito. Os bancos visitados também levaram em consideração a renda e o histórico do cliente na hora de definir a taxa de juros a ser oferecida para o consumidor.</p>
<p><strong>Veículo<br />
</strong><br />
Para dar um exemplo real de situações enfrentadas pelos consumidores, os pesquisadores da Proteste simularam o financiamento de um Gol GV 1.0 Flex 4p 2011 zero quilometro em 24 vezes nas cinco instituições que anunciaram redução em suas taxas para pessoas físicas. A pesquisa mostrou que, para as taxas mínimas, há uma série de exigências, tais como: prazo de financiamento, tempo de conta na instituição e número de parcelas. &#8220;É assim na Caixa, onde as taxas menores são de 0,89%, para financiamento de veículos. E no Bradesco, em que a taxa mínima de 0,97% só é válida no caso de o cliente dar entrada de 50% do valor do carro e fizer o parcelamento em, no máximo, seis meses&#8221;, destaca a pesquisa divulgada pela Proteste.</p>
<p><strong>Sem mudanças</p>
<p></strong>A Proteste comparou as taxas atuais com as taxas encontradas no mercado para o mesmo carro e nas mesmas condições verificadas em um estudo da Associação feito em fevereiro deste ano e constatou que não houve mudanças significativas e, em alguns casos, a taxa chegou a ser maior do que a verificada anteriormente. Em fevereiro pesquisa da Proteste constatou que a taxa para o financiamento do mesmo carro praticada em igual situação era de 2,45% ao mês no Bradesco. Agora, a taxa encontrada nas agências desse banco chegou a 2,22%, em São Paulo, e a 2,04%, no Rio de Janeiro.</p>
<p>A pesquisa mostra ainda que os juros praticados na Caixa chegaram a ser piores do que os anteriores. Enquanto a taxa anterior variava entre 1,66% e 2,6%, hoje o mesmo financiamento é feito com uma taxa de 1,70%.</p>
<p><strong>Cartão de crédito<br />
</strong><br />
No caso do rotativo do cartão de crédito, não foram constatadas grandes mudanças. No Itaú a nova taxa mínima de 3,85% é praticada somente nos casos de novos clientes e não houve alteração para correntistas.</p>
<p>No Bradesco, as novas taxas dependem da linha do cartão do cliente. Por exemplo, um cartão para um cliente com renda mensal a partir de R$ 3.100 teria acesso a um cartão em que a taxa do rotativo permanece a mesma, 15% ao mês, quase 440% ao ano. Para empréstimo pessoal a situação também não muda muito. No Bradesco, a taxa chega a 7,31%. As taxas praticadas dependem da renda e do relacionamento com o banco. No Banco do Brasil, as taxas irão variar entre 1,99% e 5,8%, válidas somente para os que levarem o salário para o banco. Já no Itaú, a taxa é 3,55%, válida somente clientes com salários no banco.</p>
<p><strong>Caixa reduz taxa de administração<br />
</strong><br />
<em>Brasília</em> A Caixa Econômica Federal anunciou na tarde de ontem a segunda rodada de redução nas taxas de administração e na aplicação mínima inicial de fundos de investimento. O banco lançou ainda dois fundos que aceitam aplicação inicial de R$ 10 com taxas de 1,3% e 1,6% ao ano.</p>
<p>A taxa do CAIXA FIC Beta DI caiu de 2% para 1,5% ao ano. No CAIXA FIC Pleno DI, a redução foi de 1,20% para 1% ao ano. A aplicação inicial mínima dos dois produtos foi reduzida em 50%, para R$ 50 e R$ 2.500, respectivamente. Nos fundos CAIXA FIC Ideal RF e CAIXA FIC Soberano RF, houve redução na aplicação inicial de R$ 2.000 e R$ 3.000, respectivamente, para R$ 50. O banco estatal criou ainda o fundo CAIXA FIC Geração Jovem RF Crédito Privado LP com aplicação mínima inicial de R$ 10 e taxa de 1,3% ao ano.</p>
<p>Outro produto novo é o CAIXA FI Ações Consumo, com aplicação inicial de R$ 10 e taxa de 1,6% ao ano. Em nota, o vice-presidente de Ativos de Terceiros da Caixa, Marcos Vasconcelos, diz que as novas iniciativas buscam tornar os investimentos em fundos mais atrativos, em um esforço de popularização do produto, para ser referência para a nova classe média e os pequenos empresários. Vasconcelos afirma o mesmo em relação ao novo fundo de ações.</p>
<p>&#8220;O baixo valor da aplicação proporcionará, via fundos, o acesso ao trabalhador e empresário da nova classe média disposto a aplicar em ações&#8221;. A expectativa da Caixa é captar mais de R$ 500 milhões com estes novos fundos até o final do ano.</p>
<p><strong>Em fusão, ganhos serão repassados<br />
</strong><br />
A partir de agora, quando bancos comprarem ou se fundirem a outros, terão de fechar um contrato formal, que deixe claro os benefícios que os correntistas das instituições terão com a operação. &#8220;Os atos de concentração geram alguns ganhos com sinergia, como ganhos de produtividade. E devem ser compartilhados com clientes&#8221;, afirmou ontem o chefe da consultoria que analisa atos de concentração do Banco Central, Mitchurim Borges Diniz.</p>
<p>Um exemplo, segundo ele, seria a redução das tarifas cobradas de usuários do sistema. De acordo com o técnico, a formulação de contrato seguirá os parâmetros internacionais e não pode ser vista como uma forma a mais de &#8220;apertar os bancos&#8221;. &#8220;Não seria apertar os bancos. Como o banco vai ter ganho com uma operação e com aumento de receita, que dividam (esses ganhos) com os usuários, melhorando o atendimento, por exemplo&#8221;, justificou.</p>
<p>O chefe do departamento de organização do sistema financeiro do BC, Adalberto Gomes da Rocha, explicou que as instituições não conhecerão plenamente os itens do contrato antes de fecharem uma operação. &#8220;A gente só vai conhecer a situação depois de anunciada&#8221;, disse, acrescentando que a autoridade monetária já costuma fazer avaliações levando em conta não apenas o aspecto societário, mas também de concentração do setor. &#8220;O acordo é uma negociação até se chegar a um termo&#8221;.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1131312</p>
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		<title>Empreender para mudar de vida</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/empreender-para-mudar-de-vida/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalhadoras vão além da atividade doméstica e conseguem subir na vida por meio de empreendedorismo Carmem Rodrigues é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Trabalhadoras vão além da atividade doméstica e conseguem subir na vida por meio de empreendedorismo<br />
</em><br />
Carmem Rodrigues é um exemplo de profissional do lar que conseguiu subir na vida. Para isso, ela valeu-se do empreendedorismo. Após trabalhar por 12 anos em uma casa de família, ela decidiu sair para montar o próprio negócio.</p>
<p>Foram anos de esforço e muitas tentativas de mudança de vida, sem nunca desistir. &#8220;Passei dois anos fazendo curso técnico de enfermagem. Depois passei um ano no curso de técnico de segurança do trabalho na Universidade Estadual do Ceará. Na enfermagem, cheguei a estagiar, mas não me identifiquei com a profissão&#8221;, conta.</p>
<p><strong>Negócio próprio<br />
</strong><br />
Sete anos depois de desistir dos estudos, Carmem decidiu crescer profissionalmente abrindo uma confeitaria. &#8220;Sempre gostei muito de cozinhar. No ano passado, decidi fazer alguma coisa relacionada a isso. Casei e essa pessoa me incentivava muito a abrir um negócio no ramo. Esse ano, decidi colocar meu plano em prática&#8221;, comemora.</p>
<p>Com o sucesso do novo trabalho, Carmem conta que a renda dobrou e a carga horária de trabalho caiu para a metade. As encomendas, então feitas em casa, foram ganhando maiores proporções, até que chegou a ser preciso expandir o empreendimento. &#8220;Trabalho em casa, faço bolos e o meu marido vende. Com tantas encomendas, precisei alugar um ponto para dar conta do negócio&#8221;, conta.</p>
<p><strong>Time de vencedoras<br />
</strong><br />
A então empregada doméstica Benta Gomes também faz parte do time das vencedoras. Trabalhando em uma casa há 11 anos, atualmente, ela também é empresária no ramo da confecção e de produtos de beleza. &#8220;Comecei vendendo cosméticos e depois fui vender roupas. Enchia uma sacola e saía de porta em porta todo dia à noite depois do trabalho&#8221;, conta. Mas essa não é a única conquista de Benta.</p>
<p>Antes de virar empresária, ela chegou a trabalhar em três residências simultaneamente, entre estadas fixas e diárias.</p>
<p>Com a renda, o sonho da casa própria foi realizado, além da compra de um carro, em parceria com o marido.</p>
<p><strong>Sem largar o emprego<br />
</strong><br />
Questionada se pretende deixar o trabalho doméstico para se dedicar exclusivamente ao próprio negócio, ela é enfática: &#8220;No momento, não. Quero ficar com meu patrão até que ele case. Ele depende de mim&#8221;.</p>
<p><strong>ANA BEATRIZ SUGETTE</strong></p>
<p><strong>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1131348<br />
</strong></p>
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		<title>Semam e Sinduscon querem mais celeridade</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/semam-e-sinduscon-querem-mais-celeridade/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A ampliação de viaturas e profissionais é uma das metas da Semam, que usará um sistema de georreferenciamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A ampliação de viaturas e profissionais é uma das metas da Semam, que usará um sistema de georreferenciamento<br />
</em><br />
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam) e o Sindicato da Indústria e da Construção Civil do Ceará (Sinduscon) irão instituir, na próxima semana, um grupo de trabalho destinado a realizar um diagnóstico sobre os processos referentes a licenças ambientais que tramitam no órgão. A intenção é que a equipe, ao final do trabalho, apresente propostas sobre como conceder mais celeridade à análise dos pedidos de alvará e licença, a qual enfrenta entraves como a inadequação de pedidos por parte dos demandantes e o número insuficiente de profissionais na secretaria.</p>
<p>Conforme explica o titular da Semam, Adalberto Alencar, o grupo será formado por dois técnicos do Sinduscon e dois outros da Secretaria. O quarteto, indica, irá apresentar soluções a curto, médio e longo prazo para agilizar o licenciamento ambiental. &#8220;Algumas coisas, nós poderemos fazer logo depois de receber o diagnóstico&#8221;, sinaliza.</p>
<p><strong>Mudanças<br />
</strong><br />
De acordo com Alencar, o grupo terá 30 dias para concluir a análise e propor as mudanças. Ele acrescenta que, de todo modo, a secretaria já planeja algumas alterações voltadas para o mesmo fim, como a ampliação do número de viaturas e de topógrafos do órgão. Uma das metas, informa, é dobrar, ainda neste semestre, o número de vistorias a estabelecimentos com licenças em análise. Hoje, diz, são realizadas em torno de 30 vistorias do gênero a cada mês.</p>
<p><strong>Georreferenciamento</p>
<p></strong>Alencar acrescenta que a secretaria pretende implantar, a partir de agosto, um sistema de georrefenciamento que deverá dar &#8220;muita celeridade&#8221; aos processos de licenciamento, que passarão a ser digitalizados. A novidade, diz, possibilitará ao interessado pela licença, entre outras opções, acessar, em qualquer computador, uma série de informações sobre a legislação ambiental e o terreno onde pretende erguer o estabelecimento.</p>
<p>Outra proposta, que pode se concretizar em junho, salienta, é a criação de um posto da secretaria na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), com atendimento presencial a interessados no licenciamento que tenham dúvidas.</p>
<p><strong>Entraves<br />
</strong><br />
Entre os principais fatores responsáveis pela demora de processos, o secretário cita a inadequação de pedidos que, devido à falta de documentos, ficam acumulados no órgão, enquanto o demandante não apresenta a documentação devida, bem como o número insuficiente de profissionais para atender de forma adequada à demanda gerada pelo crescimento da construção civil na Capital.</p>
<p>Quando toda a documentação chega à Semace sem nenhuma pendência, aponta, o processo de licenciamento costuma ser concluído em até 180 dias. Quando os documentos estão incompletos e a continuidade da análise depende do demandante, a demora pode se estender por mais de um ano e meio.</p>
<p>Adalberto Alencar destaca ainda que muitos pedidos também demoram devido a ações judiciais &#8211; contra ou a favor da licença &#8211; que vão de encontro à decisão da secretaria.</p>
<p>Segundo o vice-presidente do Sinduscon, André Montenegro, deve haver, também, esforço da Prefeitura para enviar à Câmara Municipal projetos de leis complementares ao Plano Diretor. &#8220;A cidade evoluiu e alguns parâmetros não cabem mais&#8221;.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1131319</p>
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		</item>
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		<title>Setor quer juros de 1% ao mês</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/setor-quer-juros-de-1-ao-mes/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Segmento está otimista e projeta um crescimento da ordem de 10%, neste ano, nas vendas no Ceará Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segmento está otimista e projeta um crescimento da ordem de 10%, neste ano, nas vendas no Ceará<br />
</em><br />
Na esteira da redução das taxas de juros bancários e aumento do crédito imobiliário, empresários do setor de materiais de construção negociam com o governo federal, em Brasília, taxas de juros em torno de 1% ao mês, com prazos de pagamento de até 120 meses, para o financiamento de obras de construção e reformas. A nova medida, que chega para aquecer as vendas no período de baixa, neste primeiro quadrimestre do ano, foi anunciada na noite de ontem, pelo presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz.</p>
<p>&#8220;Se tudo como previsto, serão lançadas taxas de 1% ao mês com prazos de pagamento de até 120 meses, com recursos do FGTS&#8221;, declarou Conz, minutos antes de ministrar palestra na Convenção da Acomac (Associação dos Comerciantes de Material de Construção do Ceará), na Câmara dos Dirigentes Lojistas &#8211; CDL, em Fortaleza. &#8220;A Caixa já se dispôs, rapidamente, a colocar esse produto no seu balcão&#8221;, antecipou Conz, ressaltando que a nova linha de crédito estará disponível em qualquer instituição financeira.</p>
<p><strong>Otimismo</p>
<p></strong>A notícia animou ainda mais o setor de material de construção, que já projeta crescimento nas vendas da ordem de 7,5%, em 2012, no País. &#8220;No Ceará, nossa projeção de crescimento é da ordem de 10%&#8221;, confirmou o anfitrião da Convenção e presidente da Acomac, Carlito Lira.</p>
<p>Segundo ele, o sentimento de toda a cadeia do setor, que reúne varejistas, atacadistas e distribuidores, é de otimismo. Além do bom momento por que passa a construção civil, 77% das vendas do setor são pulverizadas, para pequenos e médios consumidores, para obras auto geridas, com gastos próprios, o que reduz a inadimplência.</p>
<p>&#8220;A redução dos juros veio em boa hora, no momento exato em que as chuvas começam a cessar no Estado&#8221;, exalta Lira. No Ceará, o setor reúne cerca de 6.000 empresas formais distribuídas em dezenas de segmentos (material pesado, pisos, tintas, ferragens, PVC, móveis etc). Na convenção, Lira lançou a revista Acomac, dirigida ao setor da construção e anunciou novos cursos de qualificação para trabalhadores, gestores e empresários do setor.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1131357</p>
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		<title>Campanha visa maior qualidade no emprego</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/campanha-visa-maior-qualidade-no-emprego/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação de Empresas dos Distritos Industriais do Estado do Ceará (Aedi), junto com a Prefeitura de Maracanaú [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação de Empresas dos Distritos Industriais do Estado do Ceará (Aedi), junto com a Prefeitura de Maracanaú e a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/CE), lançaram, na manhã de ontem, a campanha Ética nas Relações de Trabalho, com o tema “Ética no trabalho, eu apoio”. Iniciando em maio, a campanha acontecerá nas empresas do Distrito Industrial de Maracanaú, onde serão espalhados cartazes e panfletos educativos abordando os hábitos que prejudicam as relações de trabalho. Serão apresentadas palestras e fóruns nas empresas que aderirem, por empresários, profissionais de Recursos Humanos e da área jurídica.</p>
<p>A campanha surgiu da necessidade da Prefeitura de Maracanaú, empresários e trabalhadores &#8211; representados pela Aedi, Sine/CE e Conselho Municipal do Trabalho (Comut), respectivamente &#8211; aprofundar temas e discussões vivenciados nas relações de trabalho. Bem como maus hábitos que prejudicam essas relações, como informalidade, acordo trabalhista, falso atestado médico, trabalho infantil e contratação por aparência.</p>
<p>Estiveram presentes o prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa; o presidente da Aedi, Edilson Teixeira Júnior; o secretário municipal da Ciência e Tecnologia, Nailton Marques; o presidente da CDL de Maracanaú, José Araújo Saraiva; e representantes de empresas, Sinditêxtil e Sindimetal.</p>
<p>De acordo com o presidente da Aedi, “essa campanha é fundamental, porque visa preservar o desenvolvimento, tanto de empregados, como da empresa e do município”. Ele diz que, através da boa relação de trabalho o empregado pode se desenvolver e crescer na empresa. “Esta, por sua vez, pode aproveitar as oportunidades de mercado e crescer. E o município, na arrecadação de impostos”, reforça Teixeira.</p>
<p><strong>PROBLEMAS </strong><br />
Em Maracanaú existem mais de quatro mil empresas, das quais 400 a 500 são industriais. Entre os setores que apresentam mais problemas está o de confecção. “O segmento sofre muito com questão de atestados médicos falsos e também com a informalidade”, informa Teixeira. O setor metal-mecânico, com forte predominância no município, também sofre.</p>
<p>Maracanaú sedia o maior polo industrial do Ceará, e um dos maiores polos comerciais e de serviços, porém “está preocupado”, segundo o prefeito Roberto Pessoa. Ele afirma que, nos últimos sete anos, 150 novas empresas se instalaram ali, gerando 18 mil empregos. “Estamos notando alguns problemas nessa relação ética, como muitos atestados médicos, rotatividade alta, algumas pessoas saem do trabalho e ficam incentivadas com o seguro-desemprego”, informa Pessoa.</p>
<p>http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&#038;subacao=ler_noticia&#038;cadernoID=8&#038;noticiaID=67313</p>
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		<title>ROC &#8211; 27 de abril de 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 17:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[ROC]]></category>

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		<description><![CDATA[TEMA: O Medo do Desafio no Trabalho. COORDENAÇÃO: Daniele e Juliana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>TEMA: O Medo do Desafio no Trabalho.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">COORDENAÇÃO: Daniele e Juliana</span></strong></p>

<a href='http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/roc-27-de-abril-de-2012/dsc01536/' title='DSC01536'><img width="150" height="150" src="http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/wp-content/uploads/2012/04/DSC01536-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC01536" title="DSC01536" /></a>
<a href='http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/roc-27-de-abril-de-2012/dsc01534/' title='DSC01534'><img width="150" height="150" src="http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/wp-content/uploads/2012/04/DSC01534-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC01534" title="DSC01534" /></a>
<a href='http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/roc-27-de-abril-de-2012/dsc01529/' title='DSC01529'><img width="150" height="150" src="http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/wp-content/uploads/2012/04/DSC01529-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC01529" title="DSC01529" /></a>
<a href='http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/roc-27-de-abril-de-2012/dsc01528/' title='DSC01528'><img width="150" height="150" src="http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/wp-content/uploads/2012/04/DSC01528-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC01528" title="DSC01528" /></a>
<a href='http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/roc-27-de-abril-de-2012/dsc01523/' title='DSC01523'><img width="150" height="150" src="http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/wp-content/uploads/2012/04/DSC01523-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSC01523" title="DSC01523" /></a>

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		<item>
		<title>´ICMS único é 1º passo para reforma´</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem que a aprovação da resolução que unifica a alíquota [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brasília.</strong> O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem que a aprovação da resolução que unifica a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) pelo Senado ontem é o &#8220;primeiro passo para reforma tributária&#8221;.</p>
<p>Segundo o ministro, a aprovação fará com que o País deixe de estimular a importação de produtos e a exportação de empregos para outros países. &#8220;Acredito que agora vamos dar mais estímulo para produção nacional. Os estados que utilizavam este expediente vão ter o suporte do governo para que possam fazer a transição de corredores de importação para estados produtores de bens manufaturados de modo que eles também vão ter uma situação melhor no futuro&#8221;, afirmou o ministro.</p>
<p><strong>Alíquotas</strong></p>
<p>O texto aprovado unifica para 4% as alíquotas interestaduais do imposto sobre importados, reduzindo a receita dos Estados que oferecem os incentivos e promete acabar com a &#8220;guerra dos portos&#8221;. Como a prerrogativa de definir as alíquotas de ICMS é do Senado, o texto vai à promulgação, não sendo, portanto, objeto de análise da Câmara ou da Presidência da República.</p>
<p><strong>Têxteis</strong></p>
<p>Há risco de um surto de importações de tecidos e confecções até o final deste ano, por causa da aprovação, pelo Congresso, da resolução que acaba com a chamada &#8220;guerra dos portos&#8221;. O alerta foi feito por representantes do setor têxtil em conversa com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.</p>
<p>A resolução anula, na prática, os incentivos fiscais concedidos por alguns Estados à importação de mercadorias. Porém, como ela só entra em vigor em 1º de janeiro de 2013, há risco de as empresas intensificarem suas compras no exterior antes que o benefício tributário acabe.</p>
<p>&#8220;É evidente que haverá uma tentativa para aproveitar ao máximo esse inconstitucional e espúrio incentivo ao produto importado, o monitoramento do comércio vai ter que ser redobrado&#8221;, disse o diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit), que também se chama Fernando Pimentel.</p>
<p>O ministro da Fazenda garantiu que os estados que concediam os incentivos fiscais terão apoio do governo federal para transformar suas economias de &#8220;corredores de importação&#8221; para produtoras de bens e manufaturados. Haverá, porém, muita controvérsia na aplicação das novas regras, avaliou a advogada Alessandra Craveiro, do escritório Mattos Filho. Primeiro, porque a Resolução reduz a 4% o ICMS nas operações interestaduais de produtos importados e dos que tenham conteúdo de importação acima de 40%. Outro ponto que pode gerar problemas é o que exclui da regra da resolução os produtos importados sem similar nacional. Pelo texto, a Câmara de Comércio Exterior faria uma lista desses produtos. O relator da matéria, Eduardo Braga disse que a lista existe: o chamado ex-tarifário. Mas o ex-tarifário só lista bens de capital e de informática sem similar no País.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1130933</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia das Mães deve gerar 804 vagas de emprego</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ceará deverá ser o terceiro estado do Nordeste e décimo do País a gerar mais empregos temporários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Ceará deverá ser o terceiro estado do Nordeste e décimo do País a gerar mais empregos temporários<br />
</em><br />
O Dia das Mães deverá implicar na contratação de 30 mil trabalhadores em todo o País, dado 6,4% maior em relação ao ano passado. Do total, 804, cerca de 2,8%, deverão ser contratados no Ceará &#8211; o décimo estado a empregar mais pessoas exclusivamente para esse período.</p>
<p>A estimativa é de pesquisa encomendada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), segundo a qual aproximadamente 10% dos contratos devem ser efetivados após a data.</p>
<p>No Nordeste, o Ceará deverá ser o terceiro estado a gerar mais empregos temporários, sendo superado por Bahia (1.176) e Pernambuco (1.140)</p>
<p><strong>Temporários mantidos</strong></p>
<p>A expectativa da Associação é que, devido à proximidade com a Páscoa, cerca de 26 mil temporários sejam mantidos pelo comércio para o Dia das Mães, totalizando 56 mil trabalhadores empregados nesse período.</p>
<p>Em 2011, houve 28.200 contratações para o Dia das Mães, dado que superou o total de trabalhadores empregados devido à data no ano anterior 26 mil. O estudo, encomendado em parceria com o Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem) ao Instituto de Pesquisa Manager, aponta também que e as vagas serão voltadas principalmente para atendimento, crediário, vendedores, estoquistas, repositores, promotores de vendas, fiscais de loja e de caixa, telemarketing e embaladores.</p>
<p>A remuneração média, informa a associação, ficará em torno de R$ 900, podendo chegar a R$ 1.600, incluindo direito a vale-transporte e vale-refeição.</p>
<p><strong>Perfil<br />
</strong><br />
Segundo a pesquisa, a maior parte das vagas, 60%, possivelmente será ocupada por pessoas com idade entre 18 e 39 anos. Cerca de 5,4 mil candidatos contratados (18%) serão jovens em situação de primeiro emprego. Conforme a presidente da Asserttem, Jismália Alves, destacam-se, entre as exigências para os candidatos às vagas, ensino médio completo, disponibilidade de horário, facilidade para o trabalho em equipe e dinamismo.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1130939</p>
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		<title>Grendene anuncia lucro de R$ 82,1 milhões  no primeiro trimestre deste ano</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/grendene-anuncia-lucro-de-r-821-milhoes-no-primeiro-trimestre-deste-ano/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa de calçados Grendene anuncia o balanço do primeiro trimestre de 2012, com resultados positivos. A receita líquida subiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa de <strong>calçados Grendene</strong> anuncia o <strong>balanço do primeiro trimestre</strong> de 2012, com resultados positivos. A receita líquida subiu 25%, passando de R$ 316,7 milhões para R$395,8 milhões.</p>
<p>Além disso, a <strong>produção</strong> totalizou 40,8 milhões de pares (32,9 milhões de pares no 1T11), com <strong>lucro líquido</strong> de R$82,1 milhões – um crescimento de 29% em relação ao mesmo período de 2011 (R$63,5 milhões). A distribuição de dividendos será de R$58,9 milhões, 30,7% superior ao 1º trimestre de 2011 (R$45,1 milhões).</p>
<p>No mercado interno, a elevação do salário mínimo, a desoneração tributária e um portfólio mais ajustado à conjuntura econômica permitiram à Grendene ganhar mercado.</p>
<p>Os negócios no mercado externo foram reforçados pela entrega de pares na Argentina, referentes a pedidos de 2011 entregues no 1T12. A fabricante mantém a liderança nas exportações pelo décimo ano consecutivo: 43,5% do total de calçados exportados do País, neste período, são da Grendene.</p>
<p>http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/04/26/noticiaseconomia,2828264/grendene-anuncia-lucro-de-r-82-1-milhoes-br-no-primeiro-trimestre-deste-ano.shtml</p>
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		</item>
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		<title>Desemprego sobe para 9,6% em março, afirma pesquisa</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/desemprego-sobe-para-96-em-marco-afirma-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) mostra que o mês de março de 2012 apresentou nova alta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) mostra que o mês de março de 2012 apresentou nova alta da taxa de desemprego na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), registrando 9,6% ante 8,5% do mês anterior (fevereiro) &#8211; a terceira consecutiva do ano. Os dados foram divulgados, ontem, pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) e do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), o Sine/CE, o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). A PED é realizada, mensalmente, nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e no Distrito Federal.<br />
Segundo o economista e coordenador da PED, Ediran Teixeira, essa elevação do desemprego pelo terceiro mês consecutivo reflete o comportamento cíclico do desemprego, “já que nos primeiros meses do ano temos uma elevação das taxas de desemprego, associadas a uma retração do nível ocupacional”. Ele afirma que tal comportamento se reflete nas diversas regiões do mercado de trabalho como um todo. Em 2011, esse comportamento foi ascendente, onde o pico foram os meses de abril e maio, dependendo da conjuntura. “A partir destes meses, observa-se uma queda, com relativa estabilidade, que vai cair no segundo semestre”, adverte o economista.<br />
DESTAQUES<br />
O mês de março acompanha a série de altas de 2012, onde registrou-se o contingente de 20 mil pessoas desempregadas a mais que o mês anterior (153 mil), totalizando 173 mil desempregados. Segundo a pesquisa, isso se deve à redução do nível de ocupação em 17 mil postos de trabalho (queda de quase 1%). Afinal, atualmente, a estimativa de ocupados passou para 1,63 milhão de pessoas na RMF.<br />
Isso decorre da redução de postos de trabalho nos setores da Indústria (-13 mil ou -4,5%) &#8211; setor que atingiu a menor estimativa desde 2010, Construção Civil (-5 mil ou -3,9%) e no agregado Outros Setores (-9 mil ou -6,2%). O resultado do Comércio, mesmo com alta de 8 mil novas ocupações (2,4%) não conseguiu compensar as reduções. O setor de Serviços segue com relativa estabilidade de 2 mil novas ocupações, o que representa 0,3% de crescimento sobre o mês de fevereiro.<br />
“Nós estamos vivendo um momento na economia deste ano, diferentemente do ano passado. A taxa de desemprego, em março, é maior do que a verificada em março de 2011, o que significa que o momento é de desaquecimento da economia quanto à questão do desemprego, há uma pressão maior no mercado de trabalho do que o verificado no ano passado”, avalia Ediran Teixeira.<br />
OCUPAÇÃO E RENDIMENTOS<br />
O total de assalariados diminuiu em março (-0,7% ou -7 mil), por conta da redução de postos no setor privado (-7 mil ou -0,8%), não variando a estimativa de assalariados do setor público, que totalizou 128 mil empregados. Na iniciativa privada, a redução ocorreu entre trabalhadores sem carteira assinada (-7 mil ou -3,3%), dado que não variou o contingente de assalariados com carteira (681 mil). Acompanhando a queda, o número de empregados domésticos também diminuiu (-8 mil ou -6,3%). E tiveram relativa estabilidade os classificados em demais posições que incluem, por exemplo, empregadores, donos de negócio familiar e profissionais liberais (-1 mil ou -1,2%), e os trabalhadores autônomos (-1 mil ou -0,2%).<br />
Entre janeiro e fevereiro de 2012 o rendimento médio real apresentou crescimento para ocupados (1,6%) e assalariados (0,8%), equivalendo a R$ 987,00 e R$ 1.028,00, respectivamente. A única categoria ocupacional que apresentou queda no rendimento nesse período foi o autônomo (-0,8%), que passou a equivaler R$ 739,00.</p>
<p>http://www.oestadoce.com.br/?acao=noticias&#038;subacao=ler_noticia&#038;cadernoID=8&#038;noticiaID=67235</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Caixa vai reduzir juro imobiliário</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/caixa-vai-reduzir-juro-imobiliario/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 16:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Detalhes serão anunciados hoje. Modalidade é a nova investida do banco, que já enxugou várias taxas São Paulo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="texto"><em>Detalhes serão anunciados hoje. Modalidade é a nova investida do banco, que já enxugou várias taxas<br />
</em><br />
<strong>São Paulo.</strong> A Caixa Econômica Federal informou que irá anunciar hoje redução da taxa de juros do crédito imobiliário. O banco é o primeiro a oficializar que irá alterar as taxas do crédito imobiliário. Até o momento, as instituições fizeram mudanças em outras linhas destinadas a pessoa física e jurídica, como crédito pessoal, cheque especial, financiamento de veículos e rotativo do cartão de crédito.</p>
<p>A Caixa não informou se as mudanças serão válidas apenas para novos financiamentos ou se também serão estendidas àqueles em andamento. No entanto, as reduções das taxas de empréstimos feitas até agora foram válidas apenas para novos contratos. Na sexta-feira, o banco público reduziu a taxa de administração dos fundos de investimentos e diminuiu o valor da aplicação inicial. No mesmo dia, informou que faria uma nova rodada de corte dos juros &#8211; que já tinha sido feita no início do mês. A justificativa foi a queda na Selic, a taxa básica de juros.</p>
<p>No dia 18, o Banco Central anunciou a redução de 9,75% para 9% da Selic, o menor patamar em dois anos.</p>
<p>O Banco do Brasil também fez dois cortes nas taxas de juros: um no início do mês e outro na semana passada.</p>
<p><strong>Quedas</strong></p>
<p>O BB foi o primeiro banco a anunciar queda nas taxas de juros, em 4 de abril, com o lançamento do programa BomPraTodos. No dia seguinte (5 de abril) foi a vez da Caixa Econômica Federal.</p>
<p>O HSBC foi o primeiro banco privado a anunciar queda nas taxas, no dia 12. O Santander reduziu os juros para micro e pequenas empresas no dia 17. Na quarta-feira (18), Bradesco e Itaú, os maiores bancos privados do país, também anunciaram medidas semelhantes. No mesmo dia, o Santander também reduziu as cobranças para pessoas físicas. A Caixa também lançou um programa de renegociação de dívidas. O banco ainda anunciou que irá aumentar o horário de atendimento ao público até 11 de maio para atender a demanda do programa de redução de juros.</p>
<p><strong>Estímulo à economia<br />
</strong><br />
O movimento de redução das taxas nos bancos públicos atende ao chamado da presidente Dilma Rousseff, que tem o assunto como uma de suas prioridades. A iniciativa é uma forma de acirrar a concorrência com os bancos privados, que também anunciaram cortes após o BB e a Caixa, e estimular a economia para garantir um crescimento próximo a 4% neste ano.</p>
<p><strong>Cortes</p>
<p></strong>9% é a atual taxa básica de juros. Última redução da Caixa ocorreu após o BC anunciar a queda de 0,75 p.p. na Selic</p>
<p><strong>Bancos falham ao informar</p>
<p>São Paulo.</strong> No primeiro dia em que as novas taxas de juros começaram a valer, os bancos tiveram dificuldades ontem em informar os clientes sobre as mudanças. Principais bancos na capital paulista (Santander, HSBC, Caixa, BB, Bradesco e Itaú Unibanco) foram avaliados. Nos quatro últimos, as alterações valem desde ontem &#8211; BB e Caixa já haviam reduzido as taxas. Ao visitar duas agências do BB, foram dadas explicações diferentes sobre as novas condições. Em uma delas, a atendente disse que as taxas mínimas eram válidas apenas para servidores. Já na outra, os dados estavam corretos. Na Caixa, o atendente informou taxas erradas do financiamento de veículos e crédito pessoal.</p>
<p><strong>Erros se repetem<br />
</strong><br />
O problema se repetiu no Bradesco. A atendente passou os dados corretos sobre financiamento de veículos, mas errou em financiamento de bens e crédito pessoal. No Itaú, a funcionária não quis simular financiamento de veículo, o que só poderia ser feito para correntistas. A situação se repetiu no Santander e no HSBC.</p>
<p>A Caixa declarou que provavelmente o atendente pegou planilhas anteriores, mas que as operações só podem ser feitas com taxas novas. O Bradesco disse estar reforçando a comunicação com as agências. O BB informou que trabalha no treinamento dos funcionários. Já o HSBC informou que define as taxas pelo relacionamento do cliente com o banco. O Itaú disse que eventuais falhas estão sendo corrigidas. O Santander declarou que a taxa de juros do CDC Auto varia conforme o perfil do cliente, relacionamento e entrada.</p></div>
</div>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1130637</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Juro menor deve ter impacto de 1 p.p.</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/juro-menor-deve-ter-impacto-de-1-p-p/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 16:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo. O recente esforço do governo para baixar os juros, com corte da Selic e pressão pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo.</strong> O recente esforço do governo para baixar os juros, com corte da Selic e pressão pela diminuição das taxas cobradas pelos bancos, e a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) deverão ter um impacto positivo entre 0,5 e 1,0 ponto porcentual nas vendas do Dia das Mães, na avaliação do economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, e do presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun.</p>
<p>A data é considerada a segunda de maior faturamento, depois do Natal. Os lojistas esperam um aumento de 5% a 9%.</p>
<p><strong>Queda nos preços</strong></p>
<p>Mesmo com a intenção de compra do consumidor crescendo após a redução da Selic desde agosto, há quem avalie que os preços dos produtos devem cair no período, contrariando a ideia de que a demanda maior poderia puxar os preços para o alto.</p>
<p>&#8220;A ideia não é que o consumidor compre desenfreadamente, mas que perceba a vantagem nos preços e aproveite este momento para consumir aquilo que planejava antes, mas achava caro&#8221;, disse o gerente de relacionamento e negócios do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC-Brasil) e porta-voz da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Ronaldo Guimarães.</p>
<p>O presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, prevê crescimento de 8% nas vendas sobre o Dia das Mães de 2011. Sem as medidas, a projeção de aumento giraria em torno de 7% a 7,5%.</p>
<p>http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1130628</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Rua Barão do Rio Branco vira caos</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/rua-barao-do-rio-branco-vira-caos/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 16:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[O engarrafamento, que já eram intenso, se estende para outras vias e também prejudica os comerciantes Motoristas e comerciantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O engarrafamento, que já eram intenso, se estende para outras vias e também prejudica os comerciantes<br />
</em><br />
Motoristas e comerciantes estão enfrentando congestionamento e falta de clientes devido às intervenções do Programa de Transporte Urbano de Fortaleza (Transfor) na Rua Barão do Rio Branco, no Centro da Capital, que está interditada no trecho entre a Avenida Duque de Caxias e a Rua Pedro Pereira.</p>
<p>O maior problema acontece no cruzamento entre a Barão do Rio Branco e a Duque de Caxias, pois os veículos que trafegam nas duas vias se encontram ao entrar na avenida. Assim, o trânsito na via, no trecho entre a Barão do Rio Branco e a Rua General Sampaio, fica intenso. Os cruzamentos foram fechados por carros e motos várias vezes na manhã de ontem.</p>
<p>Devido a esses problemas, o fluxo de veículos acaba sendo transferido para outras vias do Centro da cidade, complicando o trânsito nos horários de pico.</p>
<p>Segundo o aposentado Afonso Alves Gomes, o grande problema é que qualquer intervenção feita no Centro de Fortaleza será um transtorno para todos os motoristas. Para ele, isso acontece porque o tráfego já é complicado normalmente.</p>
<p>&#8220;Aqui não tem o que fazer nesse tipo de situação, pois não há para onde ir. O negócio é trabalhar para que todo o processo seja o menos desgastante possível para todos os envolvidos&#8221;, comenta o aposentado.</p>
<p>Alves Gomes acrescenta que é muito importante que os agentes da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania de Fortaleza (AMC) intensifiquem as fiscalizações no local. Além disso, ele destaca que os motoristas precisam ter cuidado para que acidentes não aconteçam.</p>
<p>De acordo com o comerciante Antônio Pires Fonseca, além do trânsito complicado, quem trabalha no local tem de enfrentar a diminuição do número de clientes. &#8220;As lojas da Barão do Rio Branco perderam grande parte dos seus clientes. Às vezes, os funcionários vão embora mais cedo por falta de trabalho&#8221;.</p>
<p>Fonseca destacou as dificuldades dos estacionamentos particulares localizados na rua, pois, como nenhum veículo pode trafegar pela via, eles tiveram de fechar as portas. &#8220;O prejuízo é muito grande&#8221;, lamenta.</p>
<p><strong>Visitas</strong></p>
<p>O Transfor informou que a execução das obras segue o planejamento geral do programa e que, para a interação com a comunidade, conta com uma equipe social. Ela faz visitas à população para avisar sobre o início das obras, prazos, benefícios e alterações no trânsito, além de realizar o acompanhamento durante a execução dos serviços.</p>
<p>Para atenuar os transtornos no trânsito, o Programa realiza as obras em pequenos trechos. É o caso das restaurações viárias em vias de grande fluxo de veículos. Alguns serviços foram realizados à noite ou durante as férias escolares, períodos em que o tráfego de veículos diminui.</p>
<p>Os projetos de desvios de tráfego, para cada trecho, são previamente aprovados pela AMC e implantados pelo Transfor. As ações incluem a sinalização para orientação dos motoristas.</p>
<p>A assessoria de imprensa da AMC informou que seis agentes estão trabalhando nos cruzamentos onde estão acontecendo os desvios. Após uma semana de intervenção, será feita análise do caso para verificar se a sinalização já é suficiente para que os motoristas realizem os desvios normalmente.</p>
<p>No trecho interditado, serão realizadas obras de drenagem, pavimentação e também padronização das calçadas, que têm prazo para conclusão de 90 dias.</p>
<p>A restauração na via já foi executada entre a Avenida Domingos Olímpio e a Duque de Caxias. O investimento é de R$ 6,7 milhões. O objetivo é melhorar os deslocamentos no Centro.</p>
<p><em><strong>THIAGO ROCHA<br />
</strong>ESPECIAL PARA CIDADE</em></p>
<p><em><a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1130709">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1130709</a><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ceará terá R$ 50 mi a mais de ICMS</title>
		<link>http://sindilojasfor.org.br/acasadolojista/ceara-tera-r-50-mi-a-mais-de-icms/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 16:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Joer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saiu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pode quase dobrar no Ceará. O êxito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pode quase dobrar no Ceará. O êxito depende da aprovação das regras de redistribuição do ICMS sobre produtos comprados pela internet, conhecido como comércio eletrônico ou e-commerce.</p>
<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o assunto está pronta para ser votada, hoje, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.</p>
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<p>O Ceará arrecada cerca de R$ 45 milhões, em média, por ano do tributo estadual. Deixa de receber, no entanto, cerca de R$ 50 milhões proveniente do comércio eletrônico, recursos que vão para os cofres públicos dos estados de origem das empresas, geralmente, nas regiões Sul e Sudeste, informou o titular da Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz-CE), Mauro Filho.</p>
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<p>Pela nova proposta, com parecer do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), da alíquota média de 17% do ICMS cobrada no e-commerce, 7% iriam para o estado de origem (onde estão sediadas as lojas virtuais) e 10% para os estados de destino, os compradores da mercadoria.</p>
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<p>“É preciso deixar claro que não se trata de um aumento de carga tributária. Ela continua a mesma. Trata-se de um compartilhamento de imposto”, explica Mauro Filho. Ele ressaltou a importância das novas regras para o Estado. “O Ceará vai passar a receber recursos que poderão ser gasto em educação e saúde que não vinha sendo obtido”, comenta.</p>
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<p>O secretário da Fazenda reforçou que a previsão de vendas no comércio eletrônico para 2012 é de R$ 23 bilhões. Isso gera uma arrecadação de ICMS de cerca de R$ 3,9 bilhões para todo o País, calculou.</p>
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<p>Pressão de São Paulo</p>
<p>A pressão política da bancada paulista, contrário às novas regras, vai endurecer a votação da PEC, que, após aprovada na CCJ, vai para apreciação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e ao plenário do Senado, antes de seguir à Câmara dos Deputados. Segundo a senadora Marta Suplicy (PT-SP), a mudança, proposta originalmente por Delcídio Amaral (PT-MS), traria um prejuízo de R$ 400 milhões na arrecadação de São Paulo.</p>
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<p>Mauro Filho reitera que deverá mesmo haver forte pressão paulista, mas ressalta que o estado de São Paulo já foi beneficiado com a padronização da alíquota de produtos importados nos portos e com a alteração do indexador da dívida pública do estado.</p>
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<p>Com essas duas medidas, respectivamente, tornará-se mais competitivo e reduzirá sua dívida interna, que é a maior do Brasil.</p>
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<p>O quê</p>
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<p>ENTENDA A NOTÍCIA<br />
Secretário Mauro Filho cobra a diferenciação de alíquotas. Se a empresa está no Sul ou Sudeste, 10% do ICMSficam no estado de origem e 7% no Ceará. Se a empresa está no Ceará, 12% ficam aqui e 5% no destino.</p>
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